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Adaptação do pet à nova casa
É importante ter paciência com os animais na adaptação ao novo lar.| Foto: Bigstock

A mudança de casa pode ser um processo complicado e cheio de novidades. Assim como nós, os cães podem ficar estressados, ansiosos e cansados, mas também podem apresentar certa euforia. O processo de adaptação do cão vai precisar de certa dedicação dos tutores para que eles se sintam tranquilos e confiantes para seu novo habitat. Aqui estão algumas dicas do que fazer antes e depois da mudança:

1. Consulta com um veterinário

Uma visita ao veterinário de confiança para realizar um check-up e se assegurar que o pet está saudável é extremamente importante, já que o estresse pode agravar ou até mesmo desencadear algumas patologias. Assim, também conseguimos diferenciar outros problemas de origem comportamental que possam surgir no processo.

2. Leve para conhecer a casa antes da mudança

Leve no novo imóvel como forma de passeio, apresente os cômodos da casa e reforce o instinto de curiosidade e faro. Sendo um ambiente ja conhecido, ajuda a não estranhar tanto quando estiver morando definitivamente. Se possível, levar mais de uma vez. Incluir brincadeiras, treinos e petiscos para associar positivamente o lugar e ele ter lembranças boas.

3. Cheiros

Um pouco antes da mudança, não lavar a cama, cobertas e brinquedos para que mantenham cheiro. O faro é o sentido mais importante para os cães e deixar o cheiro vai trazer mais conforto e segurança. Espere alguns dias para lavar e comprar itens novos.

4. Rotina

Mantenha a rotina e a previsibilidade no dia a dia. Cães gostam de ter uma rotina e sair dela pode ser um tanto estressante. Continue com os mesmos horários de alimentação, passeios, treinos e brincadeiras. Isso vai contribuir para o bem-estar.

5. Companhia

Não deixe seu cão sozinho nos primeiros dias da mudança. O ideal é se mudar perto de um final de semana ou férias para poder dedicar tempo para a adaptação. Alguns cães são mais resilientes que os outros, então essa transição pode ser difícil. Treinos de independência e de associações positivas com o ambiente devem ser feitas todos os dias. Caso haja dificuldade nesse ponto, não hesite em chamar um profissional do comportamento.

6. Paciência

O processo pode ser longo e cansativo. É muito importante que o cão se sinta confortável e em segurança no seu ambiente. Erros e algumas alterações comportamentais são normais e por mais estressante e difícil que seja, não desconte a frustração no seu amigo.

7. Fique atento aos sinais

Alguns sinais podem aparecer junto com toda essa mudança. O cão pode demonstrar falta de apetite, vômito ou diarreia, tremor, vocalização excessiva, segurar urina e fezes.

Alguns desses comportamentos podem ser resolvidos com passeios, atividades e uma boa rotina nos primeiros dias. Se mesmo assim os sintomas continuarem, procure um veterinário.

A adaptação não é uma receita de bolo. A idade, a personalidade, os costumes e problemas pregressos irão influenciar no processo. Lembre-se que um ambiente tranquilo e equilibrado são fundamentais para o bem-estar da família multiespécie.

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