Cristofobia há muito deixou de ser um neologismo, não porque a palavra tenha sido incorporada a dicionários, mas pela frequência com que passou a ser usada para definir os cada vez mais frequentes ataques a igrejas, símbolos religiosos ou mesmo aos valores cristãos.
Com a proximidade do Natal, eis que o universo da propaganda e, de quebra, as redes sociais e grupos de mensagens instantâneas começam a ser inundados por expressões como "Feliz Temporada" ou "Feliz Feriado", como se a celebração que famílias do mundo inteiro se preparam para fazer dia 25 fosse uma mera folga para uma festa qualquer.
Como a cristofobia se consolida
Para muitos pode parecer teoria da conspiração, mas no mundo real já surgem ordens de departamentos de marketing para mudar a tradicional frase "Merry Christmas" (Feliz Natal) nos cartões de Natal para "Season Greetings" (Saudações da Temporada).
Na Europa o comercial de uma montadora de veículos alemã mostra um carro trafegando na neve e a legenda é "Season Greetings"? Se fossem meros votos de "aproveite o inverno", por que não fazer isso também nas demais estações do ano?
Muitos outros sinais vêm sendo dados mundo afora de que há método no ataque velado aos valores cristãos, neste caso, uma campanha de desconstrução do Natal.
Na era Obama, nos EUA, havia denúncias de que a equipe de governo orientava pela substituição de "Merry Christmas" por "Happy Holiday" (Feliz Feriado). A administração Trump teria retomado a tradição de desejar Feliz Natal nos cartões e campanhas do governo.
Aparentemente há uma clara intenção de minimizar a importância do real significado da data de 25 de dezembro, celebrada pelos cristãos como o dia do nascimento de Jesus Cristo. Este é o tema do debate no programa Segunda Opinião desta segunda (19), último episódio antes do Natal.
Assista ao programa clicando no play da imagem que ilustra esta página. Desejamos a todos que acompanham o Segunda Opinião um Feliz Natal, com todas as letras e os belíssimos valores que esta expressão e a data carregam. Reservo um vídeo especial para o fim do programa. Não deixe de assistir.

Formada em Comunicação Social – Jornalismo (UFPR/1992). Trabalhou como repórter de TV por 26 anos. Está na Gazeta do Povo desde julho de 2018, onde já atuou como produtora e apresentadora de minidocumentários em vídeo e programas de análise política (Última Análise, Conversa Com Fiúza, Passando a Régua com Rodrigo Constantino e Hora do Strike). Estreou como colunista em fevereiro de 2020, publicando textos e vídeos na coluna Falando Abertamente, editoria Vozes. Às segundas-feiras comanda o programa Segunda Opinião, apresentado ao vivo, às 20h, envolvendo outros comentaristas em debates sobre temas relacionados às Convicções da Gazeta do Povo.**Os textos da colunista não representam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.



