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Caixa Zero

Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 23/02/17 3:16:00 PM
Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Este é certamente o pior ano para a música clássica em Curitiba e no Paraná desde que o país voltou a ser uma democracia. Por ação e omissão dos gestores públicos que se sentam no 29 de Março e no Iguaçu, o ano começou com o cancelamento da Oficina de Música. Chega a fevereiro (e estamos apenas no segundo mês do ano) com o cancelamento das atividades da Orquestra Sinfônica e do Balé Guaíra.

O caso da Oficina de Música foi uma facada nas costas aplicada pelo novo prefeito, Rafael Greca. Dado a demonstrações (muitas vezes frívolas, muitas vezes falsas) de cultura, Greca agiu contra a oficina antes mesmo de se sentar no gabinete de prefeito. Disse que a prioridade era a saúde e que enquanto houvesse “dor em espaço público” de Curitiba, não haveria música na cidade. Disse que “essa cultura perversa” que tira dinheiro da saúde não era bem-vinda.

Tem todo o direito de pensar assim. Evidente que a saúde pública tem prioridade, e assim deve ser. Mas a tentativa de macular a oficina (“cultura perversa”) não tem nada a ver com o discurso de campanha, em que o prefeito dizia que sua função seria “educar” a cidade. Começou deseducando, dando a entender que cultura é algo ruim, que apenas consome recursos. Começou desmentindo a si mesmo.

Do outro lado da Praça Nossa Senhora de Salete o governante nunca fez o menor esforço para disfarçar sua falta de apreço pela cultura. Em duas sabatinas para a Gazeta do Povo – com quatro anos entre elas – deu o mesmo livro como seu favorito. Trata-se de “Os Quatro Compromissos”, uma bobagem que se autointitula “filosofia tolteca”, trazida à tona por um suposto xamã-médium mexicano. Autoajuda do pior tipo, com conselhos que nem mesmo uma revista de fofocas decente publicaria.

Não é de espantar que em seis anos Richa não tenha achado uma solução para o impasse da orquestra e do balé. Impasse criado pelo antecessor, Roberto Requião, que inventou cargos comissionados para funções que não poderiam ser pagas desse modo. A cultura foi tratada ao longo de vários governos como algo que pode ser driblado – na base da gambiarra. E agora a gambiarra termina – como toda solução mambembe deve terminar – com tudo dando errado.

Para Richa tanto faz. Só o que lhe interessa são votos, e não há votos na cultura. Para alguém que centra sua vida numa carreira eleitoral, uma orquestra é um peso morto. A única música que interessa é o jingle. Um corpo de baile passa a ser visto como uma inutilidade. De que interessa um balé para alguém que nunca foi visto em um teatro, nunca foi visto com um livro, que só se interessa por autódromos e viagens a Miami?

Evidente que o Estado bancar cultura não significa por si só que uma geração mais inteligente e melhor se seguirá. É um investimento que se faz em nome de tudo o que a música, as artes e a palavra podem trazer de bom para uma comunidade – em nome do desenvolvimento das pessoas como cidadãos e como seres humanos. Mas que não tem retorno certo. Nem numa comunidade, nem numa família.

José Richa foi o governador que criou a Orquestra Sinfônica do Paraná. Seu filho se tornou incapaz de compreender a grandeza desse gesto, e sob seu governo morre a orquestra, assim como morre o principal corpo de baile da cidade. Uma vergonha que ele jamais conseguirá entender em toda a sua dimensão.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 23/02/17 2:21:49 PM

Com a ida de Osmar Serraglio para o Ministério da Justiça, o deputado mais próximo de Michel Temer ganha de novo uma vaga na Câmara. Rodrigo Rocha Loures é primeiro suplente do PMDB paranaense.

Assessor de Temer durante a vice-presidência, Rocha Loures é um dos principais articuladores políticos do presidente. Na Câmara, poderá ter papel de destaque, embora ainda não se tenha anunciado nenhum posto oficialmente.

Filho do ex-presidente da Fiep, Rocha Loures foi deputado federal entre 2007 e 2010. Em 20110, foi vice na chapa de Osmar Dias para o governo do estado. Na eleição de 2014, fez 54 mil votos e ficou em quinto lugar no partido.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 23/02/17 12:38:04 PM

O prefeito Rafael Greca anunciou a entrega de 517 novos coletes à Guarda Municipal de Curitiba. “Agora, todo o efetivo de 1.356 guardas está com esses equipamentos dentro do prazo de validade, o que é básico numa gestão séria”, disse.

