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O Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) informou que 32 empresas de Curitiba, região metropolitana e litoral foram denunciadas por descumprir medidas de prevenção a nova gripe até a manhã desta quarta-feira (26). Na sexta-feira (21), o órgão recomendou o afastamento imediato por 15 dias das trabalhadoras gestantes.

O objetivo é preservar a saúde das trabalhadoras grávidas, por integrarem o grupo de risco de contágio do vírus H1N1, que causa a gripe A, também conhecida como gripe suína. De acordo com o ministério público, como se trata de uma medida de interesse público, as trabalhadoras grávidas não podem ter descontos em seus salários, nem o período pode ser considerado como parte das férias.

As empresas denunciadas foram convocadas para uma audiência às 14h30 de quinta-feira (27). O MPT-PR continua recebendo denúncias e uma nova reunião acontecerá em 1º de setembro.

Quatro mortos por dia

A gripe A H1N1 matou em média quatro pessoas por dia no Paraná desde o primeiro óbito em 14 de julho. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (26), chega a 170 o número de mortos pela nova gripe no estado. O Paraná também ultrapassou a casa de 3 mil pessoas contaminadas pelo vírus H1N1.

O boletim anterior, divulgado pela Sesa na segunda-feira (24), informava que o Paraná tinha 2.853 casos confirmados da nova gripe. O novo balanço o número de contaminados chega a 3.073, sendo 178 em mulheres grávidas. Outros 1.583 casos suspeitos foram descartados. Ainda de acordo com a Sesa, foram confirmadas as mortes de 18 pela gripe em relação ao último boletim.

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