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Figueiredo (esq.) e Geisel, os dois últimos generais presidentes.

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Vitorio Sorotiuk: monitorado no governo civil da Nova República

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Com a piora da situação econômica e o crescimento da pressão popular contra a ditadura, os generais decidiram passar o poder aos civis. Mas a abertura política levou 11 anos
Por Euclides Lucas Garcia, reportagem
04/04/2014 às 21:14


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Figueiredo (esq.) e Geisel, os dois últimos generais presidentes.

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Vitorio Sorotiuk: monitorado no governo civil da Nova República

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