A alfinetada pode ter sido direcionada ao desafeto Gustavo Fruet. Mas pega em cheio o principal padrinho político de Greca, Beto Richa. Em tempos recentes, a Polícia Civil do Paraná ameaçou greve porque estava trabalhando com coletes vencidos.

Na avaliação de Greca, o governo de Richa não seria sério?

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 23/02/17 11:52:25 AM

O Congresso Nacional tem mais um projeto tentando facilitar a aquisição e o porte de armas pelos brasileiros. Desta vez é o Projeto de Lei 7.002 de 2017, do deputado Cabo Sabino (PR/CE).

Ao contrário do projeto 3722, que revoga o Estatuto do Desarmamento (e que já passou pela primeira comissão na Câmara) este apenas muda trechos da lei atual, mas acaba tendo resultados bem parecidos.

Leia mais: Fuzil e bisturi à mão? Vem aí o fim do Estado

A mudança acontece no artigo 4.º. Basicamente retira-se o trecho que diz que o cidadão precisa comprovar a necessidade de arma. Fora isso, é necessário cumprir todos os outros pré-requisitos exigidos hoje.

Segundo o deputado, “a dinâmica social brasileira tem dado provas incontestes de que a aludida Lei não se revela em compasso com os anseios da população, muito menos se mostra eficaz para a redução da criminalidade no país, a impingir sua revogação e a adoção de um novo sistema legislativo”.

Sabino afirma que o Estatuto fracassou em reduzir a violência no país – o que está longe de ser um consenso, já que várias instituições veem uma desaceleração no número de crimes violentos desde 2003.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/02/17 4:57:31 PM

Desde antes da eleição, Rafael Greca vinha dizendo que a Lei de Responsabilidade Fiscal não era um problema – para prefeitos sem dinheiro em caixa, era uma solução. Principalmente na hora de negar reajustes e aumentos para o funcionalismo.

Segundo ele, se não fosse a LRF, a cada vez que ele negasse um pedido dos servidores, iriam dizer que era porque ele não queria dar. Com a lei, fica fácil dizer que ele simplesmente não tem como dar.

Para o funcionalismo, é evidente que isso fez acender a luz amarela. Agora, o secretário de Finanças Vítor Puppi mudou a cor do sinal para um laranja escuro, quase vermelho. Mandou avisar que a forma de contar o dinheiro da prefeitura vai mudar.

Até hoje, o dinheiro do ônibus sempre fez parte da contabilidade municipal. O time de Greca quer mudar isso. Do ponto de vista contábil é totalmente racional: se o dinheiro serve apenas para o ônibus, nem entra no caixa e já sai, não pode ser contado junto com as receitas que estão no caixa único.

Como ajuste fiscal, uma beleza. Como notícia para o funcionalismo, dificilmente poderia ser pior. É que, como explica o excelente repórter João Frey, sem essa dinheiro o valor total de receitas da prefs cai muito. Coisa de R$ 800 milhões. E é a partir desse valor que se calcula quanto o município pode gastar com folha de pessoal.

Ou seja: sem o dinheiro do busão, fica muito mais fácil a folha chegar nos limites estabelecidos pela lei. E aí, como Greca antecipou, é só dizer que a lei não permite dar p aumento.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/02/17 3:23:54 PM

De pouquinho em pouquinho, a frota de carros de Curitiba vem diminuindo. Pelo menos no papel. Em 2016, a cidade teve o primeiro encolhimento significativo no número de automóveis em muito tempo: foram 12 mil veículos a menos, segundo o Detran.

Curitiba começou 2016 com 979 mil carros e chegou a dezembro com 967 mil. Uma diminuição de mil carros por mês que, ao longo de 2016 resultou em uma diminuição de pouco mais de 1% da frota.

Como essas pessoas também não passaram para o ônibus, o mais provável é que tenha havido uma fuga de carros de locadoras e de empresas para estados com IPVA mais baixo.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/02/17 2:06:55 PM

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De início, a briga entre Reinaldo Azevedo e aquilo que ele mesmo denominou de “direita xucra” pode parecer uma daquelas divisões engraçadas que você vê entre o PCO e o PSTU para decidir quem está realmente à esquerda e quem está cedendo à burguesia.

Porque, de fato, a discussão que está se travando tem algo de folclórico: trata-se de saber se Azevedo está suficientemente à direita, quem diria. Mas ao contrário do que ocorre entre os partidos nanicos de esquerda, essa briga tem a ver com poder de fato. Tem a ver com 2018.

Até a queda de Dilma, todo mundo que estava à direita do PT se dava às mil maravilhas. Viva Sergio Moro! Prendam o Lula! Diminuam o Estado e tirem a mortadela do pessoal. Uma beleza. Mas Dilma caiu e os objetivos de cada grupo passaram a aparecer.

