

O presidente precisa ser astuto, segundo revista
Apesar de reeleito e detentor de uma popularidade invejável no cenário internacional, a vida do presidente dos Estados Unidos Barack Obama não é das mais fáceis em seu país. Para ajudá-lo, a matéria de capa da revista inglesa The Economist apresenta soluções para que o homem mais importante do mundo consiga salvar seu segundo mandato. De acordo com a publicação, o grande risco do atual governo é não conseguir atingir muitos objetivos, considerando a “paralisação” do Congresso causada pelas rixas entre Republicanos e Democratas – que poderiam passar os próximos quatro anos discutindo sobre temas menores. A The Economist aconselha Obama a se preocupar em apresentar resultados aos americanos. Para isso, ele deve se focar nos principais problemas domésticos, como a definição de uma política de imigração e o estabelecimento de uma reforma fiscal. O presidente precisa exercitar seu lado negociador, já que não consegue resolver tudo sozinho, e ser astuto na briga com os Republicanos. Como a publicação ressalta: “Isso pode não ser suficiente para conseguir o rosto de Obama entalhado no Mount Rushmore, mas também não é ruim”.
Presidência do Irã continua com rumos indefinidos
Ao longo da semana, as eleições presidenciais no Irã chamaram a atenção. Depois que o Conselho dos Guardiões do país determinou que o ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani e Esfandiar Rahim Mashaei, um aliado do atual governante Mahmoud Ahmadinejad, não poderão participar, surgiu um impasse em relação ao futuro do país, já que apenas oito dos 685 pré-candidatos têm a possibilidade de concorrer. O jornal Die Zeit, da Alemanha, organizou uma lista com o currículo dos oito principais nomes que podem ocupar a vaga. Entre eles, estão o negociador do programa nuclear do país, Said Jalili; o ex-chanceler Ali Akbar Velayati; o prefeito de Teerã, Mohammad Bagher Ghalibaf; e o ex-secretário do Supremo Conselho Nacional de Segurança, Hassan Rouhani. Os iranianos vão às urnas no dia 14 de junho para escolher o sucessor do polêmico Ahmadinejad.
Dez anos dos Kirchner na Argentina

Cristina assumiu em 2007
O último sábado marcou a primeira década desde que o casal Kirchner assumiu o poder na Argentina, o maior período de um mesmo governo desde Juan Domingo Perón (1946 – 1955) e Carlos Menem (19889 – 1999). O El País, da Espanha, elencou uma série de pontos que tiveram destaque nos últimos anos, tanto positiva quanto negativamente. Há menção ao crescimento econômico argentino – o país foi o quarto que mais cresceu na América latina –, à queda drástica nos níveis de desemprego e à redução da pobreza, mas também se fala na manipulação do instituto nacional de estatísticas e na queda no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).



