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Cristina Graeml

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"A meta de uma discussão ou debate não deveria ser a vitória, mas o progresso". Joseph Joubert.

Desigualdades regionais Covid-19

7 ou 500 mortes por milhão de habitantes, depende de onde você mora

  • 03/06/2020 13:05

Você também se incomodou com as comparações que faziam no começo da pandemia entre o número de mortes aqui no Brasil e os da Itália (naquele momento, epicentro do contágio), sem considerar que o Brasil tem quase quatro vezes a população da Itália? Cansei de ler e ouvir que o Brasil registrou em 5 ou 10 dias um número de mortes por Covid-19 igual ao que a Itália teve em não sei quantas semanas. Aí vinham os gráficos e as previsões de que a tragédia aqui seria muito maior, com pitadas de desinformação que foram espalhando pânico sem necessidade.

A tragédia é grande, aqui e em qualquer outro lugar, mas a análise com comparações de números que não são comparáveis é destrutiva. Não dá pra dizer que a situação de um país com 210 milhões de habitantes como o Brasil é a mesma de outro com uma população muito menor - o que significa, na visão mais rasa, menos pontos de contágio.

Se fosse comparar com a Itália, que tem 60 milhões de habitantes, deveríamos usar só os números de mortos em São Paulo, Paraná e Santa Catarina, por exemplo, já que juntos os três estados têm mais ou menos o mesmo número da população italiana.

Há muitas estatísticas furadas por aí. Meu incômodo atual é gerado pelo ranking entre países com maior número de casos, que quase nunca vem acompanhado da ressalva de que são números absolutos, que desconsideram uma informação crucial: o tamanho da população.

Os EUA, que atingiram o topo do ranking e de lá não mais saíram, têm quase 5 vezes a população do Reino Unido, por exemplo, e 30 vezes a de Portugal. É óbvio que o número de casos lá seria maior. E também aqui no Brasil. Não vou mencionar a China, porque os números divulgados pelo governo chinês não são confiáveis, mas é de se imaginar que os chineses tenham sido as maiores vítimas da pandemia até agora. Um país com mais de um bilhão de habitantes não pode ter tido apenas 4.638 mortes, como anunciam.

As estatísticas nacionais também precisam ser olhadas em separado, não só porque há diferenças gritantes no número de habitantes de cada região, mas características muito diversas às vezes até entre estados vizinhos, como é o caso aqui do Paraná e de São Paulo, que já foram, inclusive, a mesma unidade da federação (o Paraná foi província de São Paulo até 1853).

Para começar, São Paulo tem metrô e trens urbanos e o Paraná não. Outro ponto importante: as aglomerações são muito menores aqui, simplesmente porque só a cidade de São Paulo tem mais gente do que o Paraná inteiro. Além disso os 11 milhões e meio de paranaenses estão espalhados por 399 municípios, numa extensão territorial muito maior que a da capital paulista.

A verticalização e a grande concentração de pessoas na cidade de São Paulo faz com que paulistanos sejam obrigados a conviver em elevadores de prédio e no transporte coletivo lotado, o que não acontece na imensa maioria das cidades paranaenses.

Por tudo isso, quase três meses depois do primeiro caso de infecção por coronavírus confirmado no Brasil, está mais do que na hora de ignorar as estatísticas que insistem em confundir e espalhar pânico e olhar, sim, para os números de fontes confiáveis (mortes por milhão de habitantes). E sempre atento às diferenças entre países e às desigualdades regionais, que agora, aqui no Brasil, estão mais escancaradas do que nunca.

Infográficos Gazeta do Povo

Preciso dizer que entre os vários gráficos e rankings feitos pela equipe de Infografia aqui da Gazeta do Povo, tem um que eu olho todo dia e aconselho você a olhar também: o ranking de mortes por milhão. É um trabalho gigantesco compilar os dados, mas os gráficos são atualizados todo dia e dão uma noção real de onde a pandemia foi mais violenta, independentemente da causa.

Se você ainda não acessou esses gráficos vou te dar pistas do que tem por lá. Deixo de lado a análise dos porquês. Números não revelam se morreram mais italianos porque a população idosa é maior ou se morreram mais americanos por causa da imensa quantidade de obesos no país – e obesidade é um grande fator de risco para essa doença. O número de mortes por milhão revela a gravidade real da Covid-19 em cada lugar e permite entender também a situação do Brasil na comparação com os demais países.

