Blogs

Fechar
PUBLICIDADE

Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/16 4:40:09 PM

Gleisi2

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) bateu boca nesta terça-feira com a advogada Janaína Paschoal, uma das responsáveis pelo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A discussão aconteceu durante a sessão da comissão de impeachment, de que Gleisi faz parte.

Janaína Paschoal interrompeu o testemunho do ex-diretor do Ministério do Desenvolvimento Agrário, João Luiz Guadagnin, que depunha a favor da presidente. Ele negou que Dilma tenha cometido crime no Plano Safra, e citou a advogada, que imediatamente pediu direito de resposta.

Gleisi se manifestou em seguida, dizendo que como Janaína Paschoal não é senadora não tinha direito ao “artigo 14″, que permite resposta quando há citação. Disse mais: “a advogada não é senadora, é importante deixar claro aqui. Repetidamente ela tem se comportado como se fosse. Então, por favor, advogada, se mantenha calada para que a testemunha possa falar”.

Janaína Paschoal respondeu longamente, dizendo que Gleisi usou um costume de autoridades de tentar calar quem não tem cargos públicos, mas que ela não iria se calar. O Uol publicou o vídeo do bate-boca entre as duas.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/16 12:07:47 PM
Confronto no Centro Cívico: promessas em vão? Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo.

Confronto no Centro Cívico: promessas em vão? Foto: Henry Milleo/Gazeta do Povo.

O dia 29 de abril foi o mais trágico da política paranaense depois do fim da ditadura.  O mais grave, claro, foram os 213 feridos que a polícia deixou estendidos pelo chão. mas também foi grave ver o estado à beira da falência e usando dessa violência para garantir um mínimo de caixa – quando no ano anterior, em nome da reeleição, o mesmo governo havia fingido que tudo estava bem.

O único ponto positivo daquilo tudo foi que os funcionários  conseguiram algumas concessões mínimas contra o rolo compressor do governo. Em parte graças à intervenção de deputados – que tiveram mais juízo do que o governo – conseguiu-se um compromisso. O governo retardaria reajustes e promoções. Mas pagaria a partir de 2016, assumindo compromissos também para 2017.

Agora, o governo já se aproveitou de tudo que lhe era favorável no pacotaço. Pôs a mão no IPVA maior, nas alíquotas de ICMS, na contrapartida dos aposentados e, principalmente, na bilionária poupança da previdência. Disse aos quatro ventos que com isso Beto Richa (PSDB) havia conseguido o milagre econômico da década, e que o Paraná estava salvo.

Chegou a hora de pagar a conta e quitar as progressões e as promoções dos professores. Mas agora o governo, novamente, diz que a bonança era ilusória. Que o milagre não ajustou as contas a ponto de poder cumprir o prometido. E que é preciso optar entre reajuste ou promoções devidas. Sem terceira opção.

Sinceramente, fica difícil acreditar nos números do governo, que flutuam de acordo com o interesse momentâneo. Na tevê, o milagre. Na negociação, a catástrofe. Não pode ser que as duas coisas sejam verdade O governo que se decida qual imagem quer passar. Por enquanto, fica novamente com a imagem de caloteiro.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 29/06/16 10:48:05 AM

É difícil, mas pode acontecer: às vezes Alexandre Frota ajuda a explicar a vida nacional. O Livre.Jor, uma pequena organização de jornalismo curitibana, teve a ideia de pedir ao Ministério da Educação explicações sobre o que o ator foi fazer ao visitar Mendonça Filho no MEC – a visita aconteceu assim que Michel Temer assumiu interinamente a Presidência.

Na época, o que se cogitou é que Frota, em companhia do grupo Revoltados Online, tinha ido defender o projeto Escola Sem Partido. Segundo o manifesto que o MEC recebeu, nada disso. Aliás, a conversa nem teve a ver com educação, aparentemente. Tratou-se de um pedido para que Temer governe à direita, privatizando, flexibilizando leis trabalhistas e vendo bem quem é que recebe esse tal Bolsa Família.

Mas o primeiro parágrafo talvez seja mais significativo. Antes de fazer suas propostas, o grupo diz que Dilma caiu pela “profunda contrariedade” com a “percepção de que vontades que não emanam do povo brasileiro vinham pautando as ações do governo federal”. “Importa pontuar que, em boa medida, essa contrariedade alçou Vossa Excelência à condição em que hoje se encontra.”

