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Moda entre políticos é guardar dinheiro embaixo do colchão

Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil
Dilma: ela declarou que tem R$ 113 mil em espécie.

A estratégia financeira de grande parte dos candidatos às eleições de outubro é guardar dinheiro embaixo do colchão. Começou com a presidenciável Dilma Rousseff (PT), que declarou à Justiça Eleitoral ser dona de R$ 113 mil em espécie. Segundo reportagem publicada hoje pela Folha de S. Paulo, pelo menos outros 15 candidatos a governador, vice ou senador têm juntos R$ 3,5 milhões em casa.

Vale destacar que a prática não é ilegal, mas é estranha e perigosa. Afinal, dinheiro parado perde valor – é o velho cálculo do valor presente e valor futuro da matemática financeira. Além disso, há sempre o risco de chamar a atenção de ladrões.

Segundo o texto, o recordista do cofrinho é o ex-governador de São Paulo e candidato ao Senado, Orestes Quércia (PMDB). Ele declarou que, junto com a mulher, tem R$ 1,28 milhão em espécie.

As explicações são as mais variadas. Só faltaram dizer que é sempre bom ter um troquinho em casa para comprar pão.

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