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Rodrigo Constantino

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Sindicatos são antros de bandidos bancados com nossos impostos!

Paulo Vermelho: o perfil de um sindicalista. Fonte: GLOBO

Já escrevi aqui sobre as máfias sindicais e o vergonhoso imposto arrecadado à força dos trabalhadores brasileiros para sustentar essa cambada de parasitas. Em reportagem hoje no GLOBO, conhecemos melhor o perfil do provável líder das depredações no Sindicato dos Comerciários. O homem é da Força Sindical, e seu apelido é Paulo Vermelho. Nada mais adequado, já que esses sindicatos não passam de antros de bandidos ligados à esquerda e sustentados com nossos impostos. Diz o jornal:

Entre os 202 presos na madrugada de quarta-feira por atos de vandalismo na sede do Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio, há um homem que vem sendo investigado de forma especial pela Polícia Civil. Trata-se de Paulo Rogério Rodrigues, mais conhecido como Paulo Vermelho, acusado de envolvimento em crimes relacionados a disputas eleitorais dentro de entidades de classe de São Paulo. Assessor da Força Sindical, ele trabalha na organização de pleitos, segundo a central. No entanto, líderes e advogados trabalhistas ouvidos pelo GLOBO dizem que Vermelho é conhecido por recrutar os chamados “bate-paus” — vândalos que usam de violência para garantir a vitória das chapas que os contratam. O grupo responsável pelo quebra-quebra de quarta-feira veio do bairro paulistano de Itaquera em seis ônibus alugados.

Em um processo que corre na Justiça paulista, Vermelho é acusado de comandar cem homens numa invasão à sede do Sindicato dos Gráficos, em 29 de agosto de 2011. Na época, a direção da entidade pretendia se desfiliar da Força Sindical, central ligada ao deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho de Força, que era filiado ao PDT, e se associar à Central Única dos Trabalhadores (CUT), vinculada ao PT. Depois da confusão, a mudança nunca aconteceu.

[…]

No Rio, Vermelho foi autuado por roubo, dano, resistência, desacato, desobediência e organização criminosa por conta do ataque ao Sindicato dos Empregados no Comércio. Segundo a 5ª DP (Mem de Sá), o objetivo dos vândalos era destruir as urnas e as cédulas de votação — eles não conseguiram alcançá-lo porque foram impedidos por vigilantes armados. Porém, fizeram um quebra-quebra nos oito andares da sede da entidade, no Centro.

O editorial do jornal comenta brevemente os esquemas que dominam os sindicatos no país:

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Sem dúvida, uma mina de ouro para bandidos, e uma avenida política para demagogos de esquerda, que tentam monopolizar nos discursos as boas intenções para com os trabalhadores, enquanto, na prática, prejudicam justamente os mais pobres. Outra evidência de que só dá bandido nesses sindicados está na declaração de um taxista sobre regulamentação do aplicativo Uber:

“Não temos como conter a categoria”, “vai ter morte”. As declarações são do presidente do Simtetaxis (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores nas Empresas de Táxi de SP) em audiência na Câmara dos Deputados para discutir a regulamentação no Brasil do aplicativo Uber, que disponibiliza corridas pagas com motoristas particulares.

Antônio Raimundo Matias dos Santos, conhecido como Ceará, esteve em Brasília nesta quinta-feira (18) para pressionar os deputados federais contra a liberação desse serviço –visto como concorrência desleal pelos taxistas.

O “recado” dele, mais tarde, foi reforçado por outro representante da categoria, que voltou a falar na possibilidade de essa disputa por passageiros resultar em violência.

“Eu quero dizer aos nobres deputados para que tomem providências porque, se não tomarem, não temos como conter a categoria”, disse Ceará, presidente do Simtetaxis.

“Pode ocorrer sim uma desgraça porque os motoristas estão revoltados. Um grupo veio falar comigo para dizer que, se a lei não fiscalizar esses clandestinos, eles vão tomar uma atitude. Hoje ele [Santos] deu o recado”, disse Natalício Bezerra, presidente do Sinditaxi (Sindicato dos Taxistas Autônomos de SP), também presente na audiência.

Eis a linguagem dessa gente: a ameaça, a intimidação, a violência. E nós ainda somos obrigados a sustentar essa turma! Até quando o brasileiro trabalhador vai aceitar passivamente esse nefasto imposto sindical? Adesão a sindicatos deve ser algo totalmente voluntário, assim como seu financiamento. Chega! Sindicatos são antros de bandidos. É indecente e imoral jogar a fatura para os pobres trabalhadores!

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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