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Só Lula não vê os problemas da PEC do fim da escala 6×1

Lula aposta no fim da escala 6X1 como parte de “pacote de bondades” com foco na reeleição (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

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A despeito dos alertas do setor produtivo contra a PEC do fim da escala 6x1, o governo Lula da Silva 3 passa o trator com intenções eleitorais e não vê o problema a curto e médio prazos, apontam congressistas e grandes empresários.

Estudos sérios sobre o fim da escala 6x1, de associações industriais e do comércio, apontam para alta da inflação, desemprego, queda da produtividade e até risco de sonegação de impostos, com a alta carga tributária. Sobre a inflação, um dado latente é o de setor de bares e restaurantes, cujos donos vão repassar a conta do fim da escala 6x1 para o consumidor de imediato. Só no DF, os sindicatos apontam alta de 8% a 15% nos preços dos cardápios.

Os congressistas mais moderados vêem como inevitável o debate sobre o fim da escala 6x1, mesmo após as eleições, e pedem cautela ao governo para tentar uma transição e flexibilidade nas regras, para não matar o patronato e não travar o crescimento do PIB.

Atirou, levou

Os investidores da Faria Lima, o coração do PIB brasileiro, já notaram os movimentos contraditórios de Vladimir Timerman. Ele saiu atirando para todo lado – além do litígio com Nelson Tanure – e acabou se acertando no pé. Sua Esh Capital entrou numa série de derrocadas no mercado, e colegas apontam que ele perdeu o rumo fazendo acusações a terceiros.

Desistência

Peça-chave do suposto pagamento de mesada do Careca do INSS ao filho mais velho do presidente Lula da Silva, o denunciante desistiu de depor à Controladoria-Geral da União semana passada, revelou a Revista Oeste. Alegou ameaça de morte e falta de proteção da PF. A dúvida principal é: o que a CGU, órgão vinculado à Presidência (portanto, ao pai do suspeito) quer com ele? Deixa a Polícia Federal trabalhar...

Marina e prefeitos

Antes de deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva se reuniu com prefeitos de 60 cidades às margens da BR-319, em Rondônia e Amazonas, as que mais desmataram. Constatou que, em 2022, antes de assumir o MMA, foram registrados 11 mil km² de desmate nas regiões destes municípios – o número caiu para 5 mil km² no 1º trimestre de 2026. O desmatamento caiu mais de 60% na sua gestão, comemorou.

Exibição

Uma operação com fiscais do Ibama apreendeu cocares com penas de aves (até de galinha e pato) em lojas de índios Pataxó na Torre em Brasília no sábado (30). Há relatos de que o grupo, comandado por um fiscal atuante nas redes sociais, foi arrogante e invasivo, abrindo bolsas de pertences pessoais. O fiscal seria filiado a um partido político, foi candidato a deputado federal em 2022 e pretende voltar às urnas.

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Conteúdo editado por: Jocelaine Santos

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