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Iguaçu bate Bairro Alto e conquista título da Suburbana 2012

Walter Alves/Agência de Notícias Gazeta do Povo
Experiente, Luizinho Neto foi peça fundamental na conquista do Iguaçu

Depois de quase um mês de suspense, a Suburbana finalmente conheceu o seu campeão. No terceiro encontro com o Bairro Alto, o Iguaçu venceu por 1 a 0 e levou o caneco da edição 2012, encerrando um jejum de 20 anos sem títulos da Divisão Principal do futebol amador curitibano.

No primeiro confronto entre os alvinegros, o Bairro Alto havia triunfado por 2 a 1. Placar repetido no jogo de volta, desta vez para o Iguaçu. E quando tudo era para terminar, no sábado dia 8, uma chuvarada encharcou o gramado e adiou a partida.

O atraso de uma semana acabou prejudicando a terceira partida. Alguns jogadores que já haviam marcado compromissos para depois do término da competição desfalcaram as equipes. Foi o caso do atacante Marcelo Tamandaré, peça fundamental do Bairro Alto.

“Não foi fácil esperar tanto tempo para levantar a taça, ter um jogo adiado. Mas valeu a pena. Foi um título conquistado com muita garra da nossa equipe”, comentou o zagueiro Luciano, que defendeu o Paraná no início dos anos 1990.

Para encerrar a seca de taças, os italianos suportaram uma pressão terrível do oponente, atuando com dois jogadores a menos nos 15 minutos derradeiros. João Paulo foi expulso pelo Bairro Alto; Emerson, Laércio, ex-Coritiba e autor do gol isolado, e Luizinho Neto, ex-Atlético, pelo Iguaçu.

“Parece que pra gente é sempre mais sofrido. Achei que o juiz foi infeliz e nos prejudicou”, declarou Juninho, técnico do time campeão. O árbitro do jogo foi Adriano Milczvski, responsável por dirigir o Atletiba decisivo do Paranaense deste ano.

Responsável por três dos quatro gols do Iguaçu nos duelos decisivos, Laércio terminou como herói do título, apesar da expulsão. Na última e mais importante bola que meteu nas redes, ele contou com passe certeiro de Luizinho Neto para iniciar a jogada, matou bem, carregou para cima da defesa e chutou no canto direito do goleiro Róberson, aos 32 minutos da etapa inicial.

O Bairro Alto chegou a ser considerado o esquadrão “galáctico” do amador, com a contratação de Alex Mineiro, herói do título nacional do Atlético, em 2001, entre outros ex-boleiros conhecidos. Mas não teve forças para inverter o placar, mesmo com o esforço do zagueiro Rogério Corrêa, outro campeão pelo Furacão, e do atacante Edmílson, ex-Coritiba e Palmeiras.

“Acabamos tendo muitos problemas no decorrer da disputa. Mas acredito que fizemos um ótimo papel”, afirmou Rogério Corrêa.

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