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Por que comemoramos o dia da mentira?

A origem da data teria surgido na França. Essa versão revela que no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, e as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

Foto: Bigstock

Celebrado anualmente em 1º de abril, o Dia da Mentira remete a brincadeiras e pegadinhas. E não é apenas no Brasil que a data é lembrada. Para os ingleses, o Dia da Mentira é conhecido como April Fools’ Day ou “Dia dos Bobos de Abril”, em tradução literal.

A origem da data teria surgido na França. Essa versão revela que no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, e as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

Teria sido no ano de 1564, quando calendário gregoriano foi alterado, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro.  Muitos franceses, porém, continuaram seguindo o calendário antigo, ignorando a nova regra.

A data não foi em vão. Virou oficialmente o Dia da Mentira no mundo todo, já que quem acreditava que o 1º de abril era ano novo era considerado bobo ou mentiroso.  Não se sabe se essa versão é verdadeira. 

No Brasil

A fake news é antiga em terras brasileiras, tanto que foi um periódico chamado “A Mentira”, lançado em um 1º de abril do século XIX que deu origem às comemorações da data. Na primeira edição, o jornal anunciava a morte de Dom Pedro II, mas teve que desmentir a brincadeira logo em seguida.

Mas por que comemoramos?

O Dia da Mentira é algo para ser comemorado? Se há um dia dedicado só para as inverdades, não significa que você tem que sair propagando mentiras por aí. Na matéria “Mentir demais pode indicar doença” publicada pelo Viver Bem, a psicóloga Eloá Andreassadiz que mentira tem limite e o hábito em excesso pode até virar doença.

“Além de usar de má fé por deixar outros iludidos e enganá-los, esse mentiroso acaba por perder a credibilidade”, diz.

Seja qual for o relacionamento, mentir leva à descrença. Como na fábula “O Garoto Pastor e o Lobo“, em que o menino pastor sempre emite alertas falsos do lobo se aproximando das ovelhas e, quando diz a verdade, não tem mais credibilidade, como lembra a psicóloga.

Pequenas mentiras podem até fazer parte do bom senso e ser um aliado da boa convivência, mas mentiras demais se tornam patológicas. No Dia da Mentira vale até fazer pegadinhas (será?) inocentes, mas pensar antes de falar e propagar inverdades é sempre uma dica a ser seguida.

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