Ao que tudo indica, as propostas que “não emanaram do povo” foram as políticas do petismo ao longo dos 13 anos. Segundo o texto, Dilma caiu por isso: pela ação do BNDES (com obras em Cuba), pelo Bolsa Família, pela proximidade com o MST etc. Como a Constituição brasileira não permite impeachment por esses motivos, resta esperar que o movimento esteja errado em sua avaliação e que Dilma esteja caindo mesmo por atos de corrupção.

O curioso, porém, é que se diz com todas as letras que isso contraria a vontade do brasileiro. Não emanou do povo. Ora, pode-se dizer muito sobre o governo petista, mas a não ser por Aécio Neves, quase todo mundo sabe que o partido ganhou as quatro últimas eleições presidenciais. Naquele velho sistema democrático em que se contam os votos de um candidato, de outro e considera-se eleito o que obtém mais da metade dos eleitores.

Portanto, o que quer que o PT tenha feito, foi avalizado pelos eleitores não uma, mas quatro vezes – com intervalos de quatro anos entre uma e outra consulta popular que daria bastante tempo para as pessoas pensarem de novo, caso se considerassem traídas. Claro que isso não dá carta branca ao governo – muito menos para cometer casos de corrupção.

Mas é típico de certo pensamento achar que a população não sabe o que faz. E que as opiniões que expressa nas urnas não são dignas do verdadeiro espírito popular, que deve ser interpretado por sábios, por quem realmente entende a Nação e seus desejos historicamente consolidados. Certa vez, um colunista disse que até as leis de um país não podem ser feitas se contrariarem esse espírito – e quem julga esse espírito? Ele mesmo, claro.

Georges Lefebvre, em seu brilhante estudo sobre a Revolução Francesa, conta do desespero de um aristocrata durante os Estados Gerais, com as ideias que o Terceiro Estado estava conseguindo implantar. Dizia ele que era preciso melhorar a situação do povo, mas sem que ele participasse do processo. Duzentos e trinta anos depois, tem gente que ainda acredita nisso.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/06/16 4:57:25 PM

O Sindicato dos Psicólogos do Paraná usou este 28 de junho, em que se comemora o orgulho gay, para se posicionar contra projetos de “cura gay”. Já houve proposição no Congresso Nacional para permitir que profissionais de psicologia “tratem” homossexuais – como se fossem doentes.

A proposta visava retirar um trecho do código profissional aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia que proíbe que a homossexualidade seja visto como doença e que seja objeto de “cura” por parte de profissionais. Aliás, proibição também vigente em vários países e recomendada por instituições internacionais.

No texto divulgado pelo sindicato, lembra-se a origem do dia do orgulho LGBT, com uma revolta contra a discriminação nos anos 60: “A revolta foi um divisor de águas e, desde então, o dia 28 de junho se transformou no Dia Internacional do Orgulho LGBT, um momento de reflexão sobre práticas discriminatórias e de luta por dignidade e respeito”.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/06/16 2:25:34 PM

A deputada federal paranaense Christiane Yared (PR) anunciou nesta terça-feira apoio a um projeto de lei que proíbe a adição de sabores adocicados à cerveja e a outras bebidas alcoólicas. O projeto é de autoria de Mário Heringer (PDT-MG) e tramita na Comissão de Seguridade Social e Família, da qual Yared participa.

Yared diz que a principal preocupação é que cervejas “sabor morango, sabor framboesa” sejam mais agradáveis ao paladar de adolescentes, que poderiam ter um incentivo a mais para se iniciar no álcool.

O projeto proíbe substâncias sintéticas e naturais, em qualquer forma de apresentação (substâncias  puras, extratos, óleos, absolutos, bálsamos, entre  outras), com propriedades  flavorizantes ou aromatizantes que possam conferir, intensificar, modificar ou realçar sabor ou aroma do produto, incluindo os aditivos identificados como agentes aromatizantes ou flavorizantes..

“A saborização da cerveja abre uma porta extremamente perigosa. Por isto eu apoio o projeto de lei 6036/2013 do deputado Mário Heringer – PDT/MG que propõe restringir a adição de aromatizantes e flavorizantes em bebidas alcoólicas, pois mascaram o gosto ruim e diminuem a irritação na garganta, o que facilita a dependência ao álcool”, disse ela no Facebook.

