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Saúde e Bem-Estar

Educação alimentar: pode brincar com a comida

Os pais não devem torcer o nariz para a bagunça na hora de comer feita por crianças até os dois anos de idade, ao contrário, devem até mesmo incentivá-la

  • PorAdriano Justino
  • [17/07/2013] [21:30]
Educação alimentar: pode brincar com a comida
| Foto:

Até os dois anos de idade, restringir a bagunça das crianças na hora das refeições não é uma boa ideia. Deve-se permitir a ela que toque nos alimentos, proporcionando a experiência de entrar em contato com texturas e sabores. Mas tudo deve ser organizado, isto é, a criança deve permanecer sentada e a hora da comida deve ser respeitada.

Após os seis meses, quando acaba a exclusividade do aleitamento materno, surgem as papinhas e, com elas, um incômodo no paladar até então acostumado ao adocicado leite materno. “Nas comidas salgadas e papinhas de frutas as crianças começam a ver cores, sabores, aromas e texturas diferentes. O ideal é não liquidificar tudo, para que elas possam ver exatamente o que estão comendo: o correto é amassar”, diz a nutricionista e professora do curso de Nutrição da Universidade Positivo Ana Paula Splenger Vianna.

“Quando a criança inicia a alimentação complementar ou recebe a oferta de um alimento novo, muitas vezes faz caretas ou recusa, o que é absolutamente normal por se tratar de algo diferente”, diz ela. Isto não significa que a criança não goste do alimento, pois são necessárias de 8 a 10 exposições a determinado item para a criança realmente comprovar a sua recusa.

O ideal é que tudo fique separado no prato, a carne picada de um lado, os legumes de outro – para que ela possa distinguir os alimentos, mexer e, porque não, brincar. “Após o primeiro ano, quando ele começa a andar, descobre o mundo e é normal que perca o interesse pela comida. Nessa etapa, os pais devem investir em tornar a refeição mais atrativa”, diz ela.

Apresentação
Veja dicas da nutricionista para tornar a comida mais divertida:

Cortadinhas: Corte diversas frutas ou verduras em apresentações divertidas e bonitas, o que estimula a comer. Deixe a criança pegar os gomos e as frutas, para que sinta a textura.

Espetinho nutritivo: Junte quadradinhos de melão, morango e kiwi e monte um espetinho colorido, mas cuidado. Supervisione a refeição quando a invenção demandar.

Pratinhos não convencionais: Inventar formas de oferecer a comida é importante. Colocar o prato em uma caçamba de caminhãozinho, por exemplo, funciona. E a comida segue nutritiva.

Sem cores pálidas: Pense em um prato com frango, arroz e batata? As cores são apagadas e dificilmente gerarão interesse. Insira itens verdes, vermelhos e alaranjados, e eis um prato nutritivo e atrativo.

Formas divertidas: Pode se fazer massinha doce com leite e bolacha de leite triturada, ou salgada com omelete e verduras bem fininhas e cortar em forma de diversos bichos e objetos. As crianças adoram.

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