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Por que o Banco Central não se interessa pelo ouro brasileiro

Gabriel Galípolo
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. (Foto: Albino Oliveira/MF)

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No momento em que o preço do ouro sobe no mundo e as reservas brasileiras somam US$ 329,73 bilhões (R$ 1,7 trilhão), o Banco Central tem ação pouco convencional: recorre a instituições estrangeiras para adquirir o metal, mesmo o Brasil sendo um dos grandes produtores do planeta.

Reservadamente, bancos e outras instituições brasileiras negociadoras questionam o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e cobram explicações sobre a política que exclui o mercado doméstico da composição das reservas.

Uber na rampa do Congresso

Os presidentes da Câmara e Senado proibiram, há duas semanas, o acesso do povo pela tradicional Chapelaria. E restringiram a entrada aos Anexos. Ok, eles mandam. Mas o 1º B.O. não demorou. Ontem um motorista da Uber subiu a conhecida rampa do Congresso, área de segurança nacional e por onde passam presidentes de República. Foi para deixar uma passageira. A desconhecida dupla entrou para a história.

Leilão do Aeroporto de Brasília

O TCU aprovou a repactuação do Aeroporto de Brasília, que passará por um novo leilão em 2026. A previsão é de R$ 1,2 bilhão em investimentos. A empresa vencedora assumirá a gestão do terminal e de outros 10 aeroportos regionais pelo Programa AmpliAR. O acordo inclui a construção de um novo terminal internacional e a saída da Infraero da sociedade, hoje sócia da Inframérica.

O Rio respira

Mesmo com a recuperação judicial bilionária do governo junto ao federal, o estado do Rio de Janeiro ganha fôlego e avança em diferentes negócios. A Firjan mapeou mais de meio trilhão de reais investimentos para o próximo triênio, em especial na energia e infraestrutura. A Firjan criou o Núcleo de Suporte ao Investidor. “Querermos nos posicionar como hub institucional”, diz Luiz Césio Caetano, da Firjan.

De novo, a taxa das blusinhas

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção e a Associação Brasileira do Varejo Têxtil alertaram o governo que isentar compras de até US$ 50 gera desequilíbrio e prejudica a indústria e o varejo. Afirmam que a medida causa injustiça tributária e ameaça a empresas e empregos no Brasil. Para o setor, o foco deve ser a redução do custo sistêmico interno, e não o favorecimento de produtos importados.

House flipping

A queda da taxa Selic impulsiona o house flipping (modalidade no mercado em que compra-se um imóvel e o reforma para a venda com lucro). As capitais do Sudeste lideram esse setor; já Brasília e Curitiba se destacam pela liquidez e valorização pós-reforma. Em bairros consolidados, imóveis antigos permitem margens relevantes. Segundo Ramiro Delgado, CEO do Trade Imobiliário, juros menores aceleram o giro.

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Conteúdo editado por: Jocelaine Santos

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