A principal pauta de Yared na Câmara é combater os riscos do trânsito, o que inclui diminuir o risco de gente dirigindo embriagada. O filho da deputada, Gilmar, foi morto em um acidente de trânsito – o motorista que colidiu com o carro dele, Fernando Carli Filho, estava bêbado.

 

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/06/16 11:51:18 AM

O Livre.Jor, que se especializou na busca de documentos públicos, fez um pedido de informação simples ao Ministério da Educação. Afinal de contas, o que o ator Alexandre Frota foi fazer em audiência com o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), logo depois da posse do interino Michel Temer.

Como estava no MEC e supostamente com pessoas ligadas ao Escola Sem Partido, imaginou-se que tinha algo a ver com educação. Mas o documento entregue pelo MEC aos jornalistas mostra que não. O grupo foi ao governo para pedir um governo oposto ao de Dilma e bem mais à direita, com privatizações, flexibilização das leis trabalhistas e reforma da previdência.

Veja o teor do documento.

Excelentíssimo Senhor Presidente da República, em exercício.

Há quase dois anos, “AS RUAS” vêm deixando clara a profunda contrariedade com a percepção de que vontades que não emanam do POVO BRASILEIRO vinham pautando as ações do Governo Federal.

Importa pontuar que, em boa medida, essa contrariedade alçou Vossa Excelência à condição em que hoje se encontra, de Presidente da República, em exercício.

Nesse sentido, é certo que “AS RUAS” têm todo o interesse em que o desempenho de Vossa Excelência nesse mister seja o mais bem-sucedido possível, assim entendido o retorno do País à normalidade política, econômica, social etc.

Assim sendo, agindo com a lealdade de sempre, consideramos de extrema importância firmar, perante Vossa Excelência, que esperamos ver implementados, com a maior urgência, os seguintes pontos:

1) Simplificação do sistema tributário, objetivando a redução da carga tributária para fomento da atividade econômica;

2) Drástico corte de despesas da máquina administrativa, com redução da quantidade de cargos comissionados e enxugamento do Estado na busca de uma economia que favoreça as atividades privadas produtivas;

3) Sustação imediata da assistência financeira, direta ou indireta, a organizações, com ou sem personalidade jurídica, que pratiquem atos de vandalismo, terrorismo e aliciamento de pessoas, com o objetivo de causar distúrbios à ordem pública;

4) Rígida seleção do público alvo dos programas sociais, com implementação de políticas de treinamento dos beneficiários, a fim de capacitá-los a sair do programa e ingressar no mercado de trabalho;

5) Reforma previdenciária, com vistas à possibilidade de escolha, pelo cidadão, entre a previdência privada e a pública;

6) Alteração e simplificação da legislação trabalhista; fortalecimento dos acordos entre trabalhadores e empresários; e fim do imposto sindical;

7) Abertura de mercados, hoje rigidamente controlados, como transportes, bancos, comunicações e energia;

8) Venda de ativos da União, por meio de um amplo programa de privatização;

9) Celebrar acordos comerciais de integração do Brasil com a União Européia e com o conglomerado Ásia/Pacífico;

10) Fortalecimento da soberania do Brasil, com a reconstrução da imagem do Itamaraty e o fim do apoio a países com governos totalitários;

11) Defesa pública da operação Lava Jato e demais operações da Polícia Federal, garantindo sua independência e efetividade;

12) Proibição de que o BNDES realize novos empréstimos que visem financiamento de obras e serviços no exterior, em especial nos casos em que se carece das mesmas obras de infraestrutura em nosso País

É evidente que essa agenda não esgota o leque de necessidades criadas pelo governo do PT que, esperamos, se encerrará em data muito próxima, mas não reivindicamos a realização de milagres.

Exigimos, tão-somente, o estrito cumprimento das leis, especialmente da Constituição brasileira, e o respeito intransigente às instituições nacionais, atacadas em seu âmago pelo aparelhamento desavergonhado, implementado no bojo de um projeto espúrio de poder.

 Brasília, 25 de maio de 2016.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 28/06/16 11:06:40 AM

Ezequias

O governador Beto Richa (PSDB) jamais admitiu que sua intenção ao nomear Ezequias Moreira para um pouco útil cargo de secretário especial de Cerimonial fosse livrar o amigo e companheiro político de uma condenação judicial. Fosse ou não o objetivo, o fato é que realmente funcionou para isso: Ezequias está há três anos no cargo e continua sem ser julgado.

