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Procurar uma receita. Decidir juntos o que vai ser feito no almoço. Escolher os ingredientes, limpar os alimentos com cuidado, cortá-los e cozinhá-los. Colocar protetores, copos, pratos e talheres à mesa. E, em meia hora, tudo estar quase acabado. Quase. Pois ainda falta tirar a mesa e encarar uma bela pilha de louças. Cozinhar é realmente um trabalho duro!

Porém, quem gosta de por a mão na massa sabe: o trabalho hercúleo de cozinhar todo dia é diretamente proporcional ao prazer que dividir uma refeição feita em casa, em um almoço ou jantar em família, proporciona. Este momento de intimidade único – reconhecidamente um hábito que leva a mais saúde e ao fortalecimento das relações – está em franco declínio nos dias atuais, ao mesmo tempo em que proliferam as opções de bufê, serviços de delivery, comidas rápidas e pratos prontos congelados.

A falta de tempo e a praticidade têm sido inimigas do mais que saudável ato de cozinhar: a preocupação com a qualidade e equilíbrio dos alimentos, as conversas nos intervalos em que se aguarda os alimentos cozinharem, as negociações quanto ao gosto de cada um e a eleição de sabores que agradem a todos fazem da cozinha um espaço privilegiado que alimenta as relações familiares e nos lembra o porquê de estarmos unidos, uma aliança celebrada à mesa.

Boa leitura!

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