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| Foto: EVARISTO SA/AFP

A sessão plenária do Senado Federal desta quarta-feira (11) analisa o parecer pela admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Se aceito, a presidente será afastada do seu mandato por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume a presidência da República. Acompanhe:

Gazeta do Povo
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Encerramento

Encerramos agora a cobertura em tempo real da sessão do impeachment que afastou a presidente Dilma Rousseff. Obrigada por nos acompanhar
Gazeta do Povo
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Encerramento

Encerramos agora a cobertura em tempo real da sessão do impeachment que afastou a presidente Dilma Rousseff. Obrigada por nos acompanhar.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Posse dos ministros

A posse dos ministros do governo Temer está agendada para as 15 horas.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Fogos

Fogos de artifício acabam de ser soltos no lado de fora do Congresso para comemorar o afastamento de Dilma.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

A hora do adeus

O Senado deve comunicar a presidente Dilma Rousseff da decisão de afastá-la do cargo às 11 horas da manhã. A partir daí, Temer passa a ser o presidente.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

O lado bom da derrota

O PT preferiu ver o lado bom da derrota. Lindbergh Farias (PT-RJ) destacou que os aliados de Dilma precisam reverter apenas dois votos para que Dilma volte à Presidência após o julgamento definitivo do impeachment. Para ele, Temer será um presidente impopular e o jogo pode virar. “Nós não jogamos a toalha.”
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Comemoração tucana

Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) comemorou o resultado final da votação, com 55 votos favoráveis ao impeachment. Lembrou que o quórum qualificado para afastar definitivamente a presidente Dilma é de 54 senadores. “Valeu a pena quase um dia todo na sessão de votação do impeachment”, disse.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Falando como ministro

Na saída do plenário, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) já falou como ministro. Disse que o governo Temer começa a trabalhar ainda hoje em duas grandes linhas de ação: a garantia da estabilidade política, por meio da montagem de uma base aliada sólida no Congresso, para poder aprovar medidas que assegurem a retomada do crescimento econômico. Apesar de ter discursado como ministro, negou que tenha sido convidado por Temer para o Planejamento. “Não houve convite ainda”, disse. Os jornalistas riram.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Em Brasília, na região do Congresso Nacional, houve fogos de artifício por cerca de 5 minutos, após Renan Calheiros fazer a leitura do resultado final.
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Painel

Veja o resultado final da votação. A foto é de Evaristo Sá/AFP.
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6h39

Às 6h39, Renan Calheiros declarou encerrada a sessão que afastou a presidente Dilma Rousseff. Os senadores estavam mobilizados desde a manhã de quarta-feira. A sessão, que deveria ter iniciado às 9h, começou com uma hora de atraso, às 10h.
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Resultado

Com esse resultado, está instaurado o processo de impeachment contra a presidente Dilma. Ela será intimada do afastamento temporário de suas funções pelo senador Vicentinho Alves, ainda nessa manhã.
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Encerrada a votação

Renan encerra a votação: 55 votos favoráveis e 22 contrários. Foram registradas duas ausências.
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Começou!

Começou a votação da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma."Senadores já podem votar!"
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Antes da votação

Renan está criticando o sistema político do Brasil. "Presidencialismo antes de ser chamado de coalizão é, sem dúvida, um sistema em permanente colisão", afirmou.
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Presença

Antes do início da votação, o painel do Senado marca a presença de 77 dos 81 senadores.
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Processo de votação

Renan Calheiros (PMDB-AL) diz que, encerrada as alegações finais, os senadores passarão ao processo de votação.
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Presente mesmo com AVC

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está lendo uma mensagem da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), que compareceu no Senado, apesar de ter sofrido um AVC.. "É agora que temos de passar a limpo o nosso país. A grave crise política não é argumento para nos omitirmos e ignorarmos as dificuldades pelas quais passam os brasileiros", escreveu a senadora.
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Fim da defesa

José Eduardo Cardozo reforça que os senadores podem cometer um erro histórico e diz que, no futuro, quando os netos perguntarem de que lado ele estava, ele poderá dizer que era ao lado da democracia. Cardozo voltou a afirmar que vai ocorrer um golpe, que manchará a história do Brasil. Ele também agradeceu a presidente Dilma a oportunidade de fazer sua defesa.
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Maioria para afastamento definitivo

Levando em conta a posição do relator do processo de impeachment, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), os parlamentares que indicaram uma posição já somam o número necessário até para aprovar um afastamento definitivo de Dilma Rousseff (PT). Até agora, são 51 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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Não há crime

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, mais uma vez reafirma que não houve crime de responsabilidade fiscal cometido por Dilma. Ele diz que todos os decretos foram medidas normais de gestão.
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Encerrando

Anastasia diz que há "indícios suficientes, não para a condenação, mas para abrir o processo impeachment". Ele afirma que ao longo dos próximos meses, os senadores poderão discutir melhor a questão. Agora é a vez de José Eduardo Cardozo falar.
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Relator

Agora é a vez de Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator do processo no Senado, fazer sua fala. Ele comenta detalhes de seu relatório, que é a favor da admissibilidade do processo do impeachment da presidente Dilma.
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Encerrada a discussão

Raimundo Lira fez um discurso curto e diz que votará pela admissibilidade do processo do impeachment da presidente Dilma. Edison Lobão também votará pelo impeachment. Com isso, são 50 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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Último inscrito

Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão especial do impeachment no Senado, é o último senador inscrito a falar. Ele subiu à tribuna por volta de 5h40 e começou o seu discurso. Depois de sua fala, os senadores ouvirão o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que é o relator do processo na Casa, e José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União e responsável pela defesa da presidente Dilma.
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Curto

Edison Lobão (PMDB-MA) fez um discurso curto. Ele destacou que o voto de hoje não é uma antecipação de seu voto no final do processo.
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Placar atualizado

Jucá diz que votará pela admissibilidade do processo de impeachment. Com isso, são 48 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido. Agora, é a vez do senador Edison Lobão (PMDB-MA) falar.
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Crime

"Quero falar de crimes, não de pedaladas. Porque pedaladas parecem algo bom para a saúde, que deve ser propagado. Estamos falando de crime de responsabilidade fiscal", afirmou Jucá. O senador é o homem forte de Temer, mas ainda tem algumas pendências na Justiça, com a operação Lava Jato. Saiba mais.
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Madrugada diferente

O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que é muito próximo a Michel Temer, começa dua fala dizendo que essa é uma madrugada diferente para o Brasil -- e que teremos uma manhã diferente também. "Talvez a queda de um sonho", ponderou. Ele é o 69º senador a falar. Na sequência, estão inscritos Edison Lobão (PMDB-MA) e Raimundo Lira (PMDB-PB).
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Placar atualizado

Benedito de Lira diz que votará a favor do impeachment. Com isso, são 47 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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Piada sem graça

O senador Benedito de Lira (PP-AL) começa o discurso dizendo que é de esquerda e, por isso, vai usar a tribuna da esquerda. Só ele ri da própria tentativa de piada. Em seguida, ele começa efetivamente seu discurso. "O peso histórico da atual crise é palpável e pode ser sentido, minuto a minuto, por qualquer um. Estamos enfrentando uma crise econômica brutal", diz. Ele também afirma que é difícil prever o que vem por aí, já que a situação é muito complexa.
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Placar atualizado

Ivo Cassol diz que votará pela admissibilidade do processo de impeachment, assim como Ciro Nogueira. Com isso, são 46 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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Não é solução fácil

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) diz que o governo perdeu sua capacidade de sustentação, mas pondera que o impeachment não é uma decisão fácil. Apesar disso, ele disse que vota a favor da admissibilidade. "Meu voto não é contra ninguém, mas o Brasil precisa sair desse impasse", disse. "Voto a favor do fim da crise, voto a favor do Brasil".
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Placar atualizado

Depois de Davi Alcolumbre afirmar que votará pela admissibilidade do processo de impeachment, são 44 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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País do futuro

"Mais do que fazer história hoje, nós precisamos refazer um país inteiro. Não dá para ser eternamente o país do futuro", afirmou Alcolumbre. Em sua fala, ele criticou bastante o governo federal e lembrou a crise generalizada que o Brasil enfrenta, falando, também, de seu estado, o Amapá.
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Faltam 7

Agora é a vez do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Depois de discursar, ainda há mais seis senadores inscritos para falar.
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Placar atualizado

Com o posicionamento contrário ao impeachment de Humberto Costa, são 43 votos favoráveis, 20 contrários e 1 indefinido.
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Crítica

Costa classificou o programa Ponte para o Futuro, carta de intenções do PMDB para o governo, como a 'vanguarda do atraso' e afirma que se ele fosse submetido ao escrutínio do povo, jamais seria aprovado. Ele afirmou que o Senado está prestes a derrubar um governo que tirou milhares de brasileiros da pobreza e exaltou programas sociais que foram implementados durante o governo PT. "Este Senado estará derrubando o Brasil que deu certo", protestou.
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Aliado

Humberto Costa (PT-PE) começou sua fala dizendo que Dilma é uma mulher honesta e não é uma criminosa. "Essas não são palavras minhas, mas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso". Ele é o 64º senador a discursar.
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Placar atualizado

Com o posicionamento de José Serra e Walter Pinheiro, são 43 votos favoráveis ao impeachment, 19 contrários e 1 indefinido.
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Serra encerra a sua fala dizendo que o impeachment não é o fim dos problemas do Brasil, mas é o "começo do começo".
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Contagem regressiva

Serra é o 63º senador a discursar. Ainda faltam oito parlamentares. Por enquanto, pela indicação de votos após o discurso, já há número suficiente de senadores votando a favor da admissibilidade do processo de impeachment.
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Derretimento do país

Serra criticou o que classificou de "derretimento do país" e disse que não haveria condições de o país seguir nesse rumo até 2018.
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Do outro lado

O senador José Serra (PSDB-SP) fala no momento. Ele começou seu discurso citando Dante Alighieri, para elogiar o desempenho do Senado. De cara, ele marca sua posição. "Sou a favor do impeachment, sem nenhuma alegria, sem nenhuma comemoração. Estou apenas cumprindo meu dever".
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Sem marcar posição

O senador Walter Pinheiro (BA) não chegou a marcar sua posição pela admissibilidade ou não do processo de impeachment da presidente da Dilma. Posteriormente, ele indicou o voto contra o processo.
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Placar atualizado

Com o voto contra a favor do processo de Beber, são 42 votos favoráveis ao impeachment, 18 contrários e 1 indefinido.
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Desabafo

