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Marcos Alexandre Pereira, de Curitiba

São três os fatores mais relevantes para definir o valor de um prêmio: perfil do motorista, local onde reside e características do veículo.

A taxa costuma ser menor na proporção em que o contratante é mais velho, pois se leva em conta a maior experiência no volante. Ser casado também é um ponto positivo, bem como possuir filhos menores de cinco anos (dependendo da seguradora) – o condutor tem preocupação redobrada com a segurança da família e, especialmente, no transporte de crianças pequenas.

No caso do sexo feminino, geralmente o seguro é mais barato. Estatísticas comprovam que de cada dez acidentes, apenas dois envolvem mulheres.

Em regiões fronteiriças com outros países, onde o índice de roubo é elevado, o valor do prêmio tende a subir, o mesmo ocorrendo nas grandes cidades, pois, além do roubo, há maior risco de acidentes no trânsito.

Considera-se ainda para a composição da taxa o custo de reposição de peças, se o veículo continua sendo produzido (não saiu de linha), a finalidade de uso (passeio ou trabalho) e também se possui característica esportiva, como por exemplo, um motor mais potente.

Para obter outros descontos, as seguradoras usam o critério de bonificação. A cada ano que se renova a apólice de seguro sem a ocorrência do sinistro, avança uma classe – ex: classe 1 para classe 2, e assim sucessivamente. Quanto mais alta a classe de bônus, maior o desconto. Em alguns casos um seguro com mais de cinco anos de renovação chega a ser 40% mais barato do que uma nova apólice. Vale ressaltar que o bônus continuará valendo mesmo que o segurado troque de veículo. Apenas haverá uma atualização dos dados do novo carro e conseqüente correção dos valores.

José Peres Zago, corretor da Vip Seguros.

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