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A temporada de leilões de milho comandada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) começou com forte demanda. Em Mato Grosso a procura foi tão grande que houve ágio de 708% sobre o preço de abertura do leilão. Para arrematar um contrato que dá o direito de vender ao governo 27 toneladas de milho o produtor teve que desembolsar R$ 275,10, bem acima do valor de abertura de R$ 34,02/contrato. Considerando uma saca de 60 quilos, o prêmio passou de R$ 0,07 para R$ 0,61. Todos os 17.780 contratos ofertados no estado foram comercializados. Em Rondônia, por outro lado, apenas 22 dos 740 contratos foram vendidos ao preço previamente fixado pela Conab, de R$ 34,02 por contrato. No total, o primeiro de uma série de leilões que promete colocar 2 milhões de toneladas de milho nos armazéns do governo negociou 480,7 mil toneladas do cereal – 96% das 500 mil toneladas oferecidas nesta primeira operação. Caso os arrematantes optem pelo exercício da opção, receberão R$ 15,12/saca. O vencimento dos contratos é em 29 de novembro, podendo, a critério exclusivo do governo, ser antecipado com dedução de R$ 0,42/saca (R$ 189/contrato) por mês.

Direito de venda

480,7 mil toneladas de milho foram vendidas no primeiro leilão. Arrematantes só devem exercer direito de vender o produto caso as cotações do cereal estejam abaixo do preço mínimo oficial.

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