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O caminho para ser um piloto de corrida

Na Grande Curitiba há diversas modalidades para quem quer ter o automobilismo como passatempo. Conheça elas

  • Fábio Cherubini
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O caminho para ser um piloto de corrida

Ser piloto de corrida não é um sonho tão distante quanto parece – ao menos para quem pensa em ter o automobilismo como um passatempo e esteja disposto a investir na brincadeira. Na Grande Curitiba, há opções para todos os gostos, que vão das arrancadas e os track days – quando os motoristas podem levar os seus carros para as pistas – até o kart e a fórmula de marcas.

VÍDEO: Confira algumas dicas de segurança e pilotagem

As arrancadas – modalidade mais popular do estado, em que dois carros percorrem uma trajetória reta em busca do melhor tempo – possuem uma categoria só para novatos: o Desafio de 201 metros. O diretor da Força Livre, Adalberto Monteiro, responsável pela organização dos eventos, conta que nela é possível usar os carros que se tem na garagem, sem a necessidade de adaptações mecânicas. "Essa é a nossa categoria de base, em que qualquer carro pode participar. O único requisito é ter carteira de motorista", afirma.

Entretanto, para avançar e participar dos campeonatos regionais e estaduais, como o de 402 metros, é necessário que os carros tenham itens obrigatórios de segurança, como bancos, cinto de segurança, gaiolas – estruturas metálicas para proteção –, macacões antifogo e capacetes. A partir dessas categorias, os atletas incrementam a motorização dos carros para ficarem mais competitivos.

Habilitação

Outra exigência para participar dos torneios regionais e estaduais, não só na arrancada como em outras modalidades, é que os atletas tenham uma habilitação especial para a pilotagem. O presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPRA), Rubens Gatti, diz que ela serve como um histórico dos competidores, para evitar que eles cometam atitudes 'antidesportivas'. Há duas formas de se obter a licença: por meio da filiação à FPRA e pelas escolas de pilotagem registradas na Confederação Brasileira de Automobilismo. No estado, porém, não há escolas cadastradas.Gatti afirma que para cada modalidade há uma habilitação específica, que é conquistada pelo número de provas e vitórias dos pilotos e por testes de conhecimento. "Nós temos um questionário com perguntas sobre o Código Desportivo. Além disso, os competidores são avaliados na pista. Seja quando estão treinando ou nas provas, nós vemos se estão rodando demais ou se o carro muda de trajetória na reta, por exemplo". Para se filiar é necessário pagar uma anuidade que dá direito a seguro de saúde, contra invalidez, de óbito e para eventuais despesas médicas.

Kart e fórmula de marcas

Depois das arrancadas, o kart é a modalidade mais popular no Paraná. De acordo com o presidente da FPRA, isso se deve ao grande número de pistas por aqui, tanto outdoor quanto indoor, e pelos valores mais acessíveis para brincar ou participar dos campeonatos. "O kart é uma grande escola. Nela se aprende a ter mais reflexo e a guiar em qualquer modalidade", acrescenta.

Já as fórmulas de marcas são voltadas para pessoas com mais experiência na pilotagem e que gostam das pistas de corrida – ao contrário das modalidades off-road, como os rallies e a Velocidade na Terra. O piloto e instrutor José Cordova, que compete pela Fórmula Mercedes, conta que é importante aos novatos treinarem ao lado de atletas com mais conhecimento para ter mais confiança e estar mais protegidos. "O automobilismo é um esporte de risco e toda experiência é valida, principalmente para correr de forma segura."

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O piloto e instrutor José Cordova, da Fórmula Mercedes, dá dicas de segurança para quem quer ter o automobilismo como um passatempo.

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