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Memória FC

Enviado por esportes, 23/03/17 7:30:22 PM
Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Os últimos dias foram especiais com relação ao problema da violência nos estádios. Tivemos três ótimas notícias que não dão alguma esperança, ainda que pequena, de que as coisas podem melhorar no futuro.

No dia 17 deste mês, foram condenados pela Justiça seis torcedores do Coritiba envolvidos com o episódio que ficou conhecido como “Selvageria do Couto” (foto acima). Demorou, a barbárie ocorreu em 2009, mas algo foi feito. Quatro foram mandados para a prisão.

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E nesta quinta-feira (23) duas outras excelentes notícias. Primeiro, três corintianos também foram mandados para a prisão pela morte de um palmeirense em 2014. E cinco torcedores do Flamengo foram detidos, suspeitos de matar um botafoguense este ano.

As três ações que ocorrem não são comum. E estão longe de serem simples, ao contrário. No entanto, são o único caminho para, pelo menos, conter a violência nos estádios: punição rigorosa aos envolvidos. Simplesmente não tem outro jeito.

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Proibir cerveja, torcidas organizadas, bandeira, papel picado, jogo com torcida única ou qualquer coisa desse tipo não adianta nada. Normalmente, são medidas de políticos ou dirigentes tentando aparecer. São iniciativas, no máximo, paliativas. Não resolvem o problema.

Problema que, aliás, jamais será resolvido completamente. Em sociedades violentas como a brasileira (cerca de 475 mil homicídios por ano), o conflito sempre estará à espreita. Que a onda das punições continue para frear a estupidez no futebol.

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Enviado por esportes, 23/03/17 6:00:17 PM
Enviado por esportes, 23/03/17 5:38:52 PM
Arquivo/Gazeta do Povo

Arquivo/Gazeta do Povo

A novidade do Atlético com a criação do CAP Play, canal de produção audiovisual do clube, entusiasmou a torcida rubro-negra. Muitos atleticanos, inclusive, saudaram o recurso como uma alternativa para assistir aos jogos do Furacão.

Entretanto, isso não é possível. Há duas questões que impedem que o Atlético transmita suas partidas pelo CAP Play. Pontos, aliás, que foram abordados pelo presidente do Conselho Deliberativo do Clube, Mario Celso Petraglia, quando do anúncio.

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O primeiro é a necessidade da liberação da exibição do duelo pelas duas equipes envolvidas, como determina a Lei Pelé. Ou seja, para veicular a imagem de um jogo com o Flamengo, por exemplo, os cariocas precisariam concordar.

Há ainda outro impeditivo. Todos os clubes já têm algum tipo e compromisso com as televisões, de canal aberto ou fechado. O próprio Furacão já vendeu seus direitos de transmissão do Brasileiro para o Esporte Interativo, em tevê por assinatura, até 2024.

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E existe também o acordo com a Globo para exibição em canal aberto do Nacional, assinado pelo Furacão até 2018. É preciso considerar ainda que tanto na televisão aberta, quanto na fechada, a tendência é que tais contratos sejam renovados para o futuro.

Já no Paranaense, dez clubes, excetuando Atlético e Coritiba, negociaram por quatro anos os direitos de transmissão com a Globo. Ou seja, até 2020 o Furacão não pode transmitir nenhum jogo do Estadual que envolva os dez times.

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Os dois “problemas”, digamos assim, não existiram na transmissão do Atletiba pelo Youtube. Atlético e Coritiba não assinaram com a Globo, sendo assim, eram os donos de seus direitos de transmissão. E, obviamente, ambos concordaram com a veiculação do clássico do Estadual.

Uma saída para frente, quem sabe, é a criação por parte dos clubes de uma nova “modalidade” a ser incluída no “pacote” de negociação dos direitos de transmissão, com a veiculação dos jogos pela web, no Youtube, Facebook etc.

Uma possibilidade: os clubes vendem os direitos de transmissão por um valor determinado e, no acerto, ganham a chance de veicularem em seus canais as partidas. Algo ainda a ser conversado e estudado.