O vídeo do topo da página, publicado junto com este texto, foi gravado nesta terça-feira (02). Por isso se você for olhar os infográficos agora não se espante caso encontre números diferentes. Como eu disse antes, eles são atualizados todo dia. Em 02 de junho de 2020 sabe qual era o pior país do mundo para estar durante a pandemia? Bélgica.

A Bélgica, que fica na Europa Ocidental, entre a França, Holanda, Alemanha e Luxemburgo, e é o país sede da União Europeia, está com 820 mortes por milhão. Já são quase 10 mil casos fatais para uma população de 11 milhões e meio de habitantes. O número da população belga é bem parecido com a do Paraná e aqui no Paraná o os mortos por Covid-19 até esta terça eram 190, o equivalente a 17 mortes por milhão.

Para você se situar, o Brasil tem neste momento 142 mortos por Covid-19 a cada milhão de habitantes, o que nos coloca em 13° no ranking mundial das mortes por milhão - esse sim um ranking em que dá para acreditar, porque reflete a letalidade real da doença em cada país.

Países sem registro de mortes por Covid-19

De 141 países que divulgam suas estatísticas quatro ainda não tinham registrado nenhuma morte até esta terça (02): Vietnã, Camboja e Mongólia, na Ásia, e Uganda, na África. Em outros 13 países o número de mortes é pequeno a ponto de não ser possível fazer a estatística de mortes por milhão, ou seja, o grau de mortalidade continua constando como zero.

Outro gráfico interessante mostra apenas as novas mortes por milhão (aquelas registradas nas últimas 24 horas). Já são 75 países com resultado zero. Como não houve mortes nas últimas 24h, estatisticamente, a mortalidade da Covid-19 nesses países caiu a zero.

Repito: 75 de uma lista de 151 países não registraram mortes por Covid-19 do dia 2 para o dia 3 de junho. Nesta tabela a lista de países é um pouco maior que a outra, porque mais nações passaram a divulgar os números diários, embora não divulguem os números absolutos, desde o início da pandemia.

O mesmo infográfico mostra que em outros 57 países não é todo dia que morre alguém de Covid-19, a ponto de não se conseguir fazer estatística de novas mortes por milhão - o resultado dá zero vírgula alguma coisa, o que significa que nesses lugares o número de vítimas fatais é insignificante para o tamanho da população ou passam-se alguns dias até alguém morrer devido à infecção por coronavírus. Esse grupo de países, que já inclui a Itália, por exemplo, teve menos de 1 morte por milhão de habitante registrada de segunda para terça-feira.

São números que nos mostram a situação real, o perigo real, onde já é mais tranquilo (ou não) retomar a vida. A Espanha, que viveu semanas terríveis e assustadoras, ainda enfrenta situação preocupante, mas com base na queda das curvas de contágio e de mortes já anunciou que no mês que vem reabre até as fronteiras. O turismo será retomado!

O Brasil ainda não pode relaxar, está no epicentro da epidemia. No ranking das mortes diárias estamos em sexto lugar numa lista de 11 países que ainda têm, a cada dia, mais de uma morte por milhão. Mas viu que há uma boa notícia aí?

Apenas onze países ainda registram mais de uma morte por milhão de habitantes a cada dia neste começo de junho.

Você pode ver o gráfico completo aqui (link no fim do texto também), mas não resisto a antecipar a lista para matar já a sua curiosidade. Os 11 países que ainda tem mais de uma morte diária por milhão são, pela ordem: Reino Unido (8,19 mortes por milhão a cada dia), Peru (3,88), Macedônia e Chile (com 3 vírgula alguma coisa); Moldávia, Brasil, Armênia, Bolívia, Rússia, EUA e Equador (com 2 vírgula alguma coisa – menos de 3 mortes por milhão de habitantes a cada dia). A taxa exata registrada no Brasil nas 24h de segunda para terça-feira desta semana foi de 2,93 mortos por milhão de habitantes.

Números do coronavírus no Brasil

Desigualdades regionais no Brasil (Covid-19)

Os números brasileiros da Covid-19 também são reveladores, mostram o quanto esta doença está escancarando as imensas desigualdade regionais do país. E aqui não se trata apenas de renda per capita, normalmente atrelada à falta de instrução, o que reflete também no descuido com a própria saúde. Essa desigualdade a gente já conhece, mas agora está muito claro como cada estado vem sendo governado ao longo de décadas, como o governo federal olhou para as várias regiões no passado recente, que investimentos foram feitos em áreas primordiais como saneamento e saúde.

