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Sete erros emblemáticos do Paraná em 2016

  • Da Redação
Claudinei Oliveira, técnico do Paraná no começo do ano.  A sua demissão foi um dos erros do Tricolor no ano. Hoje está no Avaí. | Antônio More/Gazeta do Povo
Claudinei Oliveira, técnico do Paraná no começo do ano. A sua demissão foi um dos erros do Tricolor no ano. Hoje está no Avaí. Antônio More/Gazeta do Povo
 
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TOPO

Na Série B desde 2008, o Paraná vai terminar a temporada com sua pior campanha na história da competição. Mesmo que vença os dois jogos restantes, a começar pelo Ceará, neste sábado (19), às 19h30, em Fortaleza, o clube não chegará aos 47 pontos conquistados em 2015, até então o pior desempenho do Tricolor no certame.

Depois do Vozão, o time encerra o ano contra o Tupi, no dia 26 de novembro, na Vila Capanema.

Mas quais foram os motivos para um ano tão fraco? Apontamos sete erros emblemáticos do Paraná em 2016.

Confiar no desempenho do Estadual

O Tricolor terminou a primeira fase do Paranaense na primeira colocação, largando inclusive com cinco vitórias consecutivas. Bateu o Foz do Iguaçu nas quartas de final antes de ser eliminado pelo rival Atlético apenas na semifinal, nos pênaltis. O saldo positivo no cenário estadual, porém, rendeu poucos frutos ao time na Série B e na Copa do Brasil. Aliás, até mascarou a necessidade do elenco.

Demitir Claudinei Oliveira

O treinador foi mandado embora na oitava rodada da Segundona, deixando o time na 13.º colocação, com dez pontos, a seis de distância do G4. O rendimento de 41,7% não era o ideal, mas a opção por sacar o técnico foi precipitada. Principalmente pelas contratações de nomes claramente inferiores na sequência (Marcelo Martelotte e Roberto Fernandes). Ironicamente, Claudinei está próximo de subir o Avaí.

Perder jogadores no meio do caminho

Se o elenco já era limitado, o mínimo que poderia se esperar da diretoria era manter os melhores jogadores. Porém, o cenário econômico do clube não permitiu que nomes como o zagueiro Luiz Felipe, o meia Robson, e os volantes Basso e Jean permanecessem na Vila Capanema.

Obsessão com o acesso

Preso na Série B desde 2008, o Tricolor externou mais do que deveria sua obsessão pelo acesso à elite. Pensar grande não é problema, mas jogar a pressão em cima de um elenco fraco, além de aumentar a expectativa de uma torcida carente, não foi uma boa estratégia.

Contratações furadas

Como de costume, o Paraná contratou muito e acertou pouco. O atacante Robert é o grande exemplo da ineficiência da diretoria. Com um dos maiores salários do elenco, chegou em maio e deixou o time dois meses depois, somando dez jogos e nenhuma bola na rede. O meia Marcelinho, o zagueiro Leonardo, o lateral-esquerdo Henrique Gelain e os atacantes Henrique e Núbio Flávio compõem a lista de erros. Isso sem contar o poder excessivo dado a Durval Lara Ribeiro, o Vavá, como comandante do futebol, o que já tinha se mostrado ruim em 2008.

Liberdade para a organizada

A atual diretoria assumiu o comando do clube com o apoio da Fúria Independente, principal torcida organizada paranista. No entanto, a parceira ganhou tanto moral que acabou atrapalhando. Ou quer dizer que invadir treino, como aconteceu em agosto na Vila Capanema, auxilia os jogadores a ficarem mais habilidosos e goleadores?

Plano de sócios e marketing

Lançado com muita festa em junho, o plano de sócios do Paraná não decolou. A prova está na média de público da equipe no campeonato. São apenas 2.281 torcedores, em média, por partida – quinta pior entre os 20 clubes da Série B. Outra baixa aconteceu no marketing do clube, que era uma das apostas do presidente Leonardo Oliveira. O departamento foi desmontado em agosto, por falta de verba.

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