O Tribunal de Contas da União (TCU) inocentou dois ex-dirigentes dos Correios que haviam sido envolvidos em um caso de patrocínio irregular ao Instituto da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Cláudio Melo Colaço e Hassan Gebrin haviam inicialmente sido condenados por fazer um contrato de patrocínio direto com o instituto, avaliado em R$ 10,5 milhões, sem usar leis de incentivo fiscal, entre 2002 e 2004. Os dois ingressaram com recursos embasados em uma série de alegações, como um permissivo legal para o patrocínio não incentivado e o fato de a condenação ter sido feita com base em uma lei criada em 2006, o que não poderia servir para se julgar um caso de 2002. Com os recursos apresentados por Colaço, suas contas, juntamente com as de Gebrin e do ex-presidente do instituto do balé Bolshoi, Sylvio Sniecikovski, que haviam sido reprovadas, passam a ser aprovadas com ressalvas. Na época, o TCU condenou o representante do Bolshoi, Antônio Prestes, por desviar R$ 1 milhão dos cofres públicos.
Decisão



