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Antes e depois: como os prefeitos mais badalados do país viraram o primeiro ano de mandato

Prefeito João Dória Jr em Veneza com o prefeito Luigi Brugnaro. Foto @Jdoriajr (Foto: )

2018 está começando e, como todos sabemos, será um ano de calendário mais do que recheado: eleições gerais, Copa do Mundo, julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais um monte de surpresas que certamente aparecerão. Mas o ano passado também se iniciou cheio de expectativas. Então A Protagonista traz para você o que era destaque em 2 de janeiro de 2017, o primeiro dia útil do ano que acabou há pouco.

“Corte de gastos” e “austeridade” eram as palavras de ordem dos prefeitos que iniciavam o mandato no dia 1 de janeiro, cujas posses recebiam destaque nos jornais do dia seguinte. A Gazeta do Povo elencava as promessas de Rafael Greca (PMN), o gestor de Curitiba – entre elas, as de cortar 40% dos cargos comissionados da prefeitura, algo que até o momento não se concretizou.

João Doria (PSDB), que inciava sua administração em São Paulo, evocava bordões em sua posse e trocava elogios mútuos com o antecessor, Fernando Haddad (PT). Já Marcelo Crivella (PRB), do Rio de Janeiro, dizia que “é proibido gastar” seria o lema de sua gestão. Por sua vez, o porto-alegrense Nelson Marchezan Junior (PSDB) dizia em seu discurso de posse que “tem que valer a pena” pagar os tributos municipais.

Para além do universo dos prefeitos, o ano de 2017 começou com alguns debates que poderiam ter acontecido nesse início de 2018, ou na semana passada. A imprensa noticiava que o governo de Michel Temer esperava o andamento das reformas no Congresso para fazer alterações nos ministérios – tudo por conta da distribuição de cargos em troca de apoios.

Já em entrevista exclusiva ao Estadão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dizia, naquele dia 2: “a reforma da previdência vai ser aprovada no primeiro semestre”. “Vai ser um primeiro semestre decisivo para o futuro do Brasil. A votação da reforma da previdência será um marco na reorganização das contas públicas e no ajuste fiscal”.

Como a reforma da previdência não foi votada até agora, podemos entender que Rodrigo Maia estava se referindo ao primeiro semestre de 2018…

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