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Julia Louis-Dreyfus, de ‘Seinfeld’, anuncia que tem câncer de mama; veja os sinais da doença

Prestes a começar o mês de conscientização do câncer de mama, Outubro Rosa, atriz divulga estatística da doença e diz fazer parte das mulheres diagnosticadas

Julia anunciou, via redes sociais, o diagnóstico do câncer de mama (Foto: Instagram da atriz)

Julia Louis-Dreyfus, atriz das séries de televisão norte-americanas “Seinfeld” e “Veep”, divulgou em um post no Twitter que tem câncer de mama.

“Uma em cada oito mulheres têm câncer de mama. Hoje, eu sou uma. A boa notícia é que eu tenho o mais glorioso grupo de amigos e familiares carinhosos, e um fantástico seguro de saúde”, escreveu a atriz na postagem.

“A má notícia é que nem todas as mulheres são sortudas como eu, então vamos lutar contra todos os tipos de câncer e tornar o seguro de saúde universal uma realidade.”

O anúncio vem após a vitória da atriz no Emmy 2017, no qual ela quebrou um recorde como a pessoa que mais venceu prêmios por um mesmo papel. Louis-Dreyfus foi escolhida, pela sexta vez consecutiva, como a melhor atriz em uma série de comédia por seu papel em “Veep”.

A atriz interpreta a atrapalhada vice-presidente dos Estados Unidos Selina Meyer e confirmou que premiada série vai terminar em 2018.

Caroço nem sempre é câncer

Uma das formas do câncer de mama mais alertadas pelos especialistas é o tal caroço nos seios ou região das axilas. O caroço, no entanto, nem sempre indica um câncer. Estima-se que estas lesões apareçam em 90% das mulheres em idade reprodutiva, especialmente se tiverem menos de 40 anos de idade (adolescentes e jovens adultas compõem grande parte deste grupo).

Entre as lesões mais frequentes estão as císticas, sólidas (fibroadenomas) e lipomas (um tumor benigno feito de tecido adiposo e localizado logo abaixo da pele. Pode surgir em diferentes partes do corpo e, por isso, não é considerado um nódulo de mama, mas sim, um nódulo na mama).

Quando é câncer de mama?

Via de regra, os tumores malignos da mama não são dolorosos. Como a percepção de volume pelo autoexame só acontece quando os nódulos atingem determinado tamanho, a visita anual ao médico ginecologista e o rastreamento via mamografia, especialmente se a mulher já passou dos 40 anos, são imprescindíveis.

Na palpação, os tumores malignos costumam ser fixos e bem aderidos ao tecido mamário, de maior dureza, contornos mal definidos e formato irregular, bem ao contrário dos cistos e fibroadenomas.

Em casos avançados da doença, além da nodulação, entre outros sinais pode haver secreção pelos mamilos, assimetria dos seios e retração ou abaulamento de parte da mama.

O fator hereditário é responsável por somente 10% dos casos de câncer de mama. Os outros 90% dizem respeito ao surgimento espontâneo da doença.

O risco é aumentado para mulheres com idades acima dos 40 anos, obesas (a gordura faz aumentar a produção do hormônio estrogênio, que estimula a multiplicação celular), que não amamentaram, tiveram menarca precoce, gravidez ou menopausa tardias ou foram muito expostas à radiação.

Exames certos

Seja o tipo de lesão, todas elas são investigadas através da ecografia mamária, mamografia ou a combinação dos dois.

São exames de imagem que revelam as características que diferem um nódulo do outro e fornecem ao médico as informações necessárias para determinar qual conduta seguir.

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