O senador Walter Pinheiro (sem partido - BA) critica que quando a facilidade é para a própria pele, não há inconstitucionalidade. Ele questiona que proposta nova será apresentada a partir de agora, com a a iminente aprovação do processo de impeachment.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Senador Suplente

O senador Dalírio Beber (PSDB-SC), que vai discursar agora, assumiu a vaga após a morte do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) em maio do ano passado. Ele está há exatamente um ano na cadeira de senador e votou pelo prosseguimento do impeachment.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

Com o voto contra o prosseguimento do processo de Pimentel, são 41 votos favoráveis ao impeachment, 18 contrários e 1 indefinido.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Velho Chico

Ao criticar o apoio ao agronegócio, o senador José Pimentel aconselhou a população ficar de olho na novela das 21h, da Rede Globo, Velho Chico, que serviria de exemplo a não ser seguido pelo estado. "Ali representa a região mais sofrida do Brasil, que é a região do nordeste".
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Senadores do Paraná

Ainda faltam os discursos de 12 senadores para que "acusação" e "defesa" de Dilma sejam apresentadas e a votação efetiva para a abertura do processo de impeachment comece. Nesse meio tempo, veja o que os três senadores paranaenses falaram sobre o assunto: Veja
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Na mesma tecla

Assim como a maioria dos senadores petistas, o senador José Pimentel (PT-CE) afirmou que a presidente Dilma Rousseff não cometeu qualquer crime, nem ato que justificasse o impeachment. Ele também ressaltou a defesa da agricultura familiar e disse que governo Temer deverá apoiar o agronegócio em detrimento aos pequenos agricultores.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

Com a indicação de voto contra o impeachment do senador Donizeti Nogueira, são 41 votos favoráveis ao impeachment, 17 contrários e 1 indefinido. Pelos discursos até agora, a presidente Dilma Rousseff será afastada na hora do voto eletrônico, previso para o final da madrugada.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Conspiração

O senador Donizeti Nogueira (PT-TO) afirmou, ao discursar, ser um apaixonado pela política e pela democracia. "Esse dia vai ficar marcado na história deste país e vivemos o ápice de uma conspiração engendrada pelo vice-presidente da república e alguns ex-ministros", ressaltou.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Festa na rua

Logo após Blairo Maggi declarar voto a favor do impeachment, fogos de artifício foram soltos ao lado do prédio do Congresso. Ele é o 41.º senador a declarar que vai votar pelo afastamento de Dilma. Esse é o número mínimo de votos necessário para tirá-la temporariamente da Presidência.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

17 horas

Após 17 horas de sessão, o número mágico de 41 senadores pelo afastamento da presidente apareceu com o senador Blairo Maggi (PR-MT).
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

41 pelo impeachment

Senador Blairo Maggi (PR-MT) acabou de discursar e indicou que votará pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff. Agora são 41 senadores favoráveis ao impeachment, 16 contrários 1 indefinido. Agora é aguardar que os votos sejam concretizados após os discursos. Maggi criticou fortemente a condução da economia pelo governo Dilma. "Quero como brasileiro e parlamentar ter uma oportunidade de mudar o status quo, a situação que aí está. È uma oportunidade. Não quero dizer que todos os males estarão dissipados. Não. Estaremos apenas abreviando um processo que, naturalmente, iria ocorrer em 2018. Esse processo é uma janela de oportunidade para começarmos a buscar 11 milhões de pessoas que foram mandadas embora do emprego", ressaltou.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

São 40 votos favoráveis ao impeachment, 16 contrários e 1 indefinido. São necessários 41 votos favoráveis para o afastamento da presidente Dilma. Falta 1.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Maranhão pela admissibilidade

"Minha decisão está fundamentada em minucioso estudo feito pela minha assessoria", afirmou o senador Roberto Maranhão (PSB-MA), ao discursar.
Diego Ribeiro
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Placar atualizado

Paim indicou, naturalmente, que votará em favor de seu partido, contra o impeachment. São 39 votos favoráveis ao impeachment, 16 contrários e 1 indefinido. São necessários 41 votos favoráveis para o afastamento da presidente Dilma.
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Processo

Depois dos discursos e antes da votação pela admissibilidade do impeachment começar de fato, haverá espaço para o pronunciamento do relator do processo no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e também para a defesa da presidente, na pessoa do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Ambos terão 15 minutos para falar. Isso quer dizer que a sessão deve durar ainda mais três horas
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Pedalada geral

"Qual o governador, qual o prefeito que não deu pedalada?", afirmou Paim, ao defender o governo Dilma.
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Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Sem vices

Os vice-presidentes Jorge Viana (PT-AC) e Romero Jucá (PMDB-RR) também não estavam na sessão para ocuparem a vaga deixada por Renan neste momento.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Escapadinha

O presidente do Senado Renan Calheiros deu uma escapadinha agora e deixou o 1º secretário senador Vicentinho Alves (PR-TO) para comandar a sessão. Foi ele quem chamou o próximo senador a discursar, Paulo Paim (PT-RS).
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

O placar do senado agora está assim após o discurso de Flexa Ribeiro pelo processo de impeachment: são 39 votos favoráveis ao impeachment, 15 contrários e 1 indefinido. São necessários 41 votos favoráveis para o afastamento da presidente Dilma. Pelos discursos até o momento, faltam dois.
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O discurso de Gleisi

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) saiu em defesa da presidente Dilma Rousseff e ressaltou que não há crime de responsabilidade fiscal e que o processo de impeachment é, sim, um golpe. Assista um trecho
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

"Flexada" no PT

O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defendeu que o Senado tem cumprido a Constituição. "O PT se negou a assinar a constituição de 1988 como também negou-se a assinar a lei de responsabilidade fiscal. Já sabiam que no DNA do partido e de seus parlamentares tinha a condição de não cumprir aquilo que não quiseram assinar", afirmou.
Diego Ribeiro
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Placar atualizado

Com o voto da senadora paranaense Gleisi Hoffmann, agora são 38 votos favoráveis ao impeachment, 15 contrários e 1 indefinido.Faltam discursos de 17 senadores.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Sobre a crise econômica

"Crise econômica brasileira tem sua raiz na crise mundial", argumentou a paranaense.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Ao ataque

"O senador Anastasia editou mais de cinco mil decretos de crédito suplementar durante seu governo em Minas Gerais", lembrou. "É como se quiséssemos penalizar um crime de trânsito com pena de morte", disse Gleisi sobre a acusação contra Dilma por pedalar.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Gleisi em defesa de Dilma

"A radicalização da conduta pode significar a desestabilização da democracia", completou. Segundo ela, impeachment não é para discutir um governo. Isso deve ocorrer a cada quatro anos. "Impeachment exige que tipifiquemos o crime. Não há nenhum ato de corrupção feito pela presidenta. Ela foi uma das mulheres que mais ousou no combate a corrupção dando total autonomia a Polícia Federa, Ministério Público", ressaltou a senadora paranaense.
Diego Ribeiro
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Gleisi Hoffmann

"30 anos nos separam da ditadura militar do início da nossa jovem ditadura, que nos proporcionou conquistas importantes, como o voto direto, o primeiro operário como presidente, a primeira mulher para presidir o país. Começamos a conviver com o diferente. Recomeçamos a exercitar a tolerância, mas não na profundidade que deveríamos fazer. Hoje me assusta como a forma como as pessoas estão se manifestando nas redes sociais e nas ruas. Infelizmente cresce entre nós aqueles que a violência e a força devem prevalecer", disse Gleisi, na abertura de seu discurso.
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Placar atualizado

O senador Wellington Fagundes votou pela admissibilidade do processo. Agora são 38 votos favoráveis ao impeachment, 14 contrários e 1 indefinido.
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Senadora paranaense

A próxima senadora a discursar é a petista paranaense Gleisi Hoffman. Ela, que já foi chefe da Casa Civil, defenderá seu partido e a presidente com veemência, como tem ocorrido constantemente nas redes sociais.
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Ex-professor de aparência gótica

O jornal britânico Financial Times trouxe na sua edição de quarta-feira (11) uma descrição curiosa do futuro presidente interino Michel Temer. A publicação o descreveu como um ex-professor de direito com uma aparência ligeiramente gótica e que, a despeito da expressão impassível, tem uma vida pessoal um pouco picante. Leia
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Os temas dos senadores

Os discursos dos senadores envolvem temas variados. Falam em reivindicações como novo pacto federativo, reforma política e passam pela crítica à imprensa e à Operação Lava Jato. Pouco se fala em indícios, provas do crime de responsabilidades, das pedaladas cometidas pelo governo da presidente Dilma.
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Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Pacto federativo

O senador Wellington Fagundes (PR-MT) pediu por um novo pacto federativo, grande reivindicação dos prefeitos do país.
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Placar atualizado

O senador Tasso Jereissati anunciou voto pelo processo de impeachment. O placar do senado está assim: 37 votos favoráveis ao impeachment, 14 contrários e 1 indefinido.
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Senador critica sistema político

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) criticou a quantidade de partidos no país e defendeu uma reforma política. "Essa sistemática tem gerado ao longo do tempo gerado enormes e irremediáveis problemas ao nosso país", comentou. Ele é o 52º senador a discursar.
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Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Maria do Carmo, a Breve

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) destoou de todos os demais senadores que discursaram. Ela falou por no máximo um minuto. Se todos tivessem sido tão breves quanto ela, a sessão já teria terminado.
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Placar atualizado

Com o voto pelo impeachment de Maria do Carmo, o placar do senado está assim: 36 votos favoráveis ao impeachment, 14 contrários e 1 indefinido.
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Rápida senadora

Senadora Maria do Carmo afirmou ser a favor da admissibilidade do processo pelo impeachment. Ela não levou nem cinco minutos para concluir seu discurso.
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Tempo esgotado

O microfone dos senadores que extrapolam os 15 minutos de discurso é cortado automaticamente. Foi o que aconteceu com o senador Paulo Rocha. Agora quem discursa é a senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE).
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Placar atualizado

Com o voto contra o impeachment de Rocha, o placar do senado está assim: 35 votos favoráveis ao impeachment, 14 contrários e 1 indefinido.
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Tudo sobre o impeachment

Quer ficar por dentro das últimas notícias sobre processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff? Leia mais aqui
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Crítica à operação Lava Jato

O 50º senador a discursar nesta sessão de votação é Paulo Rocha (PT-PA). "A chamada Lava Jato está sendo usado em um processo sofisticado de alianças políticas, usando braço judiciário e do MP para criminalizar a política e quem está no poder político do país", disse, ao abrir o discurso.
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54 milhões de votos

Há pouco mais de meia hora, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que deve discursar daqui a pouco, postou uma foto da presidente Dilma Rousseff no seu perfil no Facebook, lembrando que ela recebeu mais de 54 milhões de votos nas últimas eleições. Para os defensores de Dilma, o impeachment iniciado em razão das pedaladas fiscais não é legítimo e configura golpe -- um golpe contra os mais de 54 milhões de eleitores que votaram nela.
Diego Ribeiro
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Placar atualizado

Após o discurso de Farias, são 35 votos favoráveis ao impeachment, 13 contrários e 1 indefinido.
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Novas eleições

Pelo menos três senadores -- João Capiberibe (PSB-AP), Roberto Requião (PMDB-PR) e João Randolfe Rodrigues (Rede-AP) -- discursaram a favor da convocação de novas eleições. Para eles, o governo de Michel Temer também não será legítimo.
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"Temer não passa de um golpista"

"Vamos fazer uma dura oposição. Não vamos aceitar retiradas de direitos dos trabalhadores ou perdas de conquistas. Não vamos reconhecer Temer como presidente. Ele não passa de um golpista. É o primeiro presidente da República que vai assumir como ficha suja e inelegível. Por onde ele andar neste país vai ter estudantes e trabalhadores dizendo que não aceitam um governo com estas características", disse Lindberh Farias.
Diego Ribeiro
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Faltam 22

O petista Lindbergh Farias é o 49º senador a discursar.
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Último dia?

