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Caneta, quase gol e aplausos: a estreia de Baumjohann no Coritiba

  • Vinicius Cordeiro especial para a Gazeta do Povo
Baumjohann ganhou a primeira chance com a camisa do Coritiba. | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Baumjohann ganhou a primeira chance com a camisa do Coritiba. Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
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A vitória do Coritiba por 1 a 0 sobre o Cruzeiro , nessa quarta-feira (18), ficou marcada pela estreia do alemão Alexander Baumjohann com a camisa alviverde. Anunciado pelo clube em 4 de julho, há cerca de três meses e meio, até então ele só havia ficado no banco de reservas. Contra a Raposa, finalmente veio a chance de mostrar serviço.

O jogador de 30 anos entrou na partida no segundo tempo no lugar de Rafael Longuine e convenceu a torcida coxa-branca com boas participações nos 35 minutos em que esteve em campo.

“Até poucas semanas atrás, ele não tinha me convencido e eu tinha outras peças. Ele está se esforçando mais, é experiente e hoje provou que pode ser utilizado mais vezes. Vamos com calma, mas sabendo que temos um jogador experiente e que precisa chutar mais para o gol“, avaliou o técnico Marcelo Oliveira após o duelo.

Apesar da bronca do treinador, Baumjohann esteve bem em campo. Com habilidade, cadenciou o jogo e acelerou quando necessário, criando bons momentos. Duas delas, em parceria com Rildo, chamaram a atenção: na primeira, ele se projetou na área cruzeirense e recebeu o passe do atacante. Cara a cara com Fábio, chutou de esquerda para uma grande defesa do goleiro – o lance, entretanto, foi anulado pelo impedimento do meia.

Na segunda, mais categórica, aplicou uma caneta no zagueiro Manoel, ex-Atlético, e tocou a bola para Rildo, que acabou interceptado pelo lateral Ezequiel. Defensivamente, o alemão também foi participativo e esforçado. Em um arremate de longa distância de Rafinha, o camisa 97 alviverde deu um pique e, de carrinho, travou o chute.

Com a boa atuação, saiu aplaudido pelos torcedores presentes nas arquibancadas do Couto Pereira.

Imposição da diretoria?

Na segunda-feira (15), o presidente Rogério Bacellar defendeu a permanência de Marcelo Oliveira no cargo, mas criticou algumas escolhas do treinador – entre elas, disse que já teria escalado Baumjohann. Questionado se a declaração do dirigente interferiu em seu trabalho, Marcelo negou.

“A diretoria tem todo o direito de se manifestar, são eles quem comandam o clube. Se eles acharem que não está bom, daí troca. Eu tenho o dever de fazer aquilo que é minha convicção. Fiz sempre o que estava dentro disso”, respondeu.

O Coxa se prepara agora para enfrentar o Vasco, no próximo sábado (21), às 17h, no Maracanã. Com Tiago Real suspenso, Baumjohann pode ser a surpresa na escalação, mas o técnico despistou. “Ele joga mais por dentro, não tem característica de jogar pelo lado. Vamos pensar”, completou o treinador.

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