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Por enquanto, o CAP Play deve se ocupar com a propagação de entrevistas, treinamentos e outros eventos relacionados ao clube. Como um bingo do Atlético, algo que as equipes podem retomar com uma hipotética mudança na legislação.

Enviado por esportes, 22/03/17 11:25:16 PM

Dos 12 times do Estadual, apenas um deles, o Atlético, ganhou mais dinheiro que a Federação Paranaense de Futebol (FPF) com a disputa do campeonato regional. Somando a receita líquida dos cinco jogos que disputou em casa em oito rodadas, o Furacão obteve R$ 510.315,36.

O montante está bem acima do que a FPF recebeu, exatos R$ 310.428,36. A entidade tem direito a 10% sobre a renda de todas as partidas jogadas pelo certame. Uma taxa administrativa, uma espécie de imposto que os clubes pagam obrigatoriamente.

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Mais de R$ 300 mil, valor significativamente superior ao obtido pelo Coritiba, o segundo colocado na soma das receitas líquidas dos confrontos. Em quatro jogos no Couto Pereira, o Alviverde auferiu R$ 170.134,10.

Não custa lembrar, embora seja óbvio. A FPF, presidida por Hélio Cury (foto), não entra em campo, não tem torcida, jogadores, centro de treinamento, estádio. Basicamente, monta a tabela, faz as escalas de arbitragem e registra os atletas. E, normalmente, faz mal tudo isso.

Os números mostram como o estadual é deficitário. No caso da dupla Atletiba, embora o borderô geral aponte lucro, a rotina dos clubes com os jogos apresenta gastos que reduzem a nada o pouco de dinheiro que a bilheteria repassa.

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O Paraná, por sua vez, aparece com R$ 46.716,64 na soma das receitas líquidas. O Tricolor fez cinco partidas na Vila Capanema e o número também é nada expressivo. E representa cerca de seis vezes menos do que a FPF ganhou com o Paranaense.

A realidade dos clubes do menores, todos apoiadores da FPF, como o Paraná, também é triste. Só o Cascavel pode “comemorar”: R$ 169.938,84 de receita líquida com três partidas. Para os demais, o que se vê é uma ninharia, mesmo para os padrões modestos das equipes.

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Casos mais graves são do PSTC, Londrina e J. Malucelli. Os três registram prejuízo na soma das receitas líquidas no Estadual. Em outras palavras, toda vez que jogam, mesmo em casa, pagam para entrar em campo.

Na soma geral, a FPF faturou mais do que todos as equipes pequenas: R$ 310.438,40 contra R$ 310.408,88. Diferença pequena, mas cenário assustador.

Veja abaixo o ranking com a soma das receitas líquidas do Estadual até a 8ª rodada:

Atlético: R$ 510.315,36
FPF: R$ 310.438,40
Coritiba: R$ 170.134,10
4º Cascavel: R$ 169.938,84
5º Cianorte: R$ 64.378,35
6º Rio Branco: R$ 60.835,35
Paraná: R$ 46.716,64
8º Prudentópolis: R$ 37.103,65
9º Toledo: R$ 26.529,60
10º Foz: R$ 7.776,45
11º PSTC: R$ -14.295,20
12º Londrina: R$ -19.039,56
13º J. Malucelli: R$ -22.818,60

Enviado por esportes, 22/03/17 8:08:04 PM

A Chapecoense e a Globo definiram novo acordo para direitos de transmissão dos jogos do Brasileiro. Para este ano e 2018, o clube catarinense terá direito a R$ 32 milhões por temporada – o valor anterior era de R$ 23 milhões.

Dirigentes da Chape garantem que o acerto não tem relação com a tragédia sofrida no final do ano passado. Segundo os cartolas, a negociação já vinha sendo tratada no primeiro semestre de 2016 pelo presidente Sandro Pallaoro, posteriormente vitimado no acidente.

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Entretanto, logo após a queda do avião da equipe na Colômbia, a emissora de tevê procurou o clube com o objetivo de ajudá-lo no processo de reconstrução. Uma das formas foi apoiar o amistoso entre Brasil e Colômbia, jogo que reverteu fundos para a Chape.