No seu provável último dia, Dilma Rousseff assinou 14 decretos. Leia mais
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"É golpe", diz senador petista

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) lembra o golpe militar de 1964. Ele acusou a mídia de tentar vender, na época, o golpe militar como ação democrática, comparando aquele ato com o processo de impeachment atual. "Não tenho menor dúvida que para história deste país isso aqui vai passar como um golpe parlamentar na democracia brasileira", comentou.
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Soneca

Segundo o jornalista Leandro Colon, do jornal Folha de São Paulo, a nova previsão para o final dos discursos é 6h. Os senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) e Edison Lobão (PMDB-MA), últimos da lista, foram dormir e serão acordados próximo do discurso.
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Placar atualizado

Com o voto de Otto Alencar, são 35 votos favoráveis ao impeachment, 12 contrários e 1 indefinido. Ele afirmou que querem mudar a eleição no "tapetão", jargão usado no futebol para fazer referência a mudança de resultados em campeonatos na Justiça.
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Como ficará Dilma?

Logo depois da votação para a aceitação ou não do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado estava prevista a apreciação no plenário da Casa sobre como ficarão os direitos da mandatária. O presidente do Senado, Renan Calheiros, não deixou claro se manterá esse plano. Na prática, Dilma poderá perder metade do salário e outros privilégios. Saiba mais
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Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Falhas

"Creio que uma das maiores falhas, que aconteceram também em outros governos, foi se nomear ministros e diretores de empresas com carteiras assinadas por partidos políticos", afirmou o senador Otto Alencar (PSD-BA), ao criticar a influência política nas gestões técnicas. Ele é o 48º senador a discursar. Faltam 23.
Diego Ribeiro
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Placar atualizado

Bezerra Coelho, 47º senador a discursar, afirmou que votará em favor da admissibilidade do processo de impeachment no senado. Com o voto dele, são 35 votos favoráveis ao impeachment, 11 contrários e 1 indefinido. "O relatório da comissão especial do impeachment deixa claro que existem indícios suficientes de autoria e materialidade (do crime de responsabilidade)", afirmou.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Troca-troca

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), que discursa agora, era para ter sido o 39º parlamentar a falar, mas naquele momento, o senador Antonio Carlos Valadares discursou em seu lugar.
Gazeta do Povo
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O discurso de Collor

Um dos principais discursos desta sessão do Senado foi o do ex-presidente e senador Fernando Collor (PTC-AL). Ele não declarou seu voto abertamente, mas deve se declarar a favor da abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Leia mais
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

A senadora Lídice não afirmou se votará ou não pelo prosseguimento do processo, mas seu discurso indicou voto contrário ao impeachment. Com o voto dela, são 34 "votos favoráveis" ao impeachment, 11 contrários e 1 indefinido. 46 parlamentares já discursaram.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

"House of Cards"

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) já indicou ser contra o prosseguimento do processo do impeachment. Na avaliação dela, há uma show de troca de cargos e favores para compor um novo governo. A senadora comparou a política do país com a séria norte-americana House of Cards. "Mas, ao contrário da série, onde tudo ocorre nas sombras, aqui ocorre tudo as claras".
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

O senador Capiberibe defendeu novas eleições, afirmou que o impeachment agravará a crise e indicou que deve votar contra o prosseguimento do processo no senado. Agora são 34 "votos favoráveis" ao impeachment, 10 contrários e 1 indefinido. Capiberibe foi 45º senador a discursar.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Representante do Amapá

O senador João Capiberibe (PSB-AP) começou o discurso afirmando que o impeachnment é um confronto e que o conflito agravará a crise.
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Um nome para a AGU

Um dos convidados para falar na Comissão do Senado que analisou o impeachment, a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff, Fábio Medina Osório, foi confirmado nesta quarta-feira (11) como futuro advogado-geral da União do governo Temer. A informação é da Agência O Globo. Osório é presidente do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado e ex-promotor de Justiça do RS. Entre outras responsabilidades, um dos principais deveres do cargo é a defesa do presidente da República. Neste caso, do futuro presidente interino Michel Temer.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

São 34 "votos favoráveis" ao impeachment, 9 contrários e 1 indefinido. O discurso do senador Omar Aziz foi o 44º até agora.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

"Faltou humildade"

Para o senador Omar Aziz, faltou humildade à presidente Dilma para admitir a real situação da economia brasileira. Este é, segundo o senador, o principal motivo que tem levado a presidente ao afastamento.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Popularidade

"Se a presidente Dilma tivesse popularidade, ela poderia pedalar a noite toda, que ninguém votaria seu impeachment", disse o senador Omar Aziz (PDS-AM)
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Novo governo

O vice-presidente Michel Temer chegou ao dia do provável afastamento da presidente Dilma Rousseff do cargo com seu Ministério praticamente pronto, sem notáveis, como pretendia, e exclusivamente integrado por políticos dos partidos que formarão sua base de apoio. Veja
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Líder do PSD

O senador paulista Omar Aziz , líder do PSD, e representante do estado do Amazonas, é o próximo a discursar. Ele é o 44º parlamentar a discursar. Faltam 27.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Placar atualizado

O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) declarou voto favorável ao prosseguimento do processo de impeachment no senado. "O senado terá que aprofundar o exame da acusação e da defesa para apontar seu julgamento impondo ou não à presidente a perda de seu mandato", disse. São 33 "votos favoráveis" ao impeachment, 9 contrários e 1 indefinido. Com ele, 43 parlamentares já fizeram suas declarações.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Placar atualizado

São '''32 votos favoráveis''' ao impeachment, '''9 contrários''' e '''1 indefinido'''. 42 parlamentares já fizeram suas declarações.
Gazeta do Povo
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Opinião da Gazeta do Povo

Tanto oposição quanto governo dão como certo a aprovação da abertura de impeachment de Dilma Rousseff. Por isso, no editorial desta quinta-feira (12), a Gazeta do Povo ressalta que Michel Temer precisa dar sinais claros a respeito de que caminhos o governo irá trilhar. O primeiro teste vai acontecer no pronunciamento que ele deve fazer ainda na tarde de quinta. Leia
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

32º

Gladson Cameli (PP-AC) foi o 32° senador a se pronunciar a favor da instauração do processo de impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

71 inscritos

Ao todo, 71 senadores se inscreveram para falar antes da votação. O senador Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), 39° inscrito, porém, ainda não se manifestou. Bezerra deveria ter subido à tribuna logo após Collor.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

31 a favor x 9 contrários

Por ora, são '''31 votos favoráveis''' ao impeachment, '''9 contrários''' e '''1 indefinido''', do senador Fernando Collor. 41 parlamentares já fizeram suas declarações.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Paulo Bauer (PSDB-SC)

"O Brasil cresce como rabo de cavalo, apenas para baixo e não para cima"
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Governo só não governa

Para Paulo Bauer (PSDB-SC), quando um governo não tem interlocução com o Congresso nem com a sociedade, há motivos mais que suficientes para a instauração de um processo de impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Três dezenas

Com a declaração favorável ao impeachment de Valdir Raupp (PMDB-RO), o número de votos a favor declarados pelos senadores subiu para 30.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Representação

Em sua fala, Paulo Bauer (PSDB-SC) afirmou que os senadores precisam ter a consciência de que estarão votando por milhares de brasileiros. Bauer pediu responsabilidade aos colegas.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Vota pelo sim

Valdir Raupp (PMDB-RO) espera que uma "nova página de progresso possa ser escrita no Brasil".
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Placar atualizado

Até o momento, são '''29 votos favoráveis''' ao impeachment, '''9 contrários''' e '''1 indefinido'''. Quem não deixou claro seu posicionamento foi Fernando Collor. 39 senadores se pronunciaram.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Requisitos presentes

Para o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), os requisitos necessários para a instauração do processo de impeachment estão presentes.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Carreata

A carreata que comemoraria o impeachment não vingou na noite fria desta quarta-feira Curitiba. Poucos carros compareceram.
Gazeta do Povo
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Procedimento

Ainda restam 30 senadores para discursar e a sessão deve ir até a manhã desta quinta-feira (12). É que depois dos discursos e antes da votação pela admissibilidade do impeachment começar de fato, haverá espaço para o pronunciamento do relator do processo no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e também para a defesa da presidente, na pessoa do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Ambos terão 15 minutos para falar.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

"Monumental asneira"

Sempre polêmico, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) não poupou críticas ao processo de impeachment durante sua manifestação na sessão desta quarta-feira (11). Confira.
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Sem posicionamento

Collor (PTC-AL) terminou seu discurso sem deixar claro seu posicionamento em relação à admissibilidade do impeachment
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Na história

Collor lê um trecho do livro que o historiador Marco Antônio Villa fez sobre ele e que foi lançado em março deste ano para frisar o quão atropelado foi o processo de impeachment em 1992, dando a entender que várias das situações que ocorreram há 11 anos podem estar se repetindo. "A história me reservou esse momento. Devo vivê-lo no cumprimento do meu dever"
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Uma nova política

Collor afirma que o atual processo de impeachment representa a falência do atual sistema político brasileiro e que ele precisa ser repensado
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Deterioração

"Não há mais como sustentar um sistema deteriorado em sua essência", diz Collor sobre o sistema político brasileiro atual. Ele lembra que não há fórmula mágica para o presidencialismo do Brasil e brinca com a expressão "presidencialismo de coalizão", mudando-a para "presidencialismo de cooptação".
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"Eu avisei"