O Amazonas, maior estado brasileiro em extensão territorial, com uma ocupação urbana desordenada em Manaus, não tinha hospitais nem leitos de UTI suficientes para enfrentar um vírus desconhecido e altamente contagioso, que ataca de forma mais grave quem já não tem muita saúde. O que aconteceu? A taxa de mortos por milhão no Amazonas é de 500, quando a média nacional é de 142 e há estados, como Mato Grosso do Sul, com 7 mortos por milhão.

Neste mesmo país de 7 ou 500 mortos por milhão, estão Minas Gerais, com 13 mortes registradas a cada milhão de habitantes; Paraná com 17; Goiás, 18; Mato Grosso, 19; Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com 20 mortes por milhão cada. No topo do ranking, depois do Amazonas, estão Ceará, com 349 mortes por milhão de habitantes; Pará, com 340; Rio de Janeiro, 316; e Pernambuco, com 301.

É de se perguntar por que isso está acontecendo. Como esses estados vêm sendo governados? Que políticas públicas de saúde e de prevenção a doenças foram feitas nas últimas décadas por esses governantes que se dizem tão preocupados com o bem estar do povo?

Também estão em situação bem preocupante Roraima, Acre, Amapá, Maranhão, Alagoas, Espírito Santo e São Paulo. São Paulo eu deixaria de fora da análise, porque é o estado mais populoso, tem a capital com o maior aglomerado urbano do país e, como eu disse no começo do texto, tem trem e metrô o que facilita a propagação do vírus, então não acho justo comparar.

Para não dizerem que ignorei a estatística, São Paulo tinha nesta terça 173 mortes por milhão de habitantes, acima da média brasileira de 142, mas bem abaixo das mais de 300 mortes por milhão registradas no Rio de Janeiro, Pará, Ceará e Pernambuco ou das 500 do Amazonas.

Mas o que será que é tão diferente entre os estados do Norte, Nordeste e alguns do Sudeste (Espírito Santo, com 165 mortes por milhão e Rio de Janeiro, com 316) e os estados do Sul e Centro Oeste, que parecem estar num país completamente diferente?

Em quem as populações desses estados têm votado, em quais políticos têm acreditado? Nos coronéis, que prometem mundos e fundos e sempre distribuem migalhas e populismo ou nos que têm perfil de gestor e tentam aplicar as riquezas recolhidas através dos tributos em investimentos duradouros para beneficiar a população como um todo?

As desigualdades brasileiras também são gritantes no que diz respeito a aglomerados urbanos e áreas rurais, capitais e interior, cidades verticalizadas ou com predominância de casas, onde há um isolamento social naturalmente maior. Tudo isso tem feito diferença na pandemia.

Nem vou entrar na comparação entre capitais, porque o texto já está grande e isso renderia uma coluna à parte. Mas posso terminar citando a minha cidade, Curitiba, considerada exemplo para o país em muitas áreas, acredito eu, por boa governança e um povo que respeita o coletivo e atua como fiscal do poder público.

Curitiba está se saindo bem nas estatísticas, embora qualquer palavra positiva que se diga possa ser mal interpretada quando há dezenas de milhares de doentes e de famílias em luto. Mas preciso terminar esse artigo dizendo que Curitiba tem dois milhões de habitantes, menos de 1000 casos confirmados de Covid-19 até este comecinho de junho e 47 mortes, o que dá 23 mortes por milhão de habitantes. E Curitiba está no Brasil.

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Comentários [ 76 ]

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    Berto

    ± 5 dias

    Fico feliz quando vejo jornal e jornalistas fazendo jornalismo de verdade, com informações, dados e análises suportadas em fatos. Parabéns! Jornalismo não existe para criticar ou elogiar governantes. Existe para mostrar fatos, transmitir informações e, analisar quando necessário e adequado. Deve-se permitir ao telespectador, ouvinte e leitor, fazer suas próprias interpretações. Gazeta do povo e dois veículos de SC, meu estado, são os únicos que ainda assino. Os demais, de grandes centros, deixei de assinar por terem optado pelo jornalismo dirigido e tendencioso. Eu não preciso que ninguém me diga como pensar.

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    LFNicz

    ± 6 dias

    Parabéns! Finalmente uma análise lúcida, trabalhando com o indicador que realmente importa: mortes por milhão de habitantes. Diferente do terrorismo de notícias a que temos sido expostos diuturnamente... Sugiro refinar sua análise comparando sempre o número de mortes nos últimos 21 dias separando A soma (ou média) de cada 7 dias para fazer gráfico de tendência de 3 pontos. Ahn, eu não culparia diretamente a eleição de maus governantes como causa de mais mortes em alguns estados, difícil comprovar relação direta entre causa e efeito, a coisa é bem mais complexa!

