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Carga inusitada: no Paraguai, casa é transportada em caminhão para outra região. Prática é comum no interior do país. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Carga inusitada: no Paraguai, casa é transportada em caminhão para outra região. Prática é comum no interior do país.| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Após colher uma safra de verão sem grandes sustos, os campos do Paraguai seguem a todo vapor para o desenvolvimento dos campos de segunda safra. Áreas de soja safrinha e de milho compõem o cenário do país, num momento em que os preços para a venda são a principal fonte de preocupação. Confira os bastidores dessa jornada nas fotos de Albari Rosa:

  • Pai e Filha na lavoura. Há mais de 40 anos atuando no agronegócio paraguaio, Breno Bianchi, presdiente da sementeira Agro Santa Rosa, avalia campos de produção junto com a filha Anabela.
  • Técnicos e jornalistas da Expedição conversam com produtores paraguiaos para conferir situação das lavouras do país.
  • Expedição Safra chega ao Silo Cabeza Blanca para conversa sobre andamento da produção na região da meia lua da soja paraguaia.
  • Terere é costume típico paraguaio e ajuda a aliviar calor na lavoura. Bebida atrai até mesmo produtores brasileiros, como Wellington Kaefer, de San Alberto.
  • Por do sol embeleza fim de tarde paraguaio na região de Hernandarias.
  • Carga inusitada: no Paraguai, casa é transportada em caminhão para outra região. Prática é comum no interior do país.
  • Imagem rara: silos destinados a estocagem de milho são exceção no Paraguai. Cultivo voltou a ser viável na competição com a soja safrinha.
  • Expedição Safra percorreu mais de 2 mil quilômetros para realizar sondagem nas principais zonas de produção do Paraguai.
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