Collor diz que alertou o governo do PT sobre os erros cometidos no início do novo mandato de Dilma Rousseff. "Ofereci-me para a ajudar".
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Negligência

Em 1992 Lima Sobrinho, segundo Collor, profetizou que o presidente deve ser divulgado segundo os princípios da moralidade política. O senador lembra que a crise está na deterioração econômica, na irresponsabilidade no aparelhamento do estado que o tornou ineficaz e afirma que é crime de responsabilidade a simples negligência com o país.
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4 meses

Collor lembra que no caso dele o processo de impeachment levou apenas quatro meses
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Subiu para 9

Com a declaração de Armando Monteiro (PTB-PE), agora são 9 senadores contrários ao impeachment de Dilma Rousseff.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Divórcio

Há cinco anos, o petista Ricardo Berzoini e os peemedebistas Henrique Eduardo Alves e Marcelo Castro repartiram um bolo, bem ao estilo dos de casamento, para celebrar a aliança entre PT e PMDB. No topo, bonecos de biscuit de Dilma e Temer. Relembre.
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Ruínas de um governo

Collor começa seu discurso falando da "crise moral" e da expressão de Rui Barbosa sobre "as ruínas de um governo", ainda no Brasil de 1930, para lembrar do seu afastamento em 1992. Essas expressões foram citadas na denúncia que resultaram em seu impeachment
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Expectativa

O discurso do ex-presidente da República, o senador Fernando Collor (PTC-AL), afastado do cargo em 1992, é um dos mais aguardados, por razões óbvias.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Deu tempo

Armando Monteiro (PTB-PE), que era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, reassumiu seu mandato como senador para poder participar da sessão do impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Placar

Após a fala de Regina Sousa (PT-PI), subiu para '''8''' o número de parlamentares '''contrários ao impeachment'''.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Traição

Regina Sousa afirmou que "Dilma foi traída por aqueles que compartilharam o poder com ela".
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Eu voto por...

Regina Sousa (PT-PI) criticou as justificativas dos deputados durante a votação do impeachment na Câmara, que homenagearam a família, Deus... "Só faltou o cachorrinho". Também se disse decepcionada com a discussão no Senado, "apesar do debate mais qualificado".
Gazeta do Povo
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Collor vem aí

O senador Armando Monteiro (PTB-PE), que começou a falar agora, é o 37.ª parlamentar inscrito nesta noite. Fernando Collor virá daqui a pouco, é o 38.º inscrito.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Disfarce

Para a senadora Regina Sousa (PT-PI), o processo de impeachment é um golpe "travestido de ato democrático".
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

35 senadores falaram

Placar do impeachment atualizado: '''28 A FAVOR X 7 CONTRA'''
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Três carros

Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Por ora, a carreata que deveria sair da Praça Santos Andrade até a Justiça Federal, no Ahú, conta apenas com três carros. A concentração começava às 21h30 e agora, às 22h30, estava marcada o início da carreata. Rafael Muller (foto) é um dos participantes da pequena carreata.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Todos querem falar

Cada vez está mais certo que a sessão do impeachment só vai terminar na manhã de quinta. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) acaba de lembrar que não houve consenso para reduzir o tempo de pronunciamento dos senadores no plenário, fixado em até 15 minutos. Afinal, todos querem manifestar sua posição publicamente. Randolfe sintetiza: "É a sessão mais importante do plenário do Senado nos últimos 30 anos".
Gazeta do Povo
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Na "torcida"

Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Um grupo de curitibanos espera em frente da justiça federal, no Ahú, a votação pela admissibilidade do impeachment no Senado. Era esperada uma carreata da Praça Santos Andrade até o local onde o grupo está, mas parece que não haverá adesão à convocação do Movimento Brasil Livre Curitiba. A PM está no local para organização do trânsito caso a carreata chegue na região.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Irresponsável

Para Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a irresponsabilidade de Dilma empurrou o Brasil para a crise em que o país se encontra.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Pedido negado

O ministro do STF Luís Roberto Barroso negou pedido liminar do diretório do PT de Cidade Ocidental (GO) que buscava impedir o vice-presidente Michel Temer (PMDB) de nomear e exonerar ministros caso assuma a Presidência da República interina. Continue lendo.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Agora são 27

Hélio José (PMDB-DF) declarou ser favorável ao impeachment, e disse que espera muita "serenidade" do governo de Michel Temer.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Renan banguela

Gazeta do Povo
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Mais um a favor

Senador Reguffe, do Distrito Federal e atualmente sem partido, também votou pela abertura do processo de impeachment. Ainda faltam 37 senadores para discursar - nenhum desistiu dos seus 15 minutos no plenário do Senado e a sessão deve se arrastar até as 7 horas desta quinta-feira (12)
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Carreata

Alguns carros já começam a chegar na Praça Santos Andrade para puxar uma carreata pró impeachment até a Justiça federal. Um dos organizadores, Rafael Muller, afirmou que a demora para votação atapalhou a organização do movimento. Apesar disso, ele está confiante que mais pessoas engrossarão a carreata.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Renan banguela

Momento de descontração: os jornalistas que acompanham a sessão do impeachment no comitê de imprensa do Senado pararam o que estavam fazendo para assistir e rir do vídeo que mostra o senador Renan Calheiros perdendo um dente. Foi no meio de uma entrevista coletiva antes de ele retomar a sessão do impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Comparação

Para o senador Reguffe (sem partido-DF), um governo não pode gastar mais do que arrecada. O parlamentar compara a situação a um cidadão que tem um gasto mensal maior do que o salário.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Placar do impeachment

Placar atualizado após a fala de Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), senadora contrária ao impeachment: '''25 A FAVOR X 7 CONTRA'''
Gazeta do Povo
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Renúncia nem pensar

Renúncia no Brasil é fato raro e Dilma garante que vai manter escrita Leia mais
Gazeta do Povo
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Pronunciamento

A presidente Dilma Rousseff falará à imprensa nesta quinta-feira (12) às 10 horas, no salão leste do Planalto, informou a assessoria da Presidência. A previsão é que também pela manhã ela seja notificada da decisão do Senado que deve culminar com o seu afastamento por até 180 dias. Saiba mais
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Vendo o sol nascer

Senadores estimam que a sessão do impeachment, se continuar no mesmo ritmo, só vai terminar às 7 horas da manhã da quinta-feira.
Gazeta do Povo
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Afronta

Vanessa Grazziotin, do PC do B, chama o processo de impeachment em razão das pedaladas de "afronta à Constituição"
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

25

Lasier Martins (PDT-RS) foi o 25º senador a se pronunciar de forma favorável ao pedido de impeachment.
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Acusação e defesa

É importante lembrar que ainda antes do início da votação da admissibilidade ou não do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff haverá espaço para o pronunciamento do relator do processo no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e também para a defesa da presidente, na pessoa do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Ambos terão 15 minutos para falar.
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Acampamento

Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Um grupo de curitibanos que acampa em frente à Justiça Federal, no Ahú, tem soltado fogos de artifício em comemoração à votação do impeachment. Eles estão assistindo aos discursos dos senadores e ouvindo o hino nacional. A PM está no local para organização do trânsito caso a carreata chegue na região.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Queria R$ 15 mil

A Polícia de São Paulo prendeu nesta quarta-feira (11) um hacker acusado de extorquir Marcela Temer. Após invadir os arquivos do telefone celular de Marcela, o homem teria pedido R$ 15 mil à mulher do vice-presidente para devolver os dados do aparelho. Saiba mais
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Os 3 culpados

O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), encontrou três culpados pelo impeachment de Dilma: o juiz Sergio Moro, o deputado Eduardo Cunha e a imprensa. Sobre a Lava Jato, disse: "Essa operação teve o objetivo claro de atacar o PT e seus principais líderes".
Diego Ribeiro
Diego Ribeirorepórter da Gazeta do Povo

Carreata

Ainda nenhun movimento na Praça Santos Andrade, onde está programada carreata de comemoração pelo impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Placar

Com a declaração de que Randolfe Rodrigues (Rede-AP) votará de forma contrária ao impeachment, o placar está '''24 A FAVOR X 6 CONTRA'''
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Entenda

Fala agora o senador Lasier Martins. Ele é o 31.º parlamentar a falar. Faltam 39. Entenda o procedimento no Senado: Para a votação começar, é preciso um quórum mínimo de 41 senadores. A aprovação do processo de impeachment é decidida por maioria simples. No caso de os 81 senadores estarem presentes, é preciso que 41 votem a favor da admissibilidade do processo. A votação é aberta e nominal, mas, ao contrário do que aconteceu na Câmara dos Deputados, não há convocação de um por um à tribuna. O painel é aberto e a votação é eletrônica: cada senador vota sim, não ou abstenção de sua mesa. Ao final, o painel mostra o total e o posicionamento de cada parlamentar. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Nova Diretas Já

O senador petista Paulo Paim, do Rio Grande do Sul, defendeu a realização de uma eleição presidencial ainda neste ano como forma de resolver a crise política de forma definitiva.Mas, para que isso ocorra, disse ele, seria preciso haver um forte movimento popular pedindo a antecipação do pleito. "Se a sociedade quiser, a eleição sai", afirmou.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Paraná otimista

O governo do Paraná espera colher bons frutos com a possível chegada de Michel Temer à Presidência da República. A expectativa é de que o novo governo libere R$ 1,76 bilhão em empréstimos solicitados pelo Palácio Iguaçu. Saiba mais.
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Posição mantida

Ainda em abril, Randolfe "enganou" uma das autoras do pedido de impeachment, Janaína Paschoal, ao fazê-la analisar a argumentação do pedido de forma a evidenciar que Temer também cometeu os mesmos erros Relembre. O senador pela Rede se diz contra as medidas anunciadas para o futuro governo Temer
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Mesma moeda

Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede), Dilma e Temer são lados da mesma moeda. Ele declarou apoio à Operação Lava Jato e também sustentou que Temer seja julgado pelas mesmas acusações.
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29 de 70

Crivella é o 29º senador a se pronunciar. Ainda faltam 41
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Cinco

Requião foi o quinto senador a se pronunciar de forma contrária ao impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Noite longa

Para Paulo Humberto Costa (PT-PE), a votação deve ocorrer apenas às 7h da manhã. O líder do PT acredita que a sessão só será encurtada se alguns senadores desistirem de se pronunciar.
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Mais um favorável

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) declara ser favorável à abertura do processo de impeachment
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Requião vota não

