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"Eu sou deputado, tenho imunidade parlamentar e não fui respeitado por isso. A Constituição foi rasgada", ressalta à coluna Entrelinhas o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Ele cita a investigação da Polícia Federal (PF) aberta depois de o parlamentar chamar o presidente Lula de ladrão. "Quando um influenciador chama o presidente da Casa de 'excrementíssimo' durante uma sessão da Câmara, dentro da Câmara, isso é chamado de 'mera opinião'", ressalta.
O deputado federal faz referência à fala do influenciador de esquerda Felipe Neto durante uma audiência pública no Legislativo Federal. Neto criticava a postura do presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre o PL da Censura. De acordo com Nikolas, o episódio "mostra, mais uma vez, um lado parcial do Judiciário de perseguir seus opositores". "Não é o que se fala, é quem fala", conclui.

Mariana Braga é jornalista formada pela UFPR, com mestrado pela École Normale Supérieure de Lyon, na França. Trabalhou como assessora parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná. Foi repórter, apresentadora, editora e chefe de reportagem em emissoras de televisão. Tem formação também em Artes Cênicas e Psicanálise. **Os textos da colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.

Cristiano de Oliveira Gomes é formado em jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB) e atuou em redações de jornais e portais de notícia na capital federal. Tem experiência no Congresso Nacional, onde trabalhou como assessor em gabinetes parlamentares e lideranças partidárias.




