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Justiça

Professor mineiro quer recompensa dos EUA pela prisão de Saddam Hussein

O professor de línguas Juscelino Nóbrega da Luz, de Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais, entrou com uma ação na Justiça para receber uma recompensa de R$ 56 milhões, ou US$ 25 mil, do governo norte-americano por ter ajudado a encontrar o esconderijo do ex-ditador iraquiano, Saddam Hussein. O Superior Tribunal de Justiça vai analisar se aceita a ação nesta quinta-feira.

A ação original proposta pelos advogados do professor foi encaminhada à Justiça Federal. Porém, no julgamento do mérito ela foi extinta porque os juízes entenderam que a Justiça Brasileira não tem competência para esse caso. Nóbrega, então, recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

O professor se diz vidente. Segundo ele, os acontecimentos aparecem em sonhos e foi assim que soube com antecedência dos ataques ao World Trade Center, nos Estados Unidos; ou do tsunami que atingiu vários países da Ásia e outros fatos marcantes.

O professor mostra como provas cartas enviadas ao governo dos Estados Unidos desde a gestão de Bush pai, nos anos de 1980, alertando para ataques naquele país. Foram cerca de cinco cartas de alerta. Após a invasão norte-americana no Iraque, o professor voltou a escrever, desta vez para indicar o local onde o ditador estaria escondido e a descrição é semelhante ao local onde Saddam foi encontrado.

O professor diz ainda que dois anos antes das guerras, escreveu cartas para avisar que os Estados Unidos iriam vencer as guerras contra o Afeganistão e contra o Iraque.

Nóbrega diz também que já sabia sobre as ondas tsunami que destruíram a Indonésia, a Tailândia e atingiram outros países. Nesse caso, ele também diz ter escrito cartas às embaixadas dos países atingidos, mas não foi ouvido.

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