O senador paranaense termina seu discurso afirmando que votará contra a admissibilidade do impeachment de Dilma Rousseff
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Impeachment não é solução

Requião vai finalizando seu discurso lembrando que o impeachment não é solução. Para ele, talvez um referendo ou mesmo a convocação de novas eleições seria a solução mais acertada.
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Frustração

Para Requião, não há um projeto de futuro para o Brasil. Ele disse que sente frustrado porque os compromissos de campanha de Dilma não foram cumpridos. "Não verdade, os compromissos cumpridos foram os compromissos do PMDB".
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Crítica a Temer

"Toda a proposta arquitetada pela assessoria de Temer é neoliberal e é a mesma proposta que acabou com a Espanha, Itália e praticamente liquidou a Grécia", disse Requião, dando a entender que seu colega de partido e suas propostas não são as melhores para o país
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Interrupção

Renan Calheiros interrompe o colega de partido para lembrar que o Senado deve ser a única figura do governo que tem conseguido manter as contas em dia
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Recall político

Para Requião, a figura do impeachment está sendo utilizada como um recall político porque a Constituição Brasileira não prevê tal instrumento. Ainda assim, o senador do Paraná admite que não há mais condições de governabilidade para Dilma.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Dilma prepara pronunciamento

A assessoria da Presidência informou que Dilma falará à imprensa nesta quinta-feira (12) pela manhã. O Planalto também confirmou que a presidente gravou um vídeo, que será divulgado nas redes sociais, para comentar a decisão. Continue lendo.
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Crime

Requião afirma que não houve crime de responsabilidade fiscal por parte do governo de Dilma Rousseff. "Se assim fosse, outros 16 estados também teriam tal crime"
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Referendo revogatório

Requião classifica o processo de impeachment em avaliação no Senado de espécie de "referendo revogatório" e que como tal, lembra ele, não está previsto na Constituição
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Utopia neoliberal

Requião critica a imprensa brasileira dizendo que ela adotou uma agenda utópica e neoliberal
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Ele avisou

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) começa o discurso dizendo que talvez tenha sido o único senador a alertar para os números ruins da economia quando ainda os parlamentares concordavam com a política governo da gestão Dilma Rousseff
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"Dilma mentiu"

Senador Waldomir Moka afirma que Dilma Rousseff mentiu durante sua campanha de reeleição e que só mais tarde a população começou a ter conhecimento da "crise econômica e social do país"
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Discursos 2

Ainda durante o dia, o número de inscritos para discursar no Senado era de 68. Mas entraram na lista também Romero Jucá (PMDB-RR) e Edison Lobão (PMDB-MA).
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Discursos

Pelas regras definidas na casa, os senadores que se inscreveram poderão falar por até 15 minutos. Até agora, com Waldemir Moka, 27 falaram. Ainda faltam outros 43 inscritos.
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Burburinho

O burburinho no Senado é grande. Por isso o pedido de Calheiros. Ele ameaça suspender a sessão se os parlamentares não fizerem mais silêncio
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Balanço

Álvaro Dias (PV-PR) foi o 22º senador a afirmar que votará a favor do pedido de impeachment. Até o momento, apenas quatro se declararam contrários.
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Silêncio, por favor

Renan Calheiros pede que os deputados que vieram acompanhar a sessão no Senado não atrapalhem o andamento dos trabalhos e parem de conversar
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"Usina da corrupção"

Álvaro Dias (PV-PR) chamou o governo do PT de "usina da corrupção" e reforçou que esse é, sim, o motivo do processo de impeachment que agora tem a sua admissibilidade analisada no Senado
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

"Balcão de negócios"

Mais cedo, Álvaro Dias afirmou que Michel Temer vem configurando seu possível governo como um "balcão de negócios". Confira o vídeo.
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País tem duas faces

"Na esteira desses escândalos (Mensalão, Lava Jato) (...) eu vejo a fotografia do país com duas faces: de um lado a indignação, de outro a esperança", disse o senador Álvaro Dias (PV-PR). "Eu vejo também o surgimento de uma nova Justiça, que atinge os poderosos", complementou ele, fazendo referência à "República de Curitiba"
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Crise não é de agora

Álvaro Dias (PV-PR) lembra que ainda em 2005, durante as investigações do mensalão, sugeriu o impeachment do então presidente Lula
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Legitimidade

O senador Álvaro Dias (PV-PR) começa seu discurso reforçando a constitucionalidade e legitimidade do processo de impeachment no Congresso Nacional
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Mariana BalanEditora de Justiça

Novos ministros

Michel Temer chega ao dia do provável afastamento da presidente Dilma do cargo com seu Ministério praticamente pronto. Na lista, há nomes dados como certeza e outros cotados. A Casa Civil, por exemplo, ficaria Eliseu Padilha, ex-ministro da Aviação Civil do governo Dilma. Leia mais.
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21 a 4

Até o momento, 21 senadores se pronunciaram a favor do impeachment e apenas 4 foram contrários ao processo de afastamento de Dilma.
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Horrorizados

Wilder Moraes (PP-GO) diz que brasileiros assistem "horrorizados" há mais de um ano às denúncias de corrupção. Para ele, o Senado pode ficar do lado da maioria da população, que rejeita Dilma Rousseff
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Voz das ruas

Em seu pronunciamento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que foram os brasileiros que saíram às ruas para dar um basta ao desprezo à verdade, à ética e à correção na gestão pública.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Ops

Dente de Renan Calheiros é o primeiro a "cair" em dia de votação do impeachment. Confira no blog Caixa Zero.

Afastamento dos maus

Para o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), impeachment é o instrumento capaz de afastar maus presidentes e trazer de volta o equilíbrio entre os poderes.
Mariana Balan
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O presidente do Senado reabre a sessão.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Retorno

A sessão deve ser retomada em instantes.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Balcão de negócios

Álvaro Dias (PV-PR) acredita que o modo como o possível governo Temer vem se configurando é comparável a um "balcão de negócios".
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Palavra de craque

“Nenhuma mágica vai nos tirar instantaneamente do atoleiro”, diz o senador Romário, sobre um eventual governo Temer. O ex-craque é favorável à saída da presidente Dilma.
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Oposição

Nas diferentes sondagens, oposição não conta com mais do que 23 votos contra o impeachment da presidente Dilma no Senado. Insuficiente para parar o processo.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Tchau, querida?

Se o pedido de impeachment realmente for aprovado pelo Senado, Lula vai esperar Dilma em frente ao Palácio do Planalto nesta quinta-feira (12), quando a presidente deve deixar seu gabinete para cumprir o afastamento de até 180 dias do cargo. O próprio Lula aconselhou que Dilma não descesse a rampa do Planalto, já que o ex-presidente considera o ato uma representação de "fim de governo". Continue lendo
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
A Polícia Militar estima que em frente ao Congresso Nacional, no gramado, há cerca de 600 manifestantes na área reservada aos contrários ao impeachment e aproximadamente 300 pessoas do outro lado, a favor do afastamento da petista.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Neste intervalo, a oposição já calcula o seguinte placar: se 77 dos 81 senadores estiverem presentes na sessão, serão 56 votos a favor do afastamento da presidente Dilma e 20 contra. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB), já disse que não irá votar.
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Até 7 horas da manhã

Assessores de parlamentares estimam que a sessão de hoje dure até as 7 horas desta quinta-feira.
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Placar até agora

Dos 22 senadores que pronunciaram discursos, apenas quatro defendem que o processo do impeachment não deveria ser aberto: Telmário Mota (PDT-RR), Angela Portela (PT-RR), Jorge Viana (PT-AC) e Fátima Bezerra (PSB-PE).
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Temer na espera

Segundo o senador Romero Jucá (PMDB-RR), Michel Temer deve ser notificado até às 11h de quinta-feira (12) sobre a decisão do Senado. Caso Dilma seja mesmo afastada, os ministros do presidente interino assumem seus cargos já pela tarde. Confira
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Intervalo

Renan Calheiros diz que vai encerrar o segundo bloco de discursos e fazer um intervalo até 19 horas. O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) pede que a sessão continue, mas Renan não muda de opinião. A interrupção estava prevista.
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"O PT trabalhou pela educação"

De acordo com Fátima Bezerra, houve um legado importante do governo do PT para a educação do país.
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'Coveiros da democracia'

Os parlamentares do PSDB, de acordo com Fátima Bezerra (PSB-PE) seriam os 'coveiros da democracia'. "Os filhos da casa grande nunca aceitaram ser governados pelos representantes da senzala", disse.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Quis agilizar

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sugeriu que o tempo de fala de cada senador fosse reduzido em cinco minutos. O líder do governo, Humberto Costa (PT-PE), mostrou-se contra. Continue lendo
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Ex-aliada

Quando se pronunciou nesta quarta-feira (11), a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) afirmou estar convencida de que há indícios mais do que suficientes contra a presidente. Ex-petista, Marta chegou a ser ministra da Cultura de Dilma. Saiba mais
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"Dilma é íntegra e honesta"

A senadora Fátima Bezerra (PSB-PE) afirma que a presidente Dilma não cometeu crime. Por isso, o processo de impeachment seria um golpe. De 22 senadores, ela é a quarta que defende o governo.
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"O país está parado"

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) diz que o país precisa voltar a crescer e que a abertura do processo de impeachment é o caminho para isso.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
A bancada do PTB teria fechado questão sobre a indicação de Ronaldo Nogueira (RS) para o Ministério do Trabalho do virtual governo Temer. O deputado federal pelo Paraná Alex Canziani (PTB) também estava de olho na cadeira.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Deputados federais estão presentes no plenário do Senado, acompanhando a sessão, como Rubens Bueno (PPS-PR), Sílvio Costa (PTdoB-PE), Pauderney Avelino (DEM-AM), Alessandro Molon (Rede-RJ) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Mais cedo, outros deputados federais também passaram por lá, como os paranaenses Sergio Souza (PMDB) e Ricardo Barros (PP).
Deputados federais estão presentes no plenário do Senado, acompanhando a sessão, como Rubens Bueno (PPS-PR), Sílvio Costa (PTdoB-PE), Pauderney Avelino (DEM-AM), Alessandro Molon (Rede-RJ) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Mais cedo, outros deputados federais também passaram por lá, como os paranaenses Sergio Souza (PMDB) e Ricardo Barros (PP).
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Marcela Temer

A esposa do vice-presidente chega a Brasília com o filho e deverá aparecer ao lado de Temer em pronunciamento.
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'Temer, o ilegítimo'

Políticos do PT e do PCdoB na Câmara lançaram um movimento chamado "Temer, o ilegítimo", em oposição a um eventual governo provisório do vice-presidente Michel Temer. Eles afirmam que "não se esqueceram como fazer oposição".
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"Lula é referência para o mundo"

Lula, na opinião de Jorge Viana (PT-AC), foi um dos melhores presidentes do Brasil. "Foi Lula que tirou o Brasil do mapa da fome". Para Viana, o "golpe" que estão aplicando é "traição".
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20 discursos

Apenas três senadores defenderam o governo de Dilma Rousseff até agora: Telmário Mota (PDT-RR), Angela Portela (PT-RR) e Jorge Viana (PT-AC). Os outros 17 parlamentares que subiram à tribuna foram favoráveis ao impeachment.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

E o placar?

