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O corte orçamentário do Ministério da Defesa deverá atingir cerca de 36 por cento dos recursos contingenciáveis da pasta, afirmou nesta terça-feira o ministro Nelson Jobim, após participar de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Jobim explicou que o orçamento total do ministério é 15,1 bilhões de reais, mas, segundo um técnico que o acompanhou, o valor passível de corte varia entre 10,5 bilhões de reais e 11 bilhões de reais.

É sobre este montante que incidiriam os 36 por cento. O corte na Defesa faz parte do esforço de todo o governo federal anunciado na semana passada de cortar 50 bilhões de reais do Orçamento da União.

Questionado se a redução de gastos atrapalharia a compra dos novos caças da Força Aérea, ele explicou que, de uma forma ou de outra, a compra não seria concluída este ano.

Segundo ele, após a tomada da decisão do fornecedor escolhido, a compra será avaliada pelo Conselho de Defesa Nacional e uma vez selecionada a empresa ela teria que discutir a compra com a Força Aérea.

"Essa discussão de contrato leva no mínimo um ano", disse Jobim, que acredita que apenas a decisão sairá este ano.

O governo avalia no processo de compra dos caças o Rafale, da francesa Dassault, o Gripen NG produzido pela sueca Saab e o F-18 da Boeing.

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