A Polícia Federal (PF) concluiu nesta quinta-feira (31) a perícia nos 161 relógios apreendidos durante a Operação Furacão, que desarticulou uma suposta quadrilha que comprava sentenças judiciais para favorecer casas de bingo e de caça-níqueis. O preço total alcança mais de dois milhões de reais e o valor médio de cada relógio foi estimado em R$ 13.500. A maioria das peças foi apreendia na casa dos bicheiros no Rio de Janeiro.
Entre as peças mais caras, estão um relógio masculino da marca Rolex que chega a custar cerca de R$ 258 mil, um modelo feminino Cellini estimado em R$ 161 mil e um Patek Philippe de R$ 109 mil. O mais barato seria um modelo de R$ 540.
Entre as jóias, foram identificados 26 relógios falsos e 8 que foram considerados relíquias, por se tratarem de modelos antigos. Entre as marcas, foram encontrados Rolex, Patek Philippe, Tag Heuer, Luis Viton, Mont Blanc, Natan, Omega, Tissot entre outros.
Ao se deparar com tão alto valor, a Polícia Federal pediu reforço policial para fazer o transporte dos relógios do Instituto Nacional de Criminalística para a sede da PF. Na semana que vem, serão concluídos as análises merceológicas, que irão estimar o valor dos carros e das jóias apreendidas.