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    Rodrigo Gomes

    ± 6 dias

    Parabéns, esse foi um tema praticamente ignorado durante toda a pandemia e que gera profunda desinformação. Eu me pergunto se essa insistência em utilizar números absolutos para mensurar o impacto da foi proposital. Ainda mais se levarmos em conta que a comparação de dados de saúde são quase sempre feitos de forma relativa. A cada dia tenho mais certeza que o livro "Como Mentir com Estatística" de Darrell Huff deveria ser leitura obrigatória em toda escola.

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    LUIZ HENRIQUE SOARES RODRIGUES

    ± 6 dias

    Parabens por um texto coerente, embasado em fatos e extremamente imformativo.

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    Curitibano

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    Um artigo lúcido, que foge à politização absurda que se tornou a regra em torno desta pandemia.

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    Curitibano

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    Um artigo lúcido, que foge à politização absurda que se tornou a regra em torno desta pandemia.

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    Alcir Carlos Sereni

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    muito bom, deveria passar isso na globo

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      Curitibano

      ± 6 dias

      Infelizmente a verdade não interessa à Globo (nunca interessou).

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    MARCIO O MESQUITA

    ± 6 dias

    Excelente análise! Parabéns!!!

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    Flávio Marini Fava

    ± 6 dias

    Sr Denisson Silva, você propõe que aqueles que têm condições financeiras paguem para serem atendidas pelo SUS e justifica que o país é pobre com renda média de R$15 mil anuais. Só se esquece que os principais financiadores do SUS são as pessoas que ganham mais e que a grande maioria dessas pessoas pagam planos de saúde, assim como eu e minha esposa, que pagamos mais de R$1.100,00 por mês em saúde privada. Ou seja, pagamos impostos elevados, que em boa parte vai para o sistema de saúde, pagamos planos de saúde e quando eventualmente precisarmos de atendimento pelo SUS teríamos que pagar também?

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    Vitor Hugo Hoschele

    ± 6 dias

    Melhor reportagem sobre Covid, fico muito chateado quando só destaque ao número de contaminados mas esquecem de informar que esta O também testando mais e comparar alhos com bugalhos w muito triste é de serviço pra população. Parabens

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    Ricardo Aguiar Fernandes

    ± 6 dias

    Ótima análise, parabéns!!! Jornalismo de qualidade.

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  • C

    Correa

    ± 6 dias

    Muito bom, Cristina. Isto é jornalismo de verdade.

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    Ricardo PB

    ± 6 dias

    Excelente matéria, parabéns!! Isso sim é o que eu, leitor/consumidor, espero receber como informação. Parabéns à Cristina, e à Gazeta. A sensação que fiquei é que minha assinatura vale cada centavo! Obs. esse tipo de matéria deveria, após um tempo só para assinantes, ser aberta ao público geral.

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    Luciana Amaral

    ± 6 dias

    Srs. jornalista. Sugiro um curso de pós graduação em epidemiologia. Ao término, como trabalho de conclusão, revise este artigo , comente-o , corrija as impropriedades e publique-o. Não devemos ter compromisso com o erro. Anders Teguell, epidemiologista responsável pela estratégia de combater o vírus na Suécia, há poucas horas , admitiu sua condução equivocada. Neste momento deixamos de ser aqueles 2 milhões de técnicos de futebol, pra sermos 2 milhões de experts em covid19.

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    VICTOR HUGO RAMAO FERNANDES

    ± 6 dias

    Gazeta!!!! Sei que quando o assunto é política há mais aspectos subjetivos a considerar, mas este jornal anda pecando com artigos pouco objetivos nas suas análises políticas. Este artigo mostra que SIM é possível analisar fatos pelos fatos, com coerência, bom senso, etc. Parem de entrar nesta onda oposicionista ao governo e veja o governo pelo que ele é com seus erros e acertos, distinguindo retórica de ações!

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  • H

    Henrique Barros

    ± 6 dias

    Matéria muito bem fundamentada e esclarecedora. Por que não existem mais jornalistas responsáveis como essa senhora?

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  • M

    MF

    ± 6 dias

    Parabéns pela matéria, Cristina! Muito bem fundamentada, sem torcida, atenta aos fatos e números. Isso sim é jornalismo isento. Parabéns por não ter maximizado nem minimizado o problema que é real e atual, como bem dito na matéria.

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  • G

    Gusta

    ± 6 dias

    teste

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    Joao F

    ± 6 dias

    Isso é jornalismo!

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    LUANA CENTA

    ± 6 dias

    Perfeito!