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Com a nova cota, a Chapecoense se aproxima do segundo escalão de cotas de televisão para TV aberta oferecidas pela Globo, posição em que se encontram Atlético e Coritiba. Para 2017, o Furacão e o Coxa acertaram R$ 35 milhões com a emissora.

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Enviado por esportes, 22/03/17 7:17:47 PM
Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Jonathan Campos/Gazeta do Povo

O Atlético está firme em sua estratégia para resolver o problema da grama sintética, proibida em votação dos clubes na CBF a partir de 2018. O clube adotou o silêncio como norma sobre o assunto, e pretende reverter o cenário nos bastidores.

Em pronunciamento para os membros da Assocap, grupo de associados do clube que apoiam a gestão rubro-negra e, sobretudo, Petraglia, o presidente do Conselho Deliberativo mandou um recado para a torcida atleticana e demais interessados.

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Ao ser questionado sobre o assunto, na última terça-feira (21), o dirigente evitou o tema. Com uma declaração aparentemente ensaiada, resumiu: “Gente, por favor, vamos esquecer isso. Não vou me reportar sobre essa matéria”, declarou, aos correligionários.

E prosseguiu: “Vocês sabem de onde surgiu [Eurico Miranda], o absurdo que é, esqueçam isso. Não vamos entrar na discussão. Não seríamos levianos de fazer um projeto desse, investir o que investimos, se fosse para tirar”.

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Petraglia está certo. O tema é realmente polêmico. E, para piorar, o desconhecimento é grande. Há quem ache, ainda, que a grama sintética do Atlético é a mesma utilizadas nas canchas amadoras, aquelas que enchem a chuteira de bolinhas de borracha.

Em silêncio, o Furacão tem mesmo mais chances de progredir. Para tanto, precisa convencer ao menos seis dos 15 clubes que votaram contra. Ao lado de Coritiba, Palmeiras, Sport e Bahia, alcançaria a maioria, 11 times, e derrubaria a proibição.

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O Palmeiras, aliás, aparece como um trunfo. Único dos 12 maiores times do país a ficar ao lado do Furacão, o Alviverde paulista tem peso político importante. É ainda o “clube da moda”, de estádio moderno, sempre cheio, e atual campeão brasileiro.

E não foi por acaso esse apoio. A possibilidade de utilizar grama sintética é assunto no Palmeiras desde o ano passado. Surgiu pela WTorre, construtora que gerencia o Allianz Parque, e encontrou resistência na diretoria do clube. Mas segue em pauta.

Enviado por esportes, 21/03/17 8:26:08 PM

O Atlético está mesmo engajado em modificar o panorama de mídia do clube. Após encampar a transmissão do Atletiba pelo Youtube, o clube está criando uma equipe própria de produção e transmissão para televisão.

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O primeiro passo foi se desligar da empresa terceirizada que trabalhava para a produção da TV CAP. O segundo foi iniciar o processo de seleção de profissionais para a criação de uma equipe autônoma, dentro da Baixada e do CT do Caju, para produzir conteúdo.

O Rubro-Negro está investindo também na compra de equipamento. Inclusive, para a transmissão de suas partidas. Dentro do clube, a investida é vista como mais uma solução pioneira, pensando para o futuro.

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“Tivemos no Atletiba a experiência via web, Youtube, Facebook, vamos continuar nessa caminhada. Vamos criar o CAP Play, televisão do Atlético, com todo conteúdo que não seja partida. Outros conteúdos, que não trombem com o sistema e outros compromissos até 2024″, declarou Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Furacão.

O cartola trata das amarras da legislação brasileira sobre a transmissão das partidas (de acordo com a Lei Pelé, os dois clubes deve permitir a veiculação dos jogos) e das negociações dos direitos de transmissão do Furacão para TV. O clube já vendeu suas partidas para canal fechado para o Esporte Interativo até 2024 e negocia ainda para televisão aberta e pay-per-view.

Enviado por esportes, 21/03/17 6:06:42 PM

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O Correio Braziliense fez um trabalho excelente sobre as médias de público nos estádios (veja aqui). Levantou números de equipes e campeonatos do mundo todo e confirmou uma realidade que aniquila o clichê: o Brasil está (muito) longe de ser o país do futebol.