Direto de Brasília, o editor da Gazeta do Povo Fernando Martins afirma que o afastamento de Dilma já é dado como certo. A dúvida que permanece é o placar. Segundo Martins, o que se comenta pelos corredores do Senado é que a oposição espera 56 votos favoráveis, o que seria um bom resultado. Confira o vídeo
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"Grave erro"

O senador Jorge Viana (PT-AC) começa seu discurso dizendo que lamenta ter de dar sua opinião sobre o impeachment. De acordo com ele, o afastamento de Dilma não é solução, mas um "grave erro".
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Aliados da presidente Dilma já começam a afinar o discurso nos bastidores: dentro dos 180 dias de afastamento temporário, o jeito é tentar apostar no fracasso do governo Temer, na tentativa de recuperar o mandato ao final. Para isso, promessa de oposição acirrada, tanto no Congresso Nacional quanto fora, com sindicatos de trabalhadores e movimentos sociais nas ruas. Embora o prazo máximo para o julgamento seja 180 dias (até meados de novembro), é possível que o tema chegue ao plenário já no mês de setembro. O calendário ainda será definido.
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Gastança

O senador José Agripino (DEM-RN) disse que o governo do PT se habituou à gastança. As estatais, afirmou, estão endividadas.
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Cautela?

A presidente Dilma Rousseff já retirou seus pertences pessoais do gabinete presidencial, como fotos da filha, dos netos e livros. Funcionários do Planalto dizem ainda que scanners e trituradores de papel têm sido bastante usados nos últimos dias... Leia mais
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Faltam 49 discursos

O senador José Agripino (DEM-RN) sobe à tribuna e critica a política econômica de Dilma.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Um grupo pequeno de manifestantes contrários ao impeachment começa a chegar ao gramado do Congresso Nacional. Do outro lado do "muro", instalado para separar os manifestantes, praticamente ninguém.
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Estou triste, votei em Dilma

O senador José Maranhão (PMDB-PB), em seu discurso, disse que votou em Dilma no primeiro e segundo turno e, por isso, está triste por votar a favor do impeachment. Porém, disse que há motivos suficientes para isso, como as 'pedaladas fiscais'.
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Voto por impeachment é dado como certo

Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Um padre de Sergipe circula pelos corredores do Senado, despertando curiosidade entre os jornalistas. O padre Lázaro Brito Couto, de Aracaju/SE, disse que é "muito próximo" dos três senadores da bancada do Sergipe, e quis pessoalmente acompanhar a movimentação em torno da votação do impeachment, "como cidadão e dando apoio espiritual" aos colegas, "neste momento de crise".
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Baixinho a favor

Apesar de ter se declarado favorável ao impeachment por acreditar que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal, Romário (PSB-RJ) afirmou que não apoiará nenhuma medida que retire garantias sociais ou prejudique direitos trabalhistas. Leia mais
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

Não sei se vou ou se fico...

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), parece não querer deixar o cargo. Maranhão teria afirmado a outros parlamentares que não abriria mão da presidência e precisava de um tempo "para refletir". Leia mais
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"Impeachment será um salto para o passado"

A senadora Angela Portela dá por certo que o impeachment causará graves danos aos programas sociais. Mulheres, índios, minorias em geral entre outros grupos perderão seus direitos adquiridos.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
O senador Randolfe Rodrigues (AP), da Rede Sustentabilidade de Marina Silva, voltou a defender em conversa com jornalistas que a melhor saída é a convocação de novas eleições, a partir da cassação da chapa Dilma/Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O problema, segundo ele, é que se eventual cassação ocorrer após 2017, a legislação determina eleição indireta, pela Câmara dos Deputados. "E a gente sabe que é a pior Câmara da história. Quero acreditar que o TSE compreenderá que as novas eleições precisam ser diretas", disse ele. Para que isso ocorra, contudo, eventual cassação deveria ser feita até dezembro, ainda dentro dos dois primeiros anos do mandato. Sobre o virtual governo Temer, o senador assegura que a Rede Sustentabilidade "continuará fazendo oposição programática". Para ele, o impeachment é um "casuísmo político". "O governo Dilma é acusado de corrupção e para a composição deste governo Temer também se chama gente investigada na Lava Jato", criticou o senador.
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Segundo discurso pró-Dilma

A senadora Angela Portela (PT-RR) sobe à tribuna para defender Dilma. De 17 senadores que falaram até agora, ela é a segunda a fazer um discurso pró-governo.
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"Relógio da história"

Renan Calheiros decide não colocar em votação no plenário a questão do encurtamento dos discursos. "Não cabe a mim nem atrasar nem adiantar o relógio da história".
Mariana Balan
Mariana BalanEditora de Justiça

PT versus Temer

Deputados petistas anunciaram que, num eventual governo Michel Temer (PMDB), votarão contra todas as propostas enviadas pelo peemedebista à Câmara. Leia mais
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Tentativa de encurtar a sessão

Senadores pedem que discursos sejam reduzidos de 15 para 10 minutos. Até agora, apenas 16 dos 68 senadores previstos fizeram seus discursos.
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Pátria educadora

"Por que não pusemos os recursos a serviço do povo? E financiamos inclusive outros governos?", perguntou Cristovam Buarque. De acordo com o senador, criou-se o slogan de "Pátria educadora", sem investir na educação básica.
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Esquerda envelheceu

Para Buarque, a esquerda está "manipulando e criando narrativas, preferindo assistencialismo ao invés de transformação". Com "sede de poder", que deixou o presidente Lula com "quatro mandatos".
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"Posição correta, embora incômoda"

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) disse que o momento é difícil. Ele afirma que participou de atos contra ditadura - em que amigos foram mortos - e que disse que vota pelo impeachment com a mesma convicção.
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Mais 15 horas

Se falarem todos os 68 senadores inscritos, é possível que haja ainda mais 15 horas de sessão.
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Placar

Dos 15 senadores que discursaram até agora, só Telmário Mota (PDT-RR) defendeu a permanência da presidente Dilma Rousseff.
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Não é golpe

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) reitera que o processo de impeachment está previsto na Constituição e que "não é golpe".
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País entrou no 'cheque especial'

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) diz que o impeachment é necessário. O "país está parado" por causa da "contabilidade criativa" do governo Dilma.
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Dilma acompanha do Planalto

A presidente Dilma acompanha o processo no Senado do Palácio do Planalto. No momento da chegada, por volta das 15h10, fotógrafos tentaram correr para fazer imagens na garagem e foram barrados pelos seguranças da presidência.
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Mais um contra Dilma

O senador Dário Berger (PMDB-SC) sobe à tribuna. Também contra Dilma.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
O senador Randolfe Rodrigues (PA), da Rede Sustentabilidade de Marina Silva, voltou a defender em conversa com jornalistas que a melhor saída é a convocação de novas eleições, a partir da cassação da chapa Dilma/Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O problema, segundo ele, é que se eventual cassação ocorrer após 2017, a legislação determina eleição indireta, pela Câmara dos Deputados. "E a gente sabe que é a pior Câmara da história. Quero acreditar que o TSE compreenderá que as novas eleições precisam ser diretas", disse ele. Para que isso ocorra, contudo, eventual cassação deveria ser feita até dezembro, ainda dentro dos dois primeiros anos do mandato. Sobre o virtual governo Temer, o senador assegura que a Rede Sustentabilidade "continuará fazendo oposição programática". Para ele, o impeachment é um "casuísmo político". "O governo Dilma é acusado de corrupção e para a composição deste governo Temer também se chama gente investigada na Lava Jato", criticou o senador.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília

"Vamos radicalizar nas ruas"

O senador pelo PT Paulo Rocha (PA) afirmou em conversa agora há pouco com jornalistas que o seu partido já está pronto para "ser oposição ao governo temporário de Temer". Para ele, o afastamento definitivo da presidente Dilma vai depender "da capacidade do governo Temer de se consolidar" neste período de 180 dias. "Isso aqui já é cartas marcadas desde algum tempo, desde a aliança entre traidores e golpistas. Mas agora nós vamos radicalizar, aqui, nas ruas", disse ele. "E nós sabemos radicalizar", concluiu o petista. Minutos antes, o senador tucano Aloysio Nunes (SP) também conversava com jornalistas, reforçando que acredita no governo Temer. "Não há a menor chance de ela Dilma voltar depois dos 180 dias. Nenhuma chance. Ela já provou total inépcia, total incapacidade para governar o País", afirmou ele.
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Contra Renan

O ministro do STF Luiz Edson Fachin afirmou que pretende liberar "em breve" para julgamento a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente do Senado, Renan Calheiros.
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Começa o 13º discurso

O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) começa a falar. Dos 12 discursos anteriores, apenas Telmário Mota defendeu a presidente Dilma Rousseff.
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"País sem Dilma fica sem futuro"

Telmário Mota, o único até agora a defender Dilma Rousseff, diz que o país estará sem futuro se a presidente for afastada.
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Renato Russo

A favor de Dilma, Telmário Mota lembra Renato Russo e a frase 'Que país é esse?'.
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"Dilma é inocente!"

