Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Notas Políticas

No limbo

 | Osvaldo Ribeiro/SECS
(Foto: Osvaldo Ribeiro/SECS)
 |

1 de 1

O Diário Oficial do Paraná publicou ontem o nome dos 69 servidores efetivos da Assembleia paranaense que foram considerados sem função na Casa e que vão receber salário sem trabalhar. Na lista aparecem pessoas ligadas ao governo passado como Regina Fischer Pessuti (foto) (mulher de Orlando Pessuti) ou relacionadas com envolvidos no escândalo dos Diários Secretos: Isabel Stein Miguel (filha do ex-diretor da Assembleia Abib Miguel, o Bibinho); João Leal de Matos (envolvido no escândalo dos Diários Secretos ao nomear a irmã e a sobrinha como funcionárias fantasmas do Legislativo); Joceli Piatkowski Nassiff (filha do ex-diretor administrativo da Assembleia José Ary Nassiff, envolvido no caso dos Diários Secretos); e Rogerio Augusto Camargo Scheibe (médico que operou Bibinho após ele ter uma crise quando estava preso no quartel da PM). Dois filhos do ex-deputado Geraldo Cartário (Geraldine Cecilia Cartário Ribeiro e Geraldo Cartário Ribeiro Júnior) também poderão ficar em casa recebendo salários menores.

Frente extinta

A Assembleia aprovou requerimento do deputado Dr. Batista (PMN) que extingue a Frente Parlamentar da Saúde. Em seu requerimento, Batista alegou que a frente estava tomando atribuições da Comissão Parlamentar de Saúde, da qual é presidente. "Já existia um consenso na Casa de que, quando existe uma Comissão Permanente para um assunto, não se deve criar uma Frente Parlamentar, pois elas podem se confrontar", comentou o deputado. Ney Leprevost (foto, PP), líder da Frente, foi o único deputado a votar contra o requerimento. "A Assembleia não deve agir como biruta de aeroporto e se mover conforme o vento", comentou, sobre a mudança de posição dos que aprovaram a criação e, depois, aprovaram a extinção da Frente.

Sem acordo

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, decidiu: não vai fazer acordo com o senador Roberto Requião. Os dois processos movidos contra o senador prosseguem. Os processos têm origem numa denúncia feita por Requião numa Escola de Governo, acusando o ministro de propor uma negociata milionária na Ferroeste. Requião protocolou no STF um pedido de suspensão condicional do processo. O senador se ofereceu para pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais, em vez dos R$ 100 mil que o ministro havia pedido. Segundo os advogados, como Requião insiste em falar na denúncia, não há acordo possível.

Crime cibernético

A chamada "Lei Azeredo", projeto que tipifica crimes cibernéticos, recebeu críticas de grande parte dos especialistas presentes na audiência pública que debateu o tema ontem na Câmara Federal. Entre os problemas apontados pelos participantes estão o período de guarda dos logs de registro (de três anos), a previsão de penas excessivamente duras para delitos simples e a criação de tipos penais considerados muito amplos.

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.