Azevedo é acusado pelo “outro lado” de tucano. Se é ou não você decide. Mas de fato ele está feliz com a chegada de Temer e dos tucanos ao poder (ninguém se iluda, claro, o atual governo é mais do PSDB do que do PMDB).

Em seu blog, ele vive se perguntando “a quem interessa” desestabilizar o governo Temer. E acusa a direita “burra” de prejudicar as chances de a direita permanecer no poder. Diz que, com o discurso radical e a convocação das novas passeatas o pessoal só está ajudando o PT a voltar ao poder – ou alguém da esquerda, em todo caso.

O que Azevedo talvez não esperasse é que agora, para esse pessoal, nem de direita mais ele é. Rodrigo Constantino escreveu que Azevedo não é de direita, é tucano. E os tucanos, nesse novo discurso extremado, que o pessoal do PSDB talvez nunca tenha imaginado que estava insuflando, são… a esquerda!

Agora, o lance desse pessoal é defender Bolsonaro. Ou, como no caso daquela que Azevedo chama de “Sacerdotisa”, até uma intervenção militar. Tudo com o patrocínio do “reacionário inteligente” Olavo de Carvalho.

O PSDB ajudou a criar um monstro. Azevedo vive se orgulhando de ter criado termos como “petralha” e “esquerdopata”. Funcionou para o que ele queria: o PT foi demonizado. Mas junto com o PT foi algo mais. Foi para o buraco também o respeito por partidos que jogavam nas regras tradicionais de centrismo e moderação.

Agora Aécio, Serra e Alckmin veem-se pressionados pela possibilidade de uma candidatura muito mais à direita, avulsa e, segundo o próprio porta-voz de seu partido, xucra.

Já se comparou antes Azevedo a Carlos Lacerda, o demolidor de presidentes. Agora faz ainda mais sentido. Depois de ver a derrubada de Jango, Lacerda acabou preso e exilado, convivendo na cadeia e fora do país com os antigos alvos de sua ira.

É aquela velha tragédia: você sabe como alguma coisa começa. Se vai ser possível pará-la depois é outra história.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 22/02/17 11:33:55 AM

“Mato no peito.” A resposta foi de um candidato a ministro do Supremo Tribunal Federal quando questionado sobre o que faria com o escândalo político que teria de julgar. Apoiado pelos réus, o ministro foi sabatinado, aprovado e assumiu o cargo para mais de vinte anos no STF.

Era Luiz Fux, às vésperas do julgamento do mensalão, indicado para o tribunal por Dilma Rousseff. No final das contas, não matou no peito, e os réus do mensalão foram majoritariamente condenados. Inclusive com um empurrãozinho de Fux, que passou a estar mais preocupado com a escolha da filha para desembargadora.

A escolha de Mariana Fux para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro passou por uma outra sabatina vergonhosa: a única pergunta que lhe fizeram, num questionário de menos de cinco minutos, foi sobre os escritórios para representantes da OAB nos tribunais.

O STF, mais alta Corte do país, virou isso nos últimos anos, depois que a Polícia Federal acordou para a vida e passou a investigar políticos envolvidos em todo tipo de baixaria. Alexandre de Moraes é o novo Fux, mais do que o novo Toffoli, mais do que o novo Gilmar Mendes.

A internet tem muito exagero, vários descalabros. Não é exagero, porém, a repetição em massa que tem se feito do telefonema de Jucá com Sérgio Machado em que os dois dizem que é preciso um acordo com o Supremo – para delimitar tudo onde está. O comportamento de Temer e de Moraes faz crer que esse acordo está de fato em andamento.

A origem disso tudo parece estar na confusão que se tornou o Supremo – ao invés de ser uma Corte que julga meramente a constitucionalidade de leis e decisões, o STF recebeu também, em algum momento de infelicidade da história do país, a missão de julgar políticos com foro especial.

De início, isso dava em nada, porque ninguém ia preso, nem chegava a ser julgado. Agora, que a impunidade diminuiu (o motivo disso daria outra discussão) o STF virou a casa em que se põe alguém para livrar os ministros em risco, o presidente denunciado, os parlamentares pegos com a mão no jarro.

Alexandre de Moraes é a bola da vez. Pode ser que vire o cocho, como fez Fux. O mais provável, porém, é que Jucá veja seu plano dar um grande passo. Agora há no STF um revisor da Lava Jato com toda a disposição para matar no peito o que lhe passarem.

Será que ele tem uma filha com idade para ser desembargadora?

