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Entrega de chaves de unidades habitacionais mobiliadas, entrega de 789 novas ambulâncias, regularização fundiária no Recife, projetos habilitados pelo Novo PAC, “Gás do Povo”, entrega de 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O presidente Lula percorreu o país distribuindo bondades em pré-campanha eleitoral, com dinheiro do contribuinte. Foram 70 viagens. Por questões de “segurança”, o presidente não informa os valores torrados nessas andanças.
Em 1º de agosto, Lula fez um pronunciamento durante evento de entrega simultânea de unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, em seis estados brasileiros. O presidente afirmou:
“Por isso que eu tenho um compromisso com esse Minha Casa, Minha Vida. É um compromisso, não é nem um programa de governo, é quase que uma profissão de fé”.
Houve entrega do Conjunto Habitacional Nelson dos Anjos, no Amapá, além da entrega de chaves de unidade habitacional mobiliada a família beneficiária. Também houve visita às áreas de produção de goiaba, café e milho e entregas da reforma agrária em Campo do Meio (MG). A entrega das 789 ambulâncias do SAMU ocorreu em Sorocaba (MG).
Cerimônia para assinatura de ordem de serviço
Teve visita à Estação de Tratamento de Água de Paramirim (BA), no programa Água Para Todos; inauguração da Barragem de Oiticica, em Jucurutu (RN); lançamento do Programa Solo Vivo e entrega de máquinas agrícolas, em Campo Verde (MT).
A barragem de Oiticica teve início em 2013, no governo Dilma Rousseff. Onde não havia obra pronta, o governo apelava. Em Salgueiro (PE), houve cerimônia para assinatura da ordem de serviço para a duplicação da capacidade de bombeamento de água da estação “Caminho das Águas”, no Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Em Ortigueira (PR), houve cerimônia de entregas do programa “Terra da Gente”.
Lula esteve na cerimônia de entrega de 318 máquinas agrícolas a municípios de Minas Gerais, em Contagem (MG). Posou para fotos em frente às máquinas ao lado do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e do senador Rodrigo Pacheco, que alinhavava uma candidatura ao governo do Estado com o apoio do presidente.
Lula também participou da assinatura de atos relativos à Solução Habitacional para a Favela do Moinho, no Rio de Janeiro. Em Araguatins (TO), esteve na entrega de títulos de regularização fundiária.
O Novo PAC e as grandes obras
Em Montes Claros, o presidente foi no atacado: esteve na cerimônia de entregas do governo federal ao Vale do Jequitinhonha. Em Osasco (SP), anunciou os projetos habilitados pelo Novo PAC – Urbanização de Favelas, do programa Periferia Viva. Em Recife, participou da cerimônia de anúncio de investimentos em regularização fundiária e entrega de títulos de propriedade para famílias da comunidade Brasília Teimosa.
Grandes obras também podem esperar. Lula esteve no lançamento do edital de concessão do Túnel Submerso Santos-Guarujá. Ou seja: não havia inauguração, não havia obra, não havia licitação — era apenas uma promessa. Mais uma promessa.
No Rio, Lula esteve na cerimônia de “retomada da indústria naval”, no Programa de Renovação da Frota Naval do Sistema Petrobras. Houve ainda cerimônia de assinatura do contrato de concessão de terminal do Porto de Itaguaí. Em Rio Grande (RS), ocorreu a assinatura do contrato de navios da Transpetro pelo mesmo programa.
O presidente prestigiou a cerimônia alusiva às obras da Rodovia Presidente Dutra, na Serra das Araras, em Paracambi (RJ). Em Resende, visitou o Complexo Industrial da Nissan do Brasil e cumprimentou trabalhadoras e trabalhadores.
Esteve também na cerimônia de retomada das operações do Porto de Itajaí (SC). Em Duque de Caxias, participou do anúncio de investimentos da Petrobras em refino e petroquímica no Rio de Janeiro. Em Goiana (PE), esteve na inauguração da planta de produção de medicamentos hemoderivados da Hemobrás.
O projeto foi lançado em 2003, no primeiro governo Lula, mas a obra esteve parada por longos anos, por falhas no projeto e corrupção em sua diretoria.
Lula visitou o canteiro de obras da Ferrovia Transnordestina, onde anunciou a garantia de recursos para sua conclusão — R$ 1,4 bilhão. Ele se deslocou em trem da ferrovia em Missão Velha (CE).
A pedra fundamental da Transnordestina foi lançada em junho de 2006, no primeiro mandato de Lula. É mais uma das grandes obras inacabadas dos governos Lula, agora incluída no PAC 2. A obra é tocada por um grupo privado, a Transnordestina Logística (TLSA).
Na época da visita presidencial, o orçamento da ferrovia estava em R$ 15 bilhões, com execução de 76%. Sua conclusão estava prevista para 2028.
Na visita à obra, Lula deixou escapar:
“Essas palavras minhas foram ditas aqui em Missão Velha, no dia 6 de junho de 2006, no primeiro ato de inauguração da tentativa de trazer a Transnordestina para cá”.
Sim: a obra se arrasta por 20 anos. E não era inauguração — era lançamento da pedra fundamental.
Lula fez três viagens a Belém para reuniões relativas à COP30, visitas e inauguração de obras. O presidente ainda teve tempo para um encontro privado com o cacique Raoni Metuktire, na Terra Indígena Capoto/Jarina, em abril.
O almoço foi oferecido pelo cacique Raoni Metuktire em homenagem ao presidente da República e à senhora Janja Lula da Silva.





