
O segundo dia da viagem da presidente Dilma Rousseff à Bulgária, ontem, começou com uma visita ao túmulo do irmão Luben Roussev, em Sófia, capital búlgara. Luben morreu em 2007, antes que ele e Dilma se conhecessem.
Em seguida, a presidente foi para Veliko Tsarnovo, antiga capital da Bulgária, que fica a cerca de 300 quilômetros de Sófia. Várias pessoas aguardavam a chegada de Dilma, que cumprimentou moradores, caminhou pelas ruas, visitou o Forte de Tsarevets e foi homenageada com um almoço oferecido pela prefeitura da cidade.
O destino final de Dilma foi a cidade de Gabrovo, onde nasceu seu pai, Pedro Rousseff. Lá foi recepcionada com um evento em praça pública e visitou o Museu Regional de História, onde está uma exposição sobre sua família.
Em entrevistas e declarações à imprensa na Bulgária, onde cumpre agenda desde quarta-feira, a presidente expressou o caráter emocional da visita ao país onde nasceu seu pai e agradeceu as manifestações de carinho dos governantes e do povo búlgaro.
O pai da presidente, Peter Russev, saiu da Bulgária e foi viver no Brasil em 1929, deixando a mulher búlgara grávida. Peter não deu notícias durante 18 anos e formou outra família no Brasil. Os biógrafos da família Rousseff, os jornalistas Monchil Indjov (búlgaro) e Jamil Chade (brasileiro), acreditam que nunca vão conseguir desvendar o motivo que levou o pai de Dilma a sair da Bulgária.
Turquia
Da Bulgária, Dilma seguiu para Ancara, na Turquia, onde se reúne hoje com o presidente Abdullah Gül e com o primeiro-ministro Recep Erdogan; e participa do encerramento do Encontro Empresarial Brasil-Turquia. Após ter passado pela Bélgica, Bulgária e Turquia, a presidente embarca de volta para o Brasil amanhã.