Ezequias é réu no caso da sogra fantasma. Admitiu inclusive que usava mesmo o nome da sogra para para receber indevidamente salários da Assembleia Legislativa. No cível, o secretário já devolveu meio milhão de reais para compensar os danos ao erário. No criminal, quando estava à beira de ser julgado, Richa deu uma de deus ex-machina e promoveu-o a secretário. Como foro especial.

Desde lá, o caso vem se arrastando no Tribunal de Justiça. Foram necessários onze meses só para que o TJ confirmasse que o caso sairia mesmo do primeiro grau para ser julgado no órgão especial. Depois, mais dois anos e ainda nada de julgamento. O Ministério Público pediu onze anos e oito meses de cadeia para Ezequias. Se for condenado, ele também perde o cargo – promessa de Richa.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

 

 

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 27/06/16 4:37:11 PM

taxi-dc

A história dos motoristas de Uber x taxistas é um daqueles exemplos em que todo mundo parece errado. Os motoristas do Uber estão operando com um sistema cuja legalidade é no mínimo duvidosa. A prefeitura se recusa a fazer cumprir a lei vigente (e a tomar qualquer posição sobre o assunto). Os taxistas tenderiam a estar certos, mas quem parte para a violência sempre erra, e alguns taxistas (no mínimo alguns) escolheram este caminho.

Os maiores culpados pelo surgimento da tensão entre os dois lados são os prefeitos de Curitiba, que deixaram o comércio ilegal de placas rolar solto – e fizeram com que os taxistas investissem mais de R$ 100 mil parda ter uma concessão que deveria ser gratuita. Para garanti esse “patrimônio”, os taxistas formaram uma verdadeira associação corporativista – que de outro modo nem faria sentido.

A Câmara de Curitiba, interessada em não desagradar aos taxistas, fez um debate superficial sobre o assunto, se posicionando contra o Uber. A prefeitura, numa espécie de desobediência civil, se recusa a fazer cumprir a multa que a Câmara aprovou. E se a prefeitura não segue a lei, por que os motoristas do Uber deveriam se sentir obrigados a segui-la?

Quem virou “fiscal” do Uber foi o próprio taxista, que na ânsia de impedir a concorrência, comete erros ainda mais graves. Daqui a pouco alguém vai morrer po causa disso. E a culpa será também do poder público, que se omite como legislador, se omite como fiscal e se omite como mediador.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 4:23:07 PM

O jornalista Herivelto Oliveira anunciou nesta quarta-feira que vai ser candidato a vereador pela primeira vez, depois de três décadas dedicadas ao jornalismo. Conhecido por sua passagem como repórter a apresentador na RPC, também passou pela RIC.

No post em que anunciou a candidatura, via Facebook, Herivelto conta que se filiou ao PPS. “No fim do ano passado me ocorreu uma ideia, que a princípio pareceu loucura: disputar as eleições deste ano, tentar uma vaga na Câmara Municipal. Quase o mesmo que passar de pedra a vidraça”, diz.

O PPS fez duas vagas para vereador em 2012, mas atualmente só ocupa a cadeira de Hélio Wirbiski. Paulo Rink mudou de partido no meio da legislatura e o PPS tenta colocar o suplente Diego Busse em seu lugar.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/06/16 2:32:37 PM
Buraco gigante na Carlos Gomes. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Buraco gigante na Carlos Gomes. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Misture campanha eleitoral com redes sociais e o que você tem é o aproveitamento imediato de qualquer fato na cidade para conseguir destruir o adversário. E, em Curitiba, ninguém tem usado tanto essa arma quanto o ex-prefeito Rafael Greca (PMN).

Nesta quarta, o buraco que se abriu na Carlos Gomes por causa das chuvas entrou rapidinho no Facebook do candidato. A cratera, segundo ele, teria sido formada por falta de manutenção nas galerias pluviais que passam por baixo da praça.

A prefeitura também apresentou a sua versão nas mídias sociais, dizendo que o volume de chuvas causou o problema e que todo o necessário para evitar maiores dramas para a população.

Siga o blog no Twitter.

Curta a página do Caixa Zero no Facebook.

Páginas12345... 557»
Este é um espaço público de debate de idéias. A Gazeta do Povo não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Buscar no blog
Acompanhe a Gazeta do Povo nas redes sociais