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  • M

    Mateus

    ± 6 dias

    Ótimo artigo! Minha sugestão para a Gazeta seria considerar a densidade demográfica de casa cidade e verificar se há correlação. Ao fazer isso para estados ou países há o risco desconsiderar regiões que, apesar de grande extensão territorial, têm aglomeração urbana e grandes espaços desocupados. Para cidades esse risco é um pouco menor...

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      CRISTINA GRAEML

      ± 6 dias

      Sim, Mateus. Há muitas margens para análise e a minha não é a de um urbanista ou epidemiologista. Apenas aponto com o faro jornalístico como é importante olhar para os números que trazem informação real e não aqueles parciais, misturados, soltos ao vento. Foi um começo. Uma tentativa de clarear nossas ideias e trazer as estatísticas para a sua devida perspectiva. Mas obrigada pela sugestão. Para me debruçar sobre tabelas do IBGE e comparar com os gráficos da Covid, levantar dados científicos... eu precisaria de uma equipe muito maior, o que, no momento, infelizmente não tenho.

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  • A

    Andrea Muller Oliveira

    ± 6 dias

    Ótima analise, não entendo ou até entendo o porque de outros veículos de comunicação nem mostrar os números por milhão, claramente querem transmitir o pânico. Parabéns a Gazeta do Povo pela correção e isenção nestes dias complicados.

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  • J

    J A Schmidt

    ± 6 dias

    Tá ficando cada dia mais dificil para os quarentena lovers manterem a farsa.

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  • N

    Nilson Macan

    ± 6 dias

    585 mil infectados (arredondando) para uma população de 212 milhões representa 0,28% da população .... Parabens pelo artigo.

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      CRISTINA GRAEML

      ± 6 dias

      Obrigada, Nilson. Mas precisamos ter cuidado ao analisar o número de infectados, porque isso depende de quantos testes foram aplicados. O Brasil ainda comprou, mas ainda não recebeu todos os testes que pretende aplicar. Sabe-se que há muito mais gente infectada, assintomática, então esses números não são confiáveis. Os de mortes por milhão são, por ora, os mais precisos.

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    Fernando Antonio Roquette Reis Filho

    ± 6 dias

    Cristina parabéns. Do jeito que vai nosso jornalismo é provável você virar tese de faculdade: "Como fazer jornalismo de verdade na era do jornalismo lacrador e partidário. O case Cristina Graemi."

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    Luiz Alberto Brasil de Souza

    ± 6 dias

    Excelente artigo, Cristina. Vemos com clareza quão danosa é a estatística não mão dos nossos políticos. Não é à toa que se diz que um sujeito com a cabeça no forno e os pés no freezer está com uma excelente temperatura média.

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    ROBERTO HIDEO SHIMIZU

    ± 6 dias

    Parabéns pela matéria!!! Excelente visão!

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    ABFeitoza

    ± 6 dias

    Ótimo texto!

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    Roberto Garcia

    ± 6 dias

    Além das características da localidade, claro, acho que tem muita estatística furada por aí.

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    Fábio dos Reis Costa

    ± 6 dias

    Cara Cristina, nosso país carece de jornalistas que narram fatos com coerência, como você nesta matéria. Parabéns pelo ótimo trabalho e que muitos dos seus colegas, aprendam e entendam que a verdadeira função de um jornalista, é informar e não influenciar.

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  • N

    Nilton César Rodrigues Soares

    ± 6 dias

    Excelente texto, muito bem embasado e sem sensacionalismo. É um exemplo para todos os meios de comunicação.

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  • M

    MARCIO ROGERIO DAVID

    ± 6 dias

    Esse texto precisa virar base para analise isenta, estatisticas confiavéis, inventário da administração pública em todo o país. E pra encerrar um manual para politicas de Estado no presente e no futuro. Parabéns!!!!

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    Marcos eisenschlag

    ± 6 dias

    E nao aprenderemos nada. E' evidente que todos os centros que mais tem trafego aereo foram os que mais tiveram contaminacoes antes mesmo de saber que a pandemia ja' havia aportado no Brasil. Manaus pelo alto numero de chineses que visitam a zona franca. Nao iremos melhorar nossos controles sanitarios nos aeropportos, nao iremos reestruturar a Anvisa, nao iremos ter um centro dedicado para controle de doencas infecciosas. Assim como no incendio da boate Kiss as mortes das vitimas nao foram suficientes para melhorar nossos contrles de incendio, as mais e 25000 mortes nao nos trarao nenhum aprendizado.

