
A desvalorização do carro não é um dos principais fatores que pesam na hora de levar um zero km para casa. Mesmo assim, sair com o veículo da loja e saber que deixará lá uma boa parte do dinheiro investido, sem retorno, às vezes costuma afastar o consumidor do modelo desejado.
A depreciação passa a ser relevante para quem troca de veículos em intervalos menores - a média no mercado brasileiro é a cada três anos. Dependendo do carro, a desvalorização pode ultrapassar a 20% nos 12 primeiros meses de uso.
E algumas marcas apresentam uma perda de valor em seu catálogo mais acentuada do que outras. Entre as principais causas estão a imagem junto ao consumidor, a estrutura da rede de concessionários, o cuidado no pós-venda, o volume disponível no segmento de usados e a liquidez e aceitação do modelo no mercado.
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Essa percepção fica mais clara à medida que o preço de tabela do carro vai subindo, afinal quanto mais cara a etiqueta, maior é a perda no bolso com a desvalorização.
A KBB Brasil, plataforma especializada em precificação de automóveis novos e usados, fez um recorte com modelos entre R$ 70 mil e R$ 90 mil. E o levantamento aponta que as marcas francesas Peugeot, Citroën e Renault ocupam 90% do ranking dos carros que mais perderam valor após o primeiro ano de uso.
Na outra ponta da tabela, os veículos japoneses da Suzuki e da Honda dominam a lista das menores desvalorizações. A Volkswagen também aparece bem conceituada neste quesito e a Peugeot conseguiu colocar um modelo que é bem cotado na hora da revenda. Confira:
MAIORES DEPRECIAÇÕES

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