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O presidente Lula da Silva tem que ficar apagando incêndio em casa. Além da demissão (difícil) do senador Jaques Wagner como líder do governo, agora joga água na fervura entre dois desafetos petistas: o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha – que ficou apático durante o discurso de Costa na entrega de equipamentos e Upas em Alagoinhas (BA) há dias.
Padilha não aplaudiu o discurso de Costa, enquanto na fala de Wagner – que mesmo não sendo líder do governo no Senado estava ao lado de Lula –, no palanque, não faltou entusiasmo. Isso chamou a atenção do presidente, que comentou no voo com a comitiva presidencial. O que menos Lula quer agora é racha e fogo amigo na iminência da campanha eleitoral.
Michelle nas redes
A crise dentro do clã, que a afastou mais ainda dos enteados após seu vídeo-desabafo, é o de menos para Michelle Bolsonaro. No vídeo, sem respaldo do PL e sem um consultor de imagem ou marqueteiro, ela encheu mesa de coisas que agora são usadas por esquerdopatas para atacarem-na. Em posts nas redes, citam “caneta pra assinar pacto”, “mapa vermelho do Brasil”, e uma “mão” de símbolo com libras virou coisa do tinhoso.
Fora da crise
O ex-prefeito de Maceió JHC (PL) não participou em nada do investimento milionário do fundo de pensão dos servidores no falido Banco Master. É o que sentenciou a Justiça em 1ª instância em Alagoas. A manifestação do juiz ocorreu em ação proposta pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), que também pediu bloqueio de bens no valor de R$ 117 milhões – o que também foi rejeitado pela Justiça.
Ela, de novo
Uma bomba na reportagem Armadilhas da Revista Piauí: a advogada Ana Patrícia Dantas Leão – sócia de Eugênio Kruschewsky nas ações do falido Master – ofereceu ao conhecido advogado Jorge Falcão um emprego no banco de Daniel Vorcaro. Falcão é o maior defensor dos servidores ativos e aposentados golpeados pelo Master. À revista, Ana Patrícia negou que tenha feito convite. Falcão mantém a versão.
Remo na Lagoa
Governo do Rio prepara concessão do Estádio de Remo da Lagoa para criação de polo cultural. O edital deve ser publicado até o fim de setembro e prevê cessão da área por 20 anos, com investimentos estimados em R$ 19 milhões para recuperação e modernização do espaço.
Conteúdo editado por: Jocelaine Santos

Leandro Mazzini é jornalista desde 1996. É graduado pela FACHA-Rio e pós-graduado em Ciência Política na UnB. Foi colunista do Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Revista Isto É, Portais iG e UOL. Apresentou programas na Rede Vida de TV (2010 a 2014) e na Band TV Rio (2023 a 2025). Edita a Coluna Esplanada com equipes de Brasília, Rio e SP, reproduzida em jornais de todas as capitais. **Os textos do colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.




