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MP-PR investiga disparidade de 31,9% em pedágio cobrado entre Foz e Guarapuava

Foto: Christian Rizzi/Agência de Notícias Gazeta do Povo. (Foto: )

Em meio à descoberta pela Operação Lava Jato de um esquema de corrupção envolvendo a Econorte, outra concessionária é alvo de investigação, mas em âmbito estadual. Desde o último dia 9 de fevereiro, há um inquérito civil aberto no Ministério Público do Paraná (MP-PR) para apurar fatos envolvendo a Ecocataratas.

Responsável pela administração do Lote 3 do Anel de Integração do estado, a concessionária está na mira da Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público. Segundo a portaria que determinou a abertura do inquérito, o MP-PR está apurando uma suposta ruptura no equilíbrio econômico-financeiro no contrato de concessão da empresa com o governo do Paraná. Haveria uma “disparidade de 31,90% na tarifa do pedágio cobrado pela concessionária, decorrente da falta de contrapartida de investimentos na BR-277, no trecho administrado entre os municípios de Guarapuava e Foz do Iguaçu”.

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Já a cargo do Ministério Público Federal (MPF), a Ecocataratas também é alvo de investigação, a exemplo de Ecovia, Viapar, Rodonorte e Caminhos do Paraná. Por ora, porém, as buscas, apreensões e prisões da denominada Operação Integração se concentraram em torno da Econorte.

A suspeita do MPF é que o esquema envolvendo a Econorte, calcado principalmente na ausência de contraprestação lícita para o pagamento de serviços e produtos, se repita nas outras cinco empresas que atuam no Anel de Integração paranaense.

Todas as concessionárias negam as irregularidades.

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