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    Rodrigo Constantino

    Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

  • Resenhas

    “A Grande Mentira: Lula e o patrimonialismo petista” – um resumo da nossa tragédia

    Por Lucas Berlanza, publicado no Instituto Liberal Se o lulopetismo e sua pouco mais de uma década de domínio apresentam especificidades destrutivas da moral e da sanidade institucional do país, ele não seria possível, como realidade histórica, não fossem os antecedentes que estabeleceram a nossa cultura política e a nossa lógica de organização de Estado….

  • Resenhas

    O demolidor de utopias

    Dono de incrível talento literário, agora reconhecido pelo Prêmio Nobel, o peruano Mário Vargas Llosa é também um ótimo escritor de crônicas políticas. E, ao contrário de muitos de seus colegas, ele não é um puxa-saco de caudilhos de esquerda, e sim um incansável defensor da democracia liberal. A coletânea de artigos reunida no livro…

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    Um lugar chamado liberdade

    Leitura recomendada para esta semana: Um lugar chamado Liberdade, de Ken Follett. Eis a sinopse oficial: Escócia, 1766. Condenado à miséria e à escravidão nas brutais minas de carvão, Mack McAsh inveja os homens livres, mas nunca teve esperança de ser como eles. Até que um dia ele recebe a carta de um advogado londrino que…

  • Resenhas

    A ilusão da democracia islâmica

    A “Primavera Árabe” encantou muita gente no Ocidente. Vários celebraram o “despertar” do povo para a democracia, lutando contra regimes opressores no poder há décadas. Mas a comemoração foi precipitada demais. Os pilares culturais e institucionais que permitem o funcionamento adequado do regime democrático simplesmente não estão lá. A “democracia”, nesse caso, pode ser apenas…

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    Pare de acreditar no governo

    O Brasil tem um grande paradoxo a ser explicado: nosso povo desconfia dos políticos, classe que goza de baixíssima credibilidade, mas ao mesmo tempo ama o Estado, visto como abstração. Todas as soluções propostas para as mazelas criadas pelo intervencionismo estatal acabam envolvendo ainda mais Estado. É como se ele fosse formado por anjos celestiais,...
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    Roger Scruton x Gramsi, Foucault e Sartre

    Gramsci Gramsci é a criação dos anos 1960, o símbolo de uma geração ávida por liderança, mas confiante somente naqueles que estavam seguramente mortos – preferivelmente mortos, como Gramsci, na interminável luta contra o inimigo “fascista”. A ideia do herói revolucionário não é, de forma alguma, nova. Na realidade, é um dos mais interessantes paradoxos…

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