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Start-Up Brasil terá três empresas paranaenses

MercaFácil, EADBox e Executive estão entre as 45 startups brasileiras selecionadas para o programa de aceleração

  • Lana Canepa, especial para a Gazeta do Povo
Bruno Leal e George Christofis Neto, da MercaFácil: aporte trará cinco novos funcionários |
Bruno Leal e George Christofis Neto, da MercaFácil: aporte trará cinco novos funcionários
 
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O programa Start-Up Brasil divulgou ontem as empresas selecionadas para participar da aceleração e que vão receber um aporte de R$ 200 mil em recursos federais, além de investimentos privados das aceleradoras. Foram escolhidas 11 empresas estrangeiras e 45 brasileiras, sendo três delas do Paraná: EADBox e MercaFácil, de Curitiba, e Executive, nascida em Francisco Beltrão, no Sudoeste do estado.

As startups (empresas inovadoras em estágio inicial) selecionadas terão um ano para se desenvolver. As nove aceleradoras habilitadas pelo programa, selecionadas em uma fase anterior, tornam-se sócias das startups.

Os empresários dos três projetos paranaenses estão ansiosos com o programa. A MercaFácil, que lançou uma plataforma digital para catálogos de ofertas, tem hoje 20 clientes e pretende atender 150 varejistas de todo o país na plataforma até o fim do ano que vem. “O sistema de entrega de panfletos está ultrapassado. Invertemos o ciclo: na internet, vê o anúncio quem tem interesse. Planejamos, até 2014, ter um milhão de visitas ao site por mês – hoje temos 85 mil. Para isso, vamos contratar cinco funcionários”, explica diretor comercial, Bruno Leal.

A EAD Box, que cria softwares educacionais e de capacitação profissional, espera com o aporte aumentar a carteira de clientes de 30 para 100 até o fim do ano, além de triplicar o faturamento no ano que vem. “Esperamos crescer muito e ganhar projeção nacional, atendendo empresas educacionais e corporativas. Nosso trabalho é criar o software para torná-lo mais acessível”, conta Nilson Filatieri, fundador da empresa.

A startup Executive ainda não tem uma meta fechada em relação ao aporte, segundo Rufo Paganin, CEO da empresa. O projeto que chamou a atenção do governo está trazendo uma tecnologia já operada nas bolsas de valores da Europa e Estados Unidos: o uso de inteligência artificial e robôs que calculam os melhores investimentos, de maneira mais conservadora ou ousada, a depender do interesse do cliente.

“A gente tem uma espécie de prateleira de robôs, e a pessoa escolhe, conecta em sua na conta e aperta play. O robô não tem férias, não tira folga e nem fica doente”, afirma Paganin. A ideia é tornar a bolsa de valores mais atraente e acessível para os investidores.

O Ministério de Ciências, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo programa TI Maior, dentro do qual está o Start-Up Brasil, recebeu 908 inscrições, sendo 672 brasileiras e 236 estrangeiras. No país, 12 estados têm representantes – São Paulo é o estado com mais startups selecionadas, 13.

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