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/02/17 7:23:07 PM

O menino Leonardo morreu. Seu corpo, mal chegado à vida adulta, foi perfurado por uma bala. Ninguém entendeu por que aquilo aconteceu: uma submetralhadora da PM não devia disparar contra alguém que não fez nada. Que estava só andando para ir a um jogo de futebol. Mas disparou. E a bala perfurou o corpo do menino. E Leonardo morreu.

Não há como saber o que aconteceu. Pelo menos não por enquanto. Há uma investigação. O sargento que carregava a submetralhadora diz que não apertou o gatilho, que não fez nada. A arma, diz ele, disparou por acidente. É verdade que acidentes acontecem: quando acontecem com armas – muito especialmente quando acontecem com submetralhadoras em meio a um grupo de pessoas – o resultado é trágico.

Só com calma e investigação vai se saber com certeza o que aconteceu. Mas o que já se sabe sobre a tragédia exige que algumas perguntas sejam feitas. Afinal, um menino morreu. E morreu à toa. Aparentemente morreu porque um policial foi colocar a arma na bandoleira (espécie de suporte) e ela disparou sozinha. Na direção do garoto.

A primeira pergunta é: por que a escolta de um grupo de torcedores precisa ser feita com policiais armados com submetralhadoras? E por que era preciso haver munição letal (ao invés de balas de borracha, por exemplo)? Não se tratava de uma transferência de criminosos saindo de um presídio de segurança máxima.

A segunda pergunta é: mesmo que a arma tenha disparado por acidente, por que estava apontada para Leonardo? Ex-comandante-geral da PM paulista, o coronel Rui César Melo ensina: arma é para ficar no coldre até o momento da ação; e no caso de submetralhadora, só se põe na bandoleira com o cano apontado para o alto.

Todo manual de segurança no manuseio de armas tem algumas instruções básicas. A Cartilha de Armamento e Tiro da Polícia Federal tem 28 regras. A primeira é: “Só aponte sua arma, carregada ou não, para onde pretenda atirar”. A terceira: “A arma nunca deverá ser apontada em direção que não ofereça segurança”.

Nem sempre a polícia segue as regras mínimas de segurança. Nem sempre mantém o revólver no coldre quando devia. Muitas vezes você vê militares com as armas para fora das viaturas, se expondo a solavancos – e a mais terríveis acidentes como o do menino Leonardo, já que, como diz outra regra da Polícia Federal, “as travas de segurança da arma são apenas dispositivos mecânicos e não substitutos do bom senso”.

A polícia brasileira mata demais – em níveis inaceitáveis. No Paraná, segundo balanço divulgado nesta semana, foram 264 mortos em confrontos com a polícia só em 2016. Quantidade ainda maior do que o já assustador número de 2015, quando foram 247 mortes.

Sempre a PM se defende quando é criticada por esse excesso de violência, dizendo que a guerra urbana é bruta: 22 policiais também morreram baleados no ano passado. Mas o caso do garoto Leonardo é de outro tipo – até mesmo a PM pediu desculpas. Não há qualquer defesa possível para o tiro, a não ser a hipótese de um acidente.

Que pelo menos isso sirva para que a polícia rever os seus procedimentos.

PS: Enquanto a lei trabalhista não muda, este repórter sai de férias por 30 dias, daqui e do blog Caixa Zero.

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Enviado por Rogerio Waldrigues Galindo, 21/02/17 4:40:20 PM

Uma passageira do Inter-2 denunciou nesta terça-feira um homem que em várias ocasiões estaria se masturbando dentro do ônibus. Numa mensagem de “desabafo” no Facebook, a estudante, de 19 anos, afirma que confrontou o homem nas últimas duas vezes. Na primeira, ele a teria xingado. Na segunda, saiu correndo depois de ela descer em um ponto.

“Desci do ônibus (o cara também, e saiu correndo feito louco) e fui direto falar com o guarda municipal, descrevi o cara e falei pra onde ele tinha corrido”, disse ela. O guarda não conseguiu encontrar o suspeito, mas prometeu ficar atento. Disse que, pela descrição, era um sujeito que “já tinha arranjado encrenca” por ali.

Leia mais: Garota de 15 anos é vítima de racismo em ônibus de Curitiba

Antes da cena desta terça, a passageira disse que já tinha confrontado o homem na mesma linha, quando ele estaria se masturbando atrás de uma moça. “Você não tem vergonha, não?” ela disse. O sujeito teria xingado a garota e disse que “ela gostava” que ele fizesse aquilo.

A moça diz acreditar que o sujeito seja usuário de drogas. Diz que ele tem cerca de 35 anos e anda com uma mochila preta. Segundo a passageira, ele também já teria assediado passageiras e passado a mão no corpo de várias mulheres dentro do ônibus.

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