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Notas Políticas

Engavetado

Gleisi: sem criticar o suplente. | Wenderson Araújo/ Gazeta do Povo
Gleisi: sem criticar o suplente. (Foto: Wenderson Araújo/ Gazeta do Povo)
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Gleisi Hoffmann (foto) chegou ao Senado no início deste ano apresentando um projeto que previa a limitação de número de mandatos de cada senador. A proposta foi protocolada em 22 de março. Ou seja, completou seis meses agora. Desde lá, Gleisi já saiu para a Casa Civil, seu suplente assumiu e muita água passou por debaixo da ponte. No entanto, o projeto não andou nem um milímetro. A proposta está na CCJ do Senado e, segundo o site oficial da instituição, ainda não houve nem mesmo a designação de um relator até o momento. E a tendência, mesmo Gleisi tendo se tornado a segunda mulher mais poderosa de Brasília, é de que tudo fique como está. Os senadores, aparentemente, não têm a mínima pressa de legislar contra os seus próprios interesses.

Conversa afiada

Orlando Pessuti, ex-governador

Por que o senhor foi à Justiça para voltar a receber a aposentadoria?

A verba está num dispositivo constitucional desde 1989. Tanto eu como os outros ex-governadores atingidos pelo corte do pagamento entendemos que o ato do governador Beto Richa é ilegal. Não é competência do governador dizer que uma lei ou que um artigo da Constituição é ilegal. Ele pode contestar a constitucionalidade no STF, que até agora nem liminarmente quis tratar do assunto.

Sua única atividade pública hoje é a de conselheiro do BNDES?

Atividade pública remunerada, sim. E no mês de agosto tivemos a felicidade de receber R$ 3,3 mil por conta dessa nossa atividade.

A verba de representação, então, faz falta?

Faz falta. Mas nós temos de nos virar com aquilo que temos disponibilizado. Tenho a minha propriedade rural, tenho as minhas emissoras de rádio e tenho a minha pequena poupança que fiz ao longo dos meus oito anos como vice-governador e governador do Paraná. E que graças a Deus me permitiu guardar um pouquinho que está dando condições de tocar a minha vida.

Baixando o nível

Um debate sobre o prazo da CPI que investiga irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara descambou para o bate-boca entre os vereadores Algaci Tulio (PMDB) e Renata Bueno (PPS). Durante o debate, Algaci chamou a vereadora de Renata "Viajando" Bueno. A parlamentar se irritou e chamou Algaci de "macaco velho". Os dois trocaram insultos até que Odilon Volkmann (PSDB) e Denílson Pires (DEM) colocassem panos quentes na conversa. Mais tarde, Renata retomou as críticas, se referindo a Algaci e Jair Cezar (PSDB) como "dois tiozinhos que fazem da tribuna da Câmara um teatro".

Impasse verde

O Partido Verde (PV) de Curitiba anunciou que pretende lançar candidatura própria para concorrer às eleições à prefeitura da capital. Segundo o secretário-geral da legenda, Francisco Caetano, há um impasse entre os nomes dos deputados estaduais Roberto Aciolli e Rasca Rodrigues. Segundo ele, os dois, "além de apoio interno, sofrem pressão dos eleitores da capital para se candidatar".

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