O senador Telmário Mota diz que os parlamentares não estão respeitando a decisão das urnas e querem 'esconder a verdade'. Lembrou ainda que a jurista Janaína Paschoal recebeu R$ 45 mil para fazer um parecer favorável ao impeachment.
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O primeiro a favor de Dilma

O senador Sérgio Petecão concedeu a prioridade para o senador Telmário Mota, alterando a ordem dos discursos. Telmário defende Dilma do que chama de golpe.
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Romário pró-impeachment

O senador Romário (PSB-RJ) disse que, após estudar os pareceres, tem certeza que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Retrato do poder público

Um pequeno parêntese na cobertura do impeachment. Como ninguém é de ferro, dei uma saída para almoçar no restaurante do Senado. Ele é um retrato do poder público no país: caro e ineficiente, ao menos por hoje. O buffet e um refrigerante custaram R$ 44. Faltavam talheres e copos. Mas o restaurante ao menos tem potencial, assim como o país. Os garçons foram atenciosos e o filé mignon estava ótimo.
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Lista de discursos

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Até agora nenhum discurso pró-governo

Agora é a vez do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). O próximo será o Romário, o 11º a falar.
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Sexta-feira 13

A presidente Dilma estaria pensando em deixar para sexta-feira (13) a assinatura da citação na qual é informada do afastamento. A informação é de Mônica Bergamo, colunista da BandNews. O intuito seria o de deixar o vice Michel Temer assumir o governo em um dia de azar.
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Pressão para terminar logo

Senadores do PMDB cogitam abrir mão ou encurtar seus discursos para acelerar a conclusão da sessão no Senado.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Mas uma prática se repete tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado: parlamentares se acostumaram a gravar vídeos no celular para o eleitorado, a todo momento.
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Ideologia no poder

O senador Magno Malta (PR-ES) assume a tribuna e critica o governo Dilma e a "ideologia no poder". Os "fundamentos da economia" no país, segundo ele, foram construídos nos governos de Fernando Henrique Cardoso.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
O clima no Senado hoje é completamente diferente do que o registrado na Câmara dos Deputados, em meados do mês passado, quando se colocou o impeachment na pauta. Lá, deputados federais levaram famílias, andavam com adereços e faziam discursos acalorados na tribuna. Aqui no Senado, as coisas estão calmas. Outra diferença tem ligação com o resultado da votação. Enquanto na Câmara dos Deputados eram feitos "mapeamentos de votos minuto a minuto", até a véspera da votação, aqui o resultado pela admissibilidade da denúncia já é esperado e os dois lados aparentam ansiedade "controlada".
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Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve participar da "cerimônia de despedida" da presidente Dilma Rousseff, que deve acontecer na quinta-feira, 12 de maio, após o provável afastamento da petista.
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Vídeo

Renan tenta reabrir sessão apesar do plenário vazio
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Oitava oradora

A senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) começa seu discurso parabenizando o relatório de Antonio Anastasia sobre o impeachment.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Aliados da presidente Dilma já estão conformados com o placar favorável ao afastamento, e que deve ser confirmado na madrugada de quinta-feira (12). Apesar disso, evitam o discurso da derrota. Eles acreditam que ainda há chance de reverter a situação no julgamento final, previsto para ocorrer dentro de até 180 dias. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que atua na linha de frente em defesa do governo Dilma, disse que parte dos senadores que votarão agora pela admissibilidade do processo de impeachment ainda não tem opinião sobre o mérito da questão. "Eles só estão admitindo o prosseguimento do processo de impeachment. Isso não quer dizer que eles votarão favoráveis ao impeachment lá na frente", afirmou ela.
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Parlamentarismo

Perrella diz que, se vivêssemos no sistema parlamentarista, o país não estaria passando por esse constrangimento hoje. O senador está fazendo duras críticas ao governo Dilma Rousseff.
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Pró-impeachment

O senador Zeze Perrella (PTB-MG) começa a discursar no Senado. Ele é o sétimo a falar no dia de hoje, também favorável ao impeachment.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Antes de reabrir os trabalhos agora à tarde, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), precisou fazer um apelo para os senadores voltarem ao plenário, que está meio esvaziado no pós-almoço.
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Venezuela

"Não podemos deixar o Brasil virar Venezuela", disse Ronaldo Caiado (DEM-GO). Ele mostrou fotos de protestos da CUT e de índios, em que aparecem invasões de prédios públicos e bloqueios de estradas.
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Pronunciamento de Dilma

A presidente Dilma Rousseff prepara um pronunciamento para comentar a decisão do Senado. Uma equipe da Empresa Brasil de Comunicação já está no Alvorada.
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STF

O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) começa o seu discurso com a notícia de que o ministro do STF Teori Zavascki recusou o recurso para anular o processo de impeachment.
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Caiado

Renan Calheiros recomeça a sessão no Senado. Ronaldo Caiado (DEM-GO) é o primeiro orador da tarde a falar.
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Calmaria em Brasília

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Representação do Paraná

Três senadores paranaenses vão falar na sessão que pode afastar Dilma; saiba a ordem
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Mistério?

O senador Raimundo Lira (PMDB-PI), que presidiu a comissão de impeachment e que só votaria para desempatar o placar, continua fazendo mistério de qual será seu voto na sessão de hoje. Questionado por jornalistas, disse que a população só saberá qual é seu posicionamento quando o resultado final for oficialmente declarado. Logo depois, ele respondeu a uma pergunta sobre o desembarque do PMDB, sua sigla, do governo Dilma. Elencou uma série de motivos para a decisão. Alguém tem dúvida como ele vai votar?
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Atraso

A sessão que vota o afastamento de Dilma foi interrompida por uma hora e deveria ter sido retomada às 13h30. Assim como o início, essa retomada está atrasada: são quase 15 minutos. Ainda faltam 63 senadores para falar.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Um Sarney na Esplanada

O deputado federal Sarney Filho (PV-MA) está cotado para ser o ministro de Meio Ambiente do possível governo Temer. Mas a indicação já causa atrito no partido. O senador Alvaro Dias (PV-PR) prefere que o partido mantenha a independência em relação ao novo governo. "O convite foi feito a ele, não ao partido", disse Alvaro.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Oposição duríssima

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirma que Temer não terá sossego na Presidência. Ao menos da parte do PT. "Vamos fazer uma oposição duríssima. Não reconhecemos o Temer como presidente. Será um governo fruto de um golpe." Ele aposta ainda que a gestão Temer será um governo de crise, que terá forte rejeição popular porque vai trabalhar para retirar direitos dos trabalhadores.
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Placar

A sessão volta daqui a pouco. Os cinco primeiros oradores que falaram antes do intervalo defenderam o impeachment de Dilma Rousseff.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Sem água fria

O próprio governo já trabalha com a possibilidade de perder a votação de hoje pelo placar de 56 votos a favor do impeachment. Esse número foi citado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) em entrevista agora há pouco. Mas ele disse que isso não é necessariamente ruim. "Até 56 votos é bom para a gente. Temos de virar voto de apenas dois senadores no julgamento final do impeachment." O PT, diz ele, aposta que o governo Temer será muito impopular e o humor do Senado mudará em alguns meses. "Os votos no Senado mudam muito."
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Balde de água fria

Há pouco havíamos dito que, nos bastidores, a aposta é de que serão 56 votos a favor do impeachment. Se isso se concretizar, será mais um balde de água fria para Dilma. Esse número de senadores é suficiente para afastar Dilma de forma definitiva da Presidência, no julgamento que vai ocorrer até novembro. Na sessão de hoje, são necessários apenas 41 votos para tirar a presidente temporariamente do cargo.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Vai longe

Senadores apostam que a sessão de votação da admissibilidade do impeachment não termina antes das 2h ou 3h da madrugada de amanhã. Além da interrupção da sessão para o almoço, haverá outro intervalo no fim da tarde e início da noite.Depois, as discussões não param e entram madrugada adentro.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

À espera

O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), diz que o Planalto ainda está à espera de uma decisão do STF que possa paralisar o processo de impeachment. Ronaldo Caiado (DEM-GO) afirma que o pedido ao Supremo é "jus esperniandi" e não tem a mínima chance de ser atendido.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Fome

Logo após Renan suspender a sessão por uma hora, vários senadores saíram do plenário sem falar com a imprensa, apesar dos pedidos de entrevistas. Afinal, o tempo é curto para o almoço.
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Curitiba

Eventos pró-impeachment variam de promoções de cerveja a carreatas
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Forte articulação contra o "golpe"

No intervalo, o senador Humberto Costa (PT-PE) chama processo de golpe e disse que os governistas farão "forte oposição" a um suposto novo governo.
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Intervalo

O presidente do Senado, Renan Calheiros, suspende a sessão por uma hora.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Em conversa com jornalistas agora há pouco, o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT), disse que as estratégias "a curto e longo prazo" a partir do afastamento da presidente Dilma ainda serão discutidas. Costa acha que a votação final, quando os senadores vão deliberar sobre o afastamento definitivo ou não da petista, deve ocorrer em setembro. Logo ao lado, o senador Aécio Neves (PSDB) também conversava com jornalistas. Sobre o fato de o virtual governo Temer ser classificado de ilegítimo pelos aliados da presidente Dilma, o tucano afirmou que o vice se manterá no comando do País "sustentado pela Constituição Federal e por um conjunto ousado de propostas para tirar o Brasil da crise".
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Pausa

Depois do senador Ataídes Oliveira, que está discursando agora, a sessão deverá ser interrompida por uma hora. Dos 40 oradores previstos, apenas 5 se pronunciaram até agora.
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"Tirar das mãos do PT"

O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) disse que a sessão de hoje tirará o país das mãos do PT e o devolverá ao povo brasileiro.
Fernando Martins
Fernando MartinsEditor da Gazeta do Povo

Aposta de placar

50 dos 81 senadores já declararam anteriormente à imprensa que vão votar a favor do impeachment. Outros 20 disseram ser contrários. Falta, portanto, a definição de mais 10 (já que o presidente do Senado, Renan Calheiros, só vota em caso de desempate). Nos bastidores, a aposta é que o placar final será de 56 votos favoráveis ao afastamento de Dilma. E que essa será a base aliada de Temer no Senado.
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Marta Suplicy pró-impeachment

A senadora do PMDB é a terceira a falar.
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Twitter

No Twitter há uma briga de hashtags entre #TchauQueridaDay e #GolpeDay
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"Figura bizarra"

Para o senador Aloysio Nunes, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, que decidiu pela anulação da sessão do impeachment na Câmara e depois voltou atrás, é uma "figura bizarra".
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Cama de Procusto

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) diz que os senadores governistas criam retórica na tentativa de defender a presidente, forçando como "Procusto", falsificando a realidade. A Constituição, porém, segundo ele aponta que a presidente teria cometido crime de responsabilidade.
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Próximos oradores

Os primeiros a falar foram Ana Amélia (PP-RS) e José Medeiros (PSD-MT), ambos favoráveis ao impeachment. Confira na imagem quais serão os próximos.
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Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Na agenda oficial da Presidência da República, divulgada à imprensa, consta um único compromisso da presidente Dilma para o dia de hoje (11): encontro com Giles Azevedo, assessor especial da Presidência da República. Se o pedido de impeachment for admitido pelo Senado, a petista será notificada e deve ser afastada temporariamente do cargo por até 180 dias. Como os debates devem entra pela madrugada no Senado, a notificação só deve ser feita amanhã (12).
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Financial Times

Para o jornal britânico Financial Times, Brasil pode ser presidido por advogado com aparência "gótica".
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Sessão segue

