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Biometria

TRE inicia segunda fase do recadastramento em Maringá

Número de guichês de atendimento foi ampliado. Até o início desta semana, mais de 8 mil eleitores já havia feito o procedimento

 
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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Maringá iniciou na quarta-feira (17) a segunda fase do recadastramento biométrico, aumentando de 50 para 80 o número de guichês de atendimentos aos eleitores. Em virtude desse acréscimo foi possível abrir mais 3 mil vagas para agendamento em abril.

De acordo com o analista judiciário do TRE, Julian do Nascimento, a fase dois do cadastramento começou com três semanas de antecipação, devido à grande procura dos maringaenses pelo atendimento agendado.

Nos últimos dias, a média de atendimentos foi de 1.680 pessoas. "A previsão é de que a partir da semana que vem a Central Biométrica de Maringá ultrapasse a marca de 2 mil atendimentos dia", explicou, em nota encaminhada à imprensa.

De acordo com o último levantamento divulgado pelo TRE, até a última sexta-feira (12) cerca de 8.721 eleitores de Maringá, Floresta, Ivatuba, Paiçandu e Doutor Camargo haviam feito o cadastramento biométrico. O procedimento começou a ser ofertado em 3 de abril no Município.

Somente em Maringá, 8.263 pessoas fizeram cadastro biométrico. O atendimento segue até 4 de outubro no Fórum Eleitoral de Maringá. O agendamento ocorre exclusivamente pelo site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Atendimento em Paiçandu

O TRE informou que a região de Maringá contará com um segundo posto de atendimento a partir do mês que vem. Esta unidade será instalada em Paiçandu, no salão paroquial do Jardim Pioneiro. A estrutura será móvel e também atenderá em Floresta, Doutor Camargo e Ivatuba. Nestes municípios, não haverá o sistema de agendamento.

A previsão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de que todos os eleitores brasileiros sejam cadastrados no sistema até as eleições de 2020. Em Maringá e região, 300 mil devem passar pelo processo até outubro.

Os eleitores que não fizerem o recadastramento terão os títulos cancelados. Neste caso, o eleitor ficará impedido de tirar passaporte ou Cadastro de Pessoa Física (CPF), de participar de concursos públicos, de assumir cargos após aprovações em concursos, entre outras restrições.

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