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Existe ao menos uma grande vantagem em sermos governados pela esquerda: como não têm ideia nova para nada, eles acabam sendo obrigados a repetir o paradigma totalitário de sempre. Pode reparar: o que há de novo na esquerda para, por exemplo, combater a criminalidade? Para aprimorar os serviços públicos? Para reduzir o peso do Estado?
Absolutamente nada.
As ideias de esquerda são sempre as mesmas: bata o olho preguiçoso na realidade, divida a situação entre opressor e oprimido, e crie políticas para defender o oprimido contra a opressão estrutural do sistema capitalista patriarcal. E como esse sistema capitalista patriarcal é a representação do Mal na Terra, qualquer ideia ou política que contribua para destruir esse sistema é vista como progresso pela esquerda.
É por isso que todo progressista acaba sendo um niilista, porque ele acredita que a demolição de todas as instituições da realidade opressora nos conduzirá, invariavelmente, a uma realidade menos opressora.
A percepção geral no Brasil de hoje é que o PT e a esquerda servem apenas para uma coisa: acabar com a sobrevivência da população – tanto em termos econômicos, quanto em termos de criminalidade urbana – enquanto se locupletam com escândalos de corrupção
E é assim que, por mais preocupados que fiquemos de sermos governados pela esquerda, há aqui pelo menos uma vantagem: o esquerdista não consegue se conter nessa sua fúria niilista de destruição do que existe. O progressista é uma espécie de possuído, que quer perseguir e devorar tudo aquilo que não se encaixe na sua escatologia. E eles acabam, evidentemente, devorando a si mesmos e aos seus próprios aliados, além das próprias pessoas por quem dizem lutar.
Vejam o modelo de governo do PT e da esquerda: imposto nas costas dos trabalhadores, gasto público exorbitante, regulamentação excessiva, parasitismo nas estatais, leniência com a criminalidade urbana, escândalos de corrupção, censura e perseguição a quem não adere à esquerda, enfraquecimento da democracia por meio da juristocracia etc.
Essas insanidades – essa incapacidade total de governar da esquerda – não passam desapercebidas pela população. A percepção geral no Brasil de hoje é que o PT e a esquerda servem apenas para uma coisa: acabar com a sobrevivência da população – tanto em termos econômicos, quanto em termos de criminalidade urbana – enquanto se locupletam com escândalos de corrupção. E a única maneira que a esquerda enxerga de melhorar a realidade é pela censura, evitando que nós possamos reclamar da realidade inóspita que eles nos impuseram.
E é nesse momento que conservadores, liberais e demais denominações da não-esquerda podem novamente ter esperança de voltar a estabelecer algum bom senso na direção do país. O caminho é relativamente simples: basta fazer o contrário do que a esquerda faz, mas com propostas concretas.
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É preciso que a direita tenha contrapontos ao que a esquerda propõe, ainda que o que ela proponha seja pura propaganda. Por exemplo, agora a esquerda está avançando um projeto de censura camuflado de combate à misoginia. Todos nós sabemos que o projeto não tem absolutamente nada a ver com proteção da mulher: se a mulher for de direita, a tal proteção da sororidade não existe. Como todo projeto de censura, ele serve apenas para perseguir determinado grupo político ou social.
De todo modo, é preciso que a direita proponha projetos que façam frente a essa propaganda de esquerda, e que resolvam problemas reais vividos pela população (por exemplo, um de aumento da pena para crimes violentos cometidos contra a mulher).
A fúria destruidora do niilismo da esquerda tem levado o país a uma saturação, e o momento pode ser bem aproveitado pela direita. Se seguirmos com propostas concretas na direção de menos impostos, menos regulamentação, mais combate à criminalidade e mais liberdade de expressão, o caminho estará bem pavimentado.
Conteúdo editado por: Jocelaine Santos








