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São Paulo

Ex-presidente de torcida é condenado a 14 anos por morte de palmeirense

O ex-presidente da torcida Independente do São Paulo, Carlos Amorosino Júnior, conhecido como Sukita, foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do palmeirense Mauro Costa. Na sentença, ele também foi acusado por omissão de socorro ao torcedor do São Paulo Diógenes Ventura. O crime ocorreu em fevereiro de 2003 durante uma briga entre torcedores do Palmeiras e do São Paulo na zona oeste da capital, depois de um desfile de escola de samba no Anhembi, na região norte. O torcedor Valdívio Dantas de Souza, que também era réu no processo foi absolvido.

O julgamento terminou na madrugada deste sábado no Fórum Mário Guimarães, na Barra Funda, e durou quase 15 horas. Testemunhas confirmaram que os dois réus estavam no meio da briga de torcidas, mas não souberam afirmar se eles foram os autores das pauladas que mataram o palmeirense. Uma testemunha de defesa disse que Amorosino não tinha hematomas, o que mostraria que ele não participou de nenhuma briga.

No último dia 15, em julgamento que durou nove horas, os palmeirenses Edmilson José da Silva e Alessandro Almeida Borges Pereira, foram condenados a 14 anos, 4 meses e 24 dias de prisão em regime fechado. O crime: homicídio triplamente qualificado, por motivo banal. Os dois foram condenados pela morte do corintiano Marcos Gabriel Cardoso Soares, em maio de 2004. O crime aconteceu na Rua da Várzea, esquina com a Avenida Pacaembu, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, durante uma briga entre torcedores do Palmeiras e do Corinthians.

Gabriel, que era corintiano, foi agredido durante conflito perto da sede da Mancha Verde, a torcida do Palmeiras. Ele estava a caminho do estádio do Morumbi para ver o clássico contra o Corinthians. Gabriel chegou a ser socorrido em um pronto socorro e foi liberado depois de uma hora. Ele morreu em casa, no dia seguinte, em conseqüência de um traumatismo craniano.

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