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A semana será decisiva para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na quarta-feira (6), o Conselho de Ética analisa a representação por quebra de decoro protocolada pelo PSOL.

O presidente do Conselho de Ética, senador Sibá Machado (PT-AC), aliado de Renan, pode arquivar a representação ou nomear um relator para o processo, que tem como pena mais dura a perda do mandato.

O senador petista vem sendo cobrado de todos os lados por isenção na hora de analisar o processo, mas as afirmações do corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), aliviaram a carga sobre Sibá.

Segundo Tuma, os extratos financeiros de Renan comprovariam recursos suficientes para sustentar uma pensão de, por exemplo, R$ 8 mil mensais pagos à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha de três anos. Isso, para o corregedor, é favorável à defesa do presidente do Senado.

CPI

Enquanto toda a atenção política estará sobre o caso Renan, a CPI do Apagão Aéreo dá seqüência às suas investigações sobre o tráfego aéreo nacional. Nesta segunda-feira (4), está prevista a audiência com o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, e o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi.

Também deverão ser ouvidos pelos senadores da CPI o tenente-brigadeiro-do-ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, ex-diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea); o diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Célio Eugênio de Abreu Júnior; o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Plínio de Aguiar Júnior; o procurador do Trabalho Fábio de Assis Fernandes; e o coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, procurador Alessandro Santos de Miranda.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, também nesta segunda, ação direta de inconstitucionalidade contra resolução do Conselho Nacional do Ministério Público que autoriza a equiparação salarial com os ministros do STF, de R$ 24,5 mil. Os procuradores e promotores do MP recebem, hoje, R$ 22.111.

Juros

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidirá a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, na próxima quarta-feira (6). Atualmente, a Selic está em 12,5%.

Setores de fora do governo pressionam para uma queda de 0,5%, influenciados pela forte queda do dólar nos últimos dias. Nos Estados Unidos, as taxas de juros anuais são de 5,25%. No Japão, o índice está em 0,5% ao ano.

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