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  • W

    Wall-e

    ± 6 dias

    Análise, jornalismo, esclarecimento. Perfeito. Sem minimizar sofrimento dos familiares, análise de números comparativos é base para conhecimento e determinante para planejamento, seja de controle da pandemia seja de políticas públicas de saúde.

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  • C

    COCAMAR

    ± 6 dias

    Analise lucida, como toda a imprensa deviria ter. Interesses transversos tentam confundir. parabéns a Cristina

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  • N

    Neto

    ± 7 dias

    Para a maioria dos jornalistas, que não é o caso aqui, é preciso que as pessoas fiquem em eterno estado de pânico para não sair do isolamento. Com isso, as pessoas estão ficando doentes, muito doentes. Tenho quase 60 e vou ficar em isolamento até o Natal, mas quero fazer isso em paz e confiante, pois não é a primeira pandemia que enfrento. Acho que as autoridades de saúde deveriam considerar a saúde mental das pessoas também. Por exemplo, o que justifica a ambulância ligar a sirene de madrugada para transportar alguém com Covid se não é emergência?

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  • H

    Herman Weksler

    ± 7 dias

    É difícil encontrar colunistas com essa clareza de exposição. Parabéns!

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  • N

    Neto

    ± 7 dias

    O número de óbitos em Curitiba e no Paraná já demonstram claramente que há sim grupo de risco, que são as pessoas de todas as idades com comorbidades (inclui asma e obesidade) e pessoas acima de 50 anos (não 60), que é o meu caso. Fora desse grupo o número de óbitos é extremamente baixo. Acho que melhor para essas pessoas e para a economia do Estado que se passasse agora a uma segunda etapa do isolamento, uma etapa mais inteligente, em que essas pessoas do grupo de risco seriam cadastradas e monitoradas, além de terem o direito de permanecer em home office. Não há razão de saúde pública para manter em isolamento um jovem que não tem familiares ou contato de trabalho com pessoas desse grupo.

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  • L

    LUIS HENRIQUE GROFF

    ± 7 dias

    Muito bom!!!

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  • F

    Flavio Teixeira

    ± 7 dias

    Parabéns pela lucidez da coluna. Extremamente claro, direto e, principalmente, sem ideologias.

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  • J

    jose rodorval ramalho

    ± 7 dias

    O mais inteligente e esclarecedor artigo sobre as estatísticas do COVID, pois pondera os números. Esse é pra compartilhar, imprimir e guardar. Parabéns pra Gazeta e sua equipe!

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  • N

    Neto

    ± 7 dias

    O Paraná é o 27° estado em casos/milhão e o 25° em óbitos/milhão, só atrás de MS e MG, graças a um governo que não perde tempo com polêmicas inúteis e ao sacrifício de sua população. A cooperação para se manter o isolamento se obtém principalmente com retorno positivo, não pregando pânico. Até porque, as pessoas devem ficar em casa mas com saúde mental, equilibradas e confiantes. Parabéns, Cristina.

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    1 Respostas
    • N

      Neto

      ± 7 dias

      Destaco que em nenhum momento a Cristina usou esses números para defender o afrouxamento do isolamento, distanciamento ou qualquer outra.

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  • N

    Neto

    ± 7 dias

    Mortalidade é número de óbitos/milhão de habitante. Todos os óbitos suspeitos de covid-19 são testados. Letalidade é o número de óbitos/caso confirmado. Quanto mais testes mais casos confirmados e menor vai ficando a letalidade, o que é bom. Aqui no Paraná ela já chegou a 6,3 e agora está em 3,7.

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  • G

    Gilberto Nascimento

    ± 7 dias

    Meu vizinho do lado é rico e chegado a pelo menos duas festinhas/reuniões por semana com amigos. Do tipo de lotar a rua com carrões. Desde que começou essa história, ele fez ZERO festinhas/reuniões. Não é burro. Nenhum de meus vizinhos é, porque todos eles faziam reuniõezinhas eventualmente. Alguns com mais frequência, outros com menos. Pararam de vez. Alguns deles são classe média alta, outros remediados. Eu sou o pobre. Independente de condição financeira, ninguém está facilitando. Porque ninguém é burro.

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  • M

    Manoel Cesar Romero

    ± 7 dias

    Parabéns Cristina, muito esclarecedor, deveríamos enviar a sua coluna para o JN da rede parcial de televisão. O negócio da rede parcial é mostrar covas e caixões para apavorar os senhores e senhoras de mais idade, parece filme de terror.

