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Notas políticas

De volta

O empresário Luís Mussi (PSDC), ex-secretário estadual da Indústria e Comércio e genro do ex-governador Paulo Pimentel, desistiu de ser candidato a deputado estadual e retorna ao governo Roberto Requião (PMDB) como secretário especial. O candidato a governador pelo PSDC, Luiz Adão, lamentou a perda.Em família – Luís Mussi disse que apresentou seu nome na convenção do partido só para reforçar a chapa, mas que não tinha intenção de disputar. Além disso, o empresário tinha um motivo a mais para desistir. Não pretendia concorrer contra o futuro genro, o deputado estadual Alexandre Curi (PMDB), que está em campanha pela reeleição. Pelo contrário, está pedindo votos para o namorado da filha.

Perdidos – Os tucanos começam a pensar hoje no que fazer com o tempo de televisão do partido na propaganda eleitoral, que começa no dia 15. Como ainda não foi julgada a validade da aliança com o PMDB, ninguém sabe se os programas serão usados a favor do grupo de Requião ou só pelo PSDB. "Com esse impasse terrível não sabemos como gravar. O TRE precisa se pronunciar o mais urgente possível", diz o presidente do PSDB do Paraná, Valdir Rossoni, que lidera a ala contra a aliança.

Deixa quieto – O coordenador nacional da campanha do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), senador Sérgio Guerra, deixou claro que só quer puxar apoios para o candidato sem arrumar encrenca. Quer o PMDB, o PDT, o PPS e quem mais vier. Reunido ontem com um grupo restrito na prefeitura de Curitiba e na presença do prefeito Beto Richa (PSDB), aconselhou os tucanos a não fazer marola em torno da aliança PMDB–PSDB. O desconforto de quem é contra a coligação foi inevitável.

Culpado – O candidato a governador Osmar Dias (PDT) endureceu o discurso contra o governador Roberto Requião. Culpa o governo do estado pela perda de competitividade e o enfraquecimento econômico do Paraná. "Houve promessas e propaganda, mas não houve investimentos nem apoio ao setor produtivo e muito menos suporte à vocação econômica paranaense", disse ontem o senador, antes de embarcar para Brasília para participar das votações no Senado.

Excluídos – O candidato a governador pela coligação Paraná Unido, Flávio Arns (PT), afirma que vai compor o primeiro e segundo escalões do governo com representantes da sociedade geralmente excluídos, como índios, pessoas com deficiências e negros. "É a maneira de valorizar e reconhecer a capacidade e competência profissional dessas pessoas", diz.

Ataque – O senador Alvaro Dias (PSDB), candidato à reeleição, foi firme no discurso contra o governo federal, ontem, na inauguração do comitê para Alckmin. Disse que o governo Lula armou um complexo esquema de corrupção e que "aceitar a vitória de Lula é acreditar que o crime compensa".

Na fonte – Enquanto os políticos locais se esforçavam ontem para receber a atenção do coordenador-geral da campanha do presidenciável Geraldo Alckmin, Sérgio Guerra, membros da coligação Voto Limpo (PPS-PFL) estavam em São Paulo. O candidato a vice-governador Marcelo Puppi e o candidato a deputado estadual Joarez Henrichs se reuniram com o coordenador do programa de governo de Alckmin, João Carlos Meirelles.

Verba – A dupla, que é do PFL, entregou uma pauta municipalista para ser integrada ao plano geral elaborado pela equipe de Alckmin. Uma das sugestões é aumentar os recursos repassados às prefeituras. Henrichs tem experiência nesses assuntos: foi presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) por vários anos.

Meio-de-campo – O vereador Mário Celso Cunha (PSDB) levará hoje o presidente da Câmara de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB), para um café da manhã na Granja Cangüiri, residência oficial de Roberto Requião. O governador vai tentar o apoio de Derosso para a sua campanha, que já tem apoio integral de Celso.

Licitação – O prefeito Beto Richa convocou os vereadores para um almoço nesta terça-feira. O assunto da conversa não foi anunciado, mas a expectativa é que seja sobre a licitação do transporte coletivo e sobre a possível licença do prefeito para se dedicar à campanha de Alckmin. À tarde, o prefeito reabre os trabalhos da Câmara de Curitiba.

Pinga-fogo

* A casa escolhida pelo PSDB para fazer o comitê de Geraldo Alckmin, em Curitiba, já foi comitê do PT em 2004, para Ângelo Vanhoni (PT) na disputa da prefeitura ••• A casa fica no bairro São Francisco, na esquina da Rua Kellers com Martin Affonso

* O deputado estadual Mauro Moraes (PMDB) pede agilidade da Assembléia para ver aprovados antes da eleição projetos de sua autoria acabando com a assinatura básica dos telefones fixos, isenção de pedágio para motos e a diminuição pela metade do preço da taxa de esgoto

* O candidato a deputado federal Wilson Picler (PDT) disse que não é verdade que Osmar Dias (PDT) ficou sabendo da vinda do presidenciável do seu partido, Cristovam Buarque, para o Paraná em cima da hora

* Osmar alegou que, como ficou sabendo da vinda de Buarque em cima da hora, não poderia desmarcar seus compromissos anteriormente agendados.

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