Somente três clubes brasileiros apareceram entre os 100 com maiores médias de torcedores. São Palmeiras (56º), Corinthians (74º) e Internacional (96º). Nossa melhor colocação é apenas a 56ª! Cenário desolador para uma nação pentacampeã mundial.

É curioso notar também o posicionamento de Atlético, Coritiba e Paraná. Os números são da temporada 2016  e o Furacão é somente o 224º colocado, com média de 15.889. O Alviverde é o 395º, com 9.894 de média, e o Tricolor o 1.150º, com 2.193.

Na frente do Atlético, por exemplo, ficou o Bukhara, do Uzbequistão, com 17.531 de média. O Bakhon Ratchasima, da Tailândia, levou mais público que o Coritiba, com 11.536. E o Quick Boys Katwijk, da 3ª Divisão da Holanda, teve torcida mais fiel que o Paraná: 2.325.

Enviado por esportes, 21/03/17 3:30:43 PM

Atlético e Coritiba fecharam novos acordos de patrocínio com a Caixa Econômica Federal. O Diário Oficial da União divulgou que para 2017 o Furacão pode receber até R$ 11 milhões e o Coxa pode ficar com até R$ 7,5 milhões.

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A diferença de R$ 3,5 milhões, significativa, virou arma para provocação entre os rivais. Nada mais natural. Agora, há detalhes no contrato que igualam os dois principais clubes do estado com relação ao patrocínio estatal.

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O certo é que rubro-negros e alviverdes vão receber R$ 6 milhões pela atual temporada. O restante, para alcançar R$11 milhões, no caso do Atlético, e R$ 7,5 milhões, no do Coritiba, depende do desempenho das equipes nas competições que disputam. É um bônus.

Por ter um calendário melhor que o rival, o Furacão pode faturar somas maiores conforme evoluir na Libertadores, na Copa do Brasil, no Brasileiro e, quem sabe, na Sul-Americana (caso seja eliminado na Libertadores).

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O Coxa, por sua vez, fechou o acerto com a Caixa vislumbrando apenas a Copa do Brasil (já eliminado) e o Brasileiro, além do Paranaense, naturalmente, como o rival. A menor projeção de grana só reforça a trapalhada que foi abrir mão da Sul-Americana.

Enviado por esportes, 02/03/17 7:20:54 PM

Arquivo/Gazeta do Povo

Atlético e Coritiba iniciaram uma aproximação ainda em 2015, em fevereiro, por ocasião de um Atletiba do Estadual. Teve coletiva em conjunto, abraços e, desde então, a parceria esquentou e esfriou diversas vezes. Normal.

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União que ficou, e segue, simbolizada pelas figuras dos dois principais cartolas dos clubes. O presidente do Conselho Deliberativo do Rubro-Negro, Mario Celso Petraglia, e o presidente do Alviverde, Rogério Bacellar.

Entre altos e baixos, nunca os dois estiveram tão próximos. Quatro episódios recentes marcam o atual estágio: a debandada da Primeira Liga, a recusa da oferta da Globo para o Estadual, a grama sintética do Atlético e, por fim, a transmissão do Atletiba pela web (sem contar as conversas sobre a polêmica Arena Atletiba).

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Dos quatro casos, todos importantes, três podem ser considerados de interesse mútuo. E embora as atitudes tenham sido lideradas pelo Furacão, como se sabe, o Coxa também agiu por seus objetivos. Tanto faz se próprios ou compartilhados.

Uma questão, entretanto, faz a balança da parceria pesar a favor do Atlético: a grama sintética. Numa situação difícil, diante do veto de 15 clubes da Série A, o Coritiba se posicionou ao lado do maior rival. Ato simbólico, afinal, neste caso, não ganha nada com isso.

Em tempos de crise no Alto da Glória, diante dos resultados ruins, da pressão política e da insatisfação da torcida, resta aguardar e ver até que ponto Petraglia estará ao lado de Bacellar, ou o Atlético junto com o Coritiba. É o momento de provar a amizade.

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