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  • D

    DENISSON HONORIO DA SILVA

    ± 7 dias

    Parabens, Cristina. Há várias maneiras de se interpretar a pandemia. Esta ao que parece é mais apropriada. Alguém aqui comentou que a testagem prejudica seu raciocinio. Talvez, mas não é absoluto. Se considerarmos SARS, independentemente se houve testagem, tira-se alguma conclusão. Agora a respeito do SUS, creio que a criamos um monstro. No Rio de Janeiro, caricatura brasileira, há sete hospitais federais. Por quê? Curitiba, apenas tem um. A população 7 vezes maior ?. O modelo se esgotou. O financiameto deve ser compartilhado com aqueles que podem pagar. Ainda que seja uma quantia pequena. O país é pobre. Renda per capita de 15000 ao ano,

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  • C

    CLEUSA

    ± 7 dias

    É alentador ler uma noticia assim! Quisera que todos os nossos jornalistas e "especialistas" soubessem interpretar gráficos! Fazer essas comparações entre países populosos, saber a extensão territorial dos países tudo isso sai do radar do que é ensinado aos nossos jovens! E faz tempo!

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  • E

    Eden Lopes Feldman

    ± 7 dias

    Isto sim é jornalismo sério, parabéns a colunista por divulgar o que a imensa maioria dos jornais brasileiros ocultam.

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    • C

      CRISTINA GRAEML

      ± 7 dias

      Oi, Eden. Obrigada pelo comentário. Só queria lembrar que os gráficos estão acessíveis pelo link no topo da página da Gazeta do Povo desde o início da pandemia. Há poucas semanas a equipe de infografia conseguiu incluir essas estatísticas de mortes por milhão, pq os dados passaram a ser disponibilizados pelos governos. Quem concentra o recebimento é a universidade americana Johns Hopkins. Abs.

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  • J

    João Carlos Carvalho

    ± 7 dias

    Meus parabéns Cristina por mais um artigo factual e inteligente !

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  • A

    Aroldo

    ± 7 dias

    Parabéns pela reportagem! Pela primeira vez durante esta pandemia li algo coerente e inteligente, diferente de outras que querem propagar o medo e com fundo político.

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  • G

    Gabriela Turkot

    ± 7 dias

    Ok, entendo o ponto da matéria e acho válido. Mas tem um problema na argumentação: o número de casos e mortes por milhão de habitantes é diretamente influenciado pelo número de testes... Se compararmos a testagem por milhão de habitantes (para mantermos a mesma linha argumentativa, que considero muito acertada), a Bélgica realizou 76,334 testes por milhão de habitantes enquanto o Brasil realizou 4,378 teste por milhão de habitantes até agora. O que temos a partir disso é que, estatisticamente falando, teremos mais mortes REGISTRADAS por milhão de habitantes na Bélgica do que no Brasil pelo simples fato de que testamos menos.

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    • R

      Romeu

      ± 6 dias

      Esse comentário foi removido por não estar de acordo com os Termos de Uso.

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    • N

      Neto

      ± 7 dias

      O número de óbitos/milhão de habitantes não é influenciado pelo número de testes. Primeiro porque a população é fixa e segundo porque todos os óbitos suspeitos são testados, pelo menos no estado do Paraná.

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Só coloco em questão que não temos acesso a veracidade dos atestados de óbito (até porque seria impossível) e, ainda, que não são claros os critérios para a inserção de quais mortes vão para o balanço estatístico. Desse modo, não consigo ser otimista... De qualquer modo, agradeço pela conversa e pelo tempo!

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Mas, realmente, não acho nada favorável politizar os questionamentos acerca das testagens, não só pelas brigas políticas, mas por se tratar, ao meu ver, majoritariamente de um problema científico. Temos dados gritantes acerca da diferença de mortes neste ano, em comparação aos anos anteriores. Não acho certo, a partir dessa diferença, taxarmos tudo de COVID sem resultados palpáveis. Mas, ao mesmo tempo, a nossa falta de acesso aos testes e, por consequência, a dados mais absolutos, aponta para uma dificuldade de realmente sabermos o que está acontecendo.

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Obrigada pela resposta! Compreendo que os nossos recursos são escassos aqui no Brasil e que, também, no mundo o acesso aos testes é mais complicado por conta da alta demanda em relação a um mesmo recurso. Mas acho importante questionarmos, inclusive, o número de mortes por conta da portaria que saiu, na época em que o ex-ministro Mandetta ainda estava no cargo, sobre a possibilidade de enterrar ou cremar sem atestado de óbito.

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    • C

      CRISTINA GRAEML

      ± 7 dias

      Então se não fizemos mais testes aqui simplesente pq não conseguimos que nos fornecessem e entregassem a quantidade desejada, podemos imaginar que países menores passam pelo mesmo problema. Mas sinceramente, esse ponto que vc levantou, de que os números só seriam confiáveis se houvesse testagem em massa, acho que serve para questionar o número real de doentes, mas não de mortos. Os mortos entram para a estatística, por causa do atestado com a causa mortis. Sendo assim a conta de mortes por milhão é sim a mais precisa que temos. É minha opinião, com base nas entrevistas que faço.

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    • C

      CRISTINA GRAEML

      ± 7 dias

      Gabriela Turkot: Gabriela, não quero politizar a questão da quantidade de testes, por um motivo bem simples: não tem a ver com vontade de governantes fazerem os testes, mas com a quantidade de testes disponíveis. O Brasil foi o último dos grandes países a registrar casos e a entrar na espiral do contágio e, todos sabemos, teve sérias dificuldades para conseguir máscaras e outros EPIs, respiradores, remédios e, sim, testes. Temos também o problema da capacidade de processamento dos laboratórios.

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Fiquei contente que você comentou por aqui porque acho suas matérias muito importantes e, pra mim, parece uma abertura para o diálogo, o que é mais importante ainda... Nesse sentido, gostaria de fazer uma pergunta: por que você optou por não mencionar as problemáticas da testagem nessa matéria?

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Olá, Cristina. Obrigada pela informação. Acredito que precisamos ficar bastante atentos no que tange às subnotificações ou hipernotificações de casos/mortes. Cabe argumentar, porém, que uma denúncia a ser investigada não é o mesmo que um fato consumado e, ainda, que os casos de 'suspeita de COVID' não entram para os balanços estatísticos.

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    • C

      CRISTINA GRAEML

      ± 7 dias

      Oi, Gabriela. No Ceará o próprio sindicato dos médicos pediu para o Ministério Público investigar denúncias de fraude nos atestados de óbito. https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/mp-do-ceara-vai-averiguar-denuncia-de-suposta-pressao-para-atestar-mortes-por-covid/

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      https://brasil.elpais.com/politica/2020-03-31/mortes-sem-diagnostico-levantam-suspeita-de-subnotificacao-de-casos-do-coronavirus-em-sao-paulo.html%3FoutputType%3Damp&ved=2ahUKEwiPooWvsObpAhVNH7kGHTJiDo0QFjALegQIBBAB&usg=AOvVaw3nNRf2zAhJaPlQAHuTVTo4&cf=1

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      https://politica.estadao.com.br/blogs/estadao-verifica/alteracao-de-atestado-de-obito-em-guarulhos-e-usada-por-negacionistas-do-coronavirus-para-expor-fraude-inexistente/%3Famp&ved=2ahUKEwiPooWvsObpAhVNH7kGHTJiDo0QFjAJegQIARAE&usg=AOvVaw3_u-fem-BBxzGyP5fGVq9A&cf=1 https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/04/09/covid-19-declaracoes-de-obito-apontam-48-mais-mortes-do-que-dado-oficial.amp.htm&ved=2ahUKEwiPooWvsObpAhVNH7kGHTJiDo0QFjAGegQICBAB&usg=AOvVaw09qnVgV06YcdCqXhCTNmrk&cf=1

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Eu só achei notícias e informações que apontam para várias mortes por COVID que não são registradas e não entram no balanço oficial estatístico.

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      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Você tem fontes para essa informação?

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    • A

      Alex Fox

      ± 7 dias

      Por outro lado tivemos governadores determinando que profissionais da saúdem atestassem óbito por COVID exclusivamente pelos sintomas do falecido, sem realização de testes... o furo nas estatísticas vale para os dois lados.

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      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Os dados sobre a testagem dos países por milhão de habitantes podem ser encontrados aqui: https://www.worldometers.info/coronavirus/

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    • G

      Gabriela Turkot

      ± 7 dias

      Apenas atualizar as informações de acordo com o tamanho da população, isso não é suficiente para entendermos a gravidade da COVID no Brasil, se não compararmos o quanto nossos dados são fidedignos. Os testes são a nossa lanterna em meio a escuridão da desinformação. Não é porque não vemos corpos no escuro que eles não estejam lá.

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  • L

    LOURENÇO DE SOUZA

    ± 7 dias

    É a primeira vez que vejo uma matéria bem feita na grande mídia, a respeito da covid. Para espalhar o terror, outros jornalistas desprezam as proporções populacionais e as diferenças demográficas.

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  • M

    MICHAEL GUSTAV ADOLF MULL

    ± 7 dias

    Finalmente um comentário exaurido de um ser pensante.

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