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Se Rosângela Lula da Silva, a Janja, gosta de ser o centro das atenções, isto foi algo que não faltou a ela na última semana. E óbvio, não por bons motivos. Durante o festival que ficou conhecido como “Janjapalooza”, a primeira-dama do Brasil proferiu um “f*ck you” para Elon Musk, que viralizou instantaneamente pelo mundo. Na busca por mais protagonismo, a atual esposa de Lula vem colecionando mais gafes e vergonhas do que qualquer outra coisa.
Continuando sobre o festival, de nome oficial “Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza”, a contradição já começa por aí. Segundo veiculado pela mídia, mais de R$33 milhões em dinheiro público, através de empresas estatais, foram gastos no evento. Será que esse dinheiro não poderia ser investido diretamente no combate à fome de forma real e não com marketing barato?
No local, além de venda de camisas com a imagem de Lula e de ditadores como Fidel Castro e genocidas como Che Guevara, e de materiais relacionados a diversos partidos e políticos de esquerda, havia também objetos do grupo terrorista MST.
Não é de se admirar que algumas estatais omitiram o quanto gastaram do seu dinheiro para financiar esta vergonha
Lembrando que as empresas públicas registraram recentemente um rombo de R$7,2 bilhões, o maior déficit da série histórica iniciada em 2002. O prejuízo, claro, quem paga é você.
Seja xingando o proprietário do X ou se irritando com uma apoiadora unicamente por proferir o “Janjapalooza” no meio de seu discurso, Janja não tem sido perdoada nem pela velha mídia, que fez questão de destacar que ela não é mais a militante que ficava na porta da PF em Curitiba, dando boa noite a Lula quando ele estava preso. Portanto, deveria se portar como uma verdadeira primeira-dama.
Entre os petistas ela também não foi poupada. Uma ex-vereadora do PT do Rio de Janeiro postou uma foto da ex-primeira-dama Marisa Letícia e aproveitou para provocar na legenda com a frase: “G20 Social - Saudades dessas damas. E não sou bestona!”, em referência à fala da atual esposa de Lula que chamou o homem que se suicidou em Brasília de “bestão”.
Rosângela foi além. Em entrevista à CNN Brasil, transmitida no último domingo, 17, ela atribuiu ao machismo e à misoginia o fato de não ter um gabinete de primeira-dama e afirmou que, se tiver que produzir algo, tem que pagar do próprio bolso, inclusive as roupas que usa. Uma história “triste e comovente” que poderia ter sido contada no festival.
Não me assusta que Janja seja mais uma a defender a “regulação das redes sociais” depois de tantas situações vexatórias, desde a mentira do suposto sumiço dos móveis do Palácio da Alvorada. Quanto mais a verdade desmascara a esquerda, mais tentam forçar narrativas que visam censurar oposicionistas.
Segundo a Pesquisa PoderData realizada de 12 a 14 de outubro de 2024, 47% dos entrevistados declararam desaprovar a atuação de Janja, e Luís Cláudio Lula da Silva provavelmente está entre eles a julgar pelos xingamentos que o filho de Lula fez contra a madrasta em mensagens do Whatsapp que vieram a público em julho. A “inresponsabilidade” da petista está e seguirá causando muitos “ploblemas”, como diria ela própria.
Conteúdo editado por: Aline Menezes

Nikolas Ferreira de Oliveira é natural de Belo Horizonte, tem 27 anos e é formado em Direito pela PUC Minas. Foi vereador na capital mineira e nas eleições de 2022 disputou uma vaga para a Câmara Federal, tornando-se o deputado mais votado do país e alcançando a maior votação da história de Minas Gerais, com 1.492.047 votos. É autor do best-seller O Cristão e a Política, de 2022, livro inspirado nas palestras que ministrou no Brasil, Estados Unidos e Europa. **Os textos do colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.