O senador José Medeiros (PSD-MT) é o segundo orador a se pronunciar. Processo de impeachment não é golpe, diz ele.
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10 minutos

O senador Paulo Paim (PT-RS) pede que o tempo da fala dos oradores seja reduzido para 10 minutos, para que todos possam falar, sem estarem sujeitos a requerimentos que possam impedir alguns de se pronunciarem.
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Críticas

A senadora Ana Amélia (PP-RS) explica o que são as "pedaladas fiscais" e critica a condução da política econômica do governo Dilma Rousseff.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), deu uma "bronca" em uma radialista que está cobrindo os debates, gerando risadas por aqui. Como a galeria, onde está a jornalista, é aberta, a voz dela, ao entrar ao vivo na rádio, acaba "entrando" no plenário, se misturando com a voz de Calheiros, que comanda a sessão. "Estamos tendo uma competição aqui", reclamou o peemedebista, que já havia chamado a atenção da radialista mais cedo.
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Começa

Os oradores, finalmente, começam a ser ouvidos. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a primeira a falar. Ela cita as palavras do Papa Francisco desta manhã.
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Sociedade à espera

O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse que todo mundo é responsável pelos seus atos e que a sociedade espera que se inicie logo o processo de impeachment.
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"É um direito"

O senador Paulo Rocha (PT-PA) diz que é um direito dos parlamentares levantar questões de ordem. Ele repetiu que não se quer "procrastinar nada".
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Recusada

A questão de ordem de Lindbergh Farias é rejeitada por Renan Calheiros.
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Má-fé

O senador do PSDB Cássio Cunha Lima diz que os senadores que apoiam o governo criam uma briga de "má-fé".
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Dos senadores paranaenses, Gleisi Hoffmann (PT) e Alvaro Dias (PV) já entraram no debate da sessão plenária. Roberto Requião (PMDB) ainda não foi ao microfone, mas já circula no local conversando com senadores. Do lado de fora, no salão azul ao lado do plenário, centenas de jornalistas brasileiros e estrangeiros montaram um verdadeiro "acampamento" para fazer a cobertura do impeachment.
Dos senadores paranaenses, Gleisi Hoffmann (PT) e Alvaro Dias (PV) já entraram no debate da sessão plenária. Roberto Requião (PMDB) ainda não pegou o microfone, mas já circula pelo plenário conversando com senadores.
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STF

O senador Lindbergh Farias disse que se a sua questão de ordem - que pedia a suspensão do processo de impeachment até que as contas do governo fossem julgadas pelo TCU - for recusada, recorrerá ao STF.
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Álvaro Dias

O desejo dos senadores que votam com o governo é o de "procrastinar os trabalhos do Senado". De acordo com ele, as questões levantadas até agora são "matéria vencida".
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Insistentes

Senadores do PT levantam diversas questões de ordem no início da sessão, em uma tentativa de suspender a votação do impeachment. Nenhum orador previsto começou a discursar ainda.
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Aécio

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) fala que o pagamento de pareceres a juristas é uma prática comum de todos os partidos.
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Questão de ordem rejeitada

Renan Calheiros também rejeita a questão de ordem levantada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Para ele, não há motivo suficiente para suspender a sessão ou impedir senadores do PSDB de votar.
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"Chicana"

O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) acusa o governo de apelar para "chicanas" a fim de impedir o processo de impeachment, desejado pela sociedade brasileira.
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Janaína Paschoal

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que o processo de impeachment nasceu no diretório do PSDB e que a jurista Janaína Paschoal admitiu ter recebido R$ R$ 45 mil para escrever um parecer sobre o impeachment. Ela pede que, a partir disso, nenhum senador do PSDB possa votar.
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Denúncia

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresenta documentos para questionar o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).
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Outro indeferimento

Renan Calheiros também rejeita a questão de ordem levantada por Lindbergh Farias (PT-RJ).
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Mandato de segurança da AGU

Evocando vários motivos, entre eles o princípio da divisão dos poderes, Renan Calheiros indefere a questão de ordem de Gleisi, que pedia a suspensão da votação.
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"É crime sim"

O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) pede a palavra para responder aos petistas. Ele cita vários artigos constitucionais para defender o seu relatório.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Questionado pela reportagem da Gazeta do Povo sobre o destino do presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP), o deputado federal Ricardo Barros, que é do mesmo partido, disse que dificilmente ele renunciará à cadeira máxima da Casa. "Dilma não renuncia, Cunha não renuncia, Maranhão não renuncia. É do jogo", comentou ele. A questão sobre a expulsão de Maranhão da legenda "deve se diluir ao longo dos acontecimentos", minimizou Barros.
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"Malabarismo"

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) critica o impeachment e diz que o senador Anastasia, relator do processo, fez "malabarismo" em seu texto para tentar incutir na presidente o crime de responsabilidade.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Cotado para o Ministério da Saúde no virtual governo Temer, o deputado federal pelo Paraná Ricardo Barros (PP) acompanha a sessão do Senado dentro do plenário e conversou com a reportagem da Gazeta do Povo. Barros confirmou que seu nome foi indicado pelo PP ao comando da pasta, mas assegurou que Temer ainda não fez o convite. "Não podemos antecipar as coisas. Vamos com calma", disse ele, que se coloca "à disposição do partido". Barros é autor de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que determina o fim das vinculações obrigatórias no orçamento para gastos em saúde e educação. Questionado se ele insistirá na PEC, Barros se esquivou, novamente: "Vamos ver o que eles governo Temer querem". Curiosamente, Barros também foi cotado para o Ministério da Saúde no governo Dilma, no momento em que aliados da petista tentavam evitar o desembarque do PP da base aliada. Se não for para o Ministério da Saúde, ele seguirá para uma secretaria de Estado no governo do Paraná, do tucano Beto Richa.
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"Puxadinho"

Conheça o prédio da vice-presidência em Brasília.
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"Manobra"

O senador Cássio Cunha Lima disse que a questão de ordem apresentada por Gleisi Hoffmann é uma "manobra procrastinatória".
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Questão de ordem

A senadora Gleisi Hoffmann (PT) disse estar indignada com o processo de impeachment. Ela criticou o "argumento oposicionista" do "conjunto da obra" e reitera que Dilma não cometeu crime de responsabilidade. Ela pediu ainda que a votação fosse suspensa.
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Com sofrimento

Dificilmente a sessão de hoje será "indolor", diz Renan Calheiros.
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Velocidade

O presidente do Senado disse que o processo de impeachment não foi nem lento que parecesse beneficiar Dilma, nem tão rápido que parecesse rápido demais. Foi "equilibrado e justo".
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Sessão será longa

Levando em conta que 68 senadores estão inscritos para falar, e cada um tem 15 minutos para se manifestar, só essa parte da sessão pode durar 17 horas. Além disso, o relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, tem 15 minutos cada um. Soma-se mais meia hora. Há dois intervalos de uma hora programados e a sessão começou com uma hora de atraso. Ou seja: a sessão pode durar 20 horas e trinta minutos!
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Paranaenses na votação

Três senadores paranaenses vão falar na sessão que pode afastar Dilma; saiba a ordem
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Serenidade

O presidente do Senado pede que os parlamentares tomem as decisões com "serenidade e espírito público".
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Cardozo

Renan Calheiros afirma que a votação será feita após os discursos dos oradores e da fala do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.
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Começou

Renan Calheiros começa a sessão.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
68 senadores se inscreveram para falar durante a sessão plenária. Entre eles, os três senadores do Paraná: Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), contrários ao impeachment, e Alvaro Dias (PV), a favor do afastamento da presidente Dilma.
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Em breve

A sessão está prestes a começar. Renan Calheiros já está sentado na mesa; 33 senadores apontaram presença.
Catarina Scortecci
Catarina ScortecciCorrespondente em Brasília
Bom dia! No salão azul do Senado, a movimentação é grande. Senadores dão entrevistas a jornalistas e repetem argumentos dos últimos meses contra e pró-impeachment. Do lado de fora, o gramado em frente ao Congresso Nacional está vazio. Grades bloqueiam o acesso ao prédio do Legislativo - repetindo esquema de segurança visto no último dia 17, durante votação sobre o impeachment na Câmara dos Deputados -, mas não há nenhum manifestante no local.
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Até o fim

Independentemente do que possa ocorrer hoje e nas próximas sessões, dificilmente a presidente Dilma Rousseff renunciará ao cargo.
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Colaboração

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que é "cada vez mais parlamentarista" e que Michel Temer, se virar presidente interino, precisará de apoio para fazer "reformas estruturantes".
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Renan Calheiros disse que não vai votar nem hoje nem na sessão definitiva.
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Temer estuda ir pessoalmente ao Congresso para apresentar projetos a deputados e senadores.
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Em entrevista coletiva, Renan Calheiros disse acreditar que esse momento político só vai fortalecer a democracia no Brasil.
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O presidente do Senado, Renan Calheiros, acaba de chegar ao plenário.
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Se aprovado, a presidente Dilma é afastada do cargo por 180 dias e o processo é oficialmente instaurado. Caso seja rejeitado, o processo é arquivado e Dilma permanece no cargo.
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Para a votação começar, é preciso um quórum mínimo de 41 senadores. A aprovação do processo de impeachment é decidida por maioria simples. No caso de os 81 senadores estarem presentes, é preciso que 41 votem a favor da admissibilidade do processo. A votação é aberta e nominal, mas, ao contrário do que aconteceu na Câmara dos Deputados, não há convocação de um por um à tribuna. O painel é aberto e a votação é eletrônica: cada senador vota sim, não ou abstenção de sua mesa. Ao final, o painel mostra o total e o posicionamento de cada parlamentar. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.
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Depois da fala dos senadores que se inscreveram, é a vez do relator, Antonio Anastasia (PMDB-MG), falar sobre seu parecer por até 15 minutos. Na sequência, a defesa da presidente Dilma Rousseff também pode falar por 15 minutos. A defesa será feita por José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União.
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Pelas regras definidas na casa, os senadores que se inscreveram poderão falar por até 15 minutos. Até as 8h desta quarta (11), 68 senadores já estavam inscritos para se manifestar. A primeira da lista é a senadora Ana Amélia (PP-RS) e o último é o senador Benedito de Lira (PP-AL).
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A sessão extraordinária pode durar até 15 horas. Por isso, ela foi dividida em três blocos: das 9h às 12h, das 13h às 18h e das 19h até o fim.
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Bom dia! Começa agora a cobertura em tempo real da sessão do Senado Federal que vai analisar o parecer pela admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Se aceito, a presidente é afastada do cargo por até 180 dias e o vice Michel Temer assume a presidência da República.
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