i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Arquivo

Pragas e doenças exigem ação racional

  • 19/10/2009 21:14

A pressão das cotações internacionais força o produtor rural a reduzir custos num ano em que ameaças como a ferrugem da soja exigem atenção redobrada. No entanto, o produtor pode cortar despesas sem perder o controle do manejo de pragas e doenças, afirmam o pesquisadores da Embrapa Soja, de Londrina.

O registro de ferrugem em soja guaxa em setembro deixou o setor produtivo em alerta. Nem por isso há necessidade de aplicação preventiva de fungicida sem avaliação localizada, afirma o agrônomo e fitopatologista Rafael Soares. O caso, porém, provou que a ferrugem atravessou o inverno, apesar do vazio sanitário, que tornou obrigatória a eliminação de todas as plantas entre 15 de junho e 15 de setembro.

Os pesquisadores da Embrapa orientam os produtores a realizar aplicações controladas de fungicidas combinados, que podem eliminar a necessidade da terceira ou da quarta pulverização. O custo de cada aplicação pode chegar a 3 sacas de soja por hectare, dependendo do produto escolhido.

O produtor pode economizar também se avaliar melhor a necessidade de aplicação de inseticidas, afirma o agrônomo especialista em insetos Adeney de Freitas Bueno. Ele afirma que avaliações simples podem ajudar o produtor a definir quando é realmente necessário aplicar veneno. Uma delas é a contagem de insetos. Para isso, o produtor pode estender um pano branco no chão e bater nas plantas com a mão para que eles caiam na "rede". O uso de agroquímico só é aconselhável a partir da presença de mais de 20 lagartas e 2 percevejos por metro linear, orienta.

A buva também exige controle racional, aponta Dionísio Gaz­ziero, especialista em plantas daninhas da Embrapa Soja. Em sua avaliação, o produtor perde dinheiro ao simplesmente tentar matar a buva com agrotóxico, uma vez que plantas resistentes a glifosato estão se espalhando pelas lavouras. "É preciso controlar o problema na entressafra. Uma forma de facilitar o combate é plantar trigo em vez de milho", cita. Quando o produtor adota o conjunto de ações mais apropriado para sua área, o problema mostra-se controlável, afirma. (JR)

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.