Colunistas

Baixa Gastronomia

Confeitarias ícones da baixa gastronomia

Rafael Martins e Guilherme Caldas vão atrás dos doces e salgados que o curitibano adora

por Rafael Martins e Guilherme Caldas Publicado em 08/05/2014 às 00h
Compartilhe

Não tem miséria na Terra dos Doces

Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Seguindo a dica do nosso amigo Zé Carlos Fernandes, fomos conhecer a Docelândia atrás das tortas salgadas que, para ele, lembram as festinhas americanas e as visitas à família no Novo Mundo. Por cincão, dá pra comer uma fatia enorme do quiche de alho-poró ou de chester, campeões de pedidos da casa – cada pedaço vale quase por uma refeição. Mesmo aprovados os quiches, fomos para os doces com medo de que fossem massudos e com o exagero de açúcar que nos assombra por padarias e confeitarias dos mais diversos calibres. Com alívio, provamos a massa leve e doce, mas sem excessos, da torta gelada de limão. Até o pudim de leite, que costuma manchar a reputação de muita casa do ramo metida a chique, é bom. Viramos fregueses!

Onde: Avenida Brasília, 5750, Capão Raso –(41) 3246-1583. www.confeitariadocelandia.com.br

Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Falando em confeitaria…

Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

A filial curitibana da tradicional confeitaria Jauense, de Foz do Iguaçu, já se tornou um clássico do Água Verde, em Curitiba. Visitamos a casa numa segundona bucólica e nos surpreendemos com o movimento. As coxinhas (nas versões tradicional e mini) são merecidamente famosas lá em Foz. O pastel, com um saboroso e úmido recheio de carne moída e ovo cozido, arrisca ganhar o posto de melhor da cidade, segundo nossa amiga Ana Rocha. Pra completar a incursão na Jauense, o quindim – “que parece de vidro, de tão fresquinho”, disse a Ana.

Onde: Rua Dom Pedro I, 421, Água Verde – (41) 3027-1220. www.confeitariajauense.com.br

Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo

Viva o botequim!

O Maneko’s, provavelmente o melhor botequim da cidade, desde o início de abril não mais abre aos domingos. A decisão se justifica pela folga do pessoal, diz o Maneko. Mas não há motivo para alarde. A casa segue aberta de segunda a sábado. Além do chope bem tirado, do sensacional bolinho de carne, há o almoço com prato do dia. A costela ao molho das quartas e a rabada, servida às quintas, são incríveis.

Onde: Alameda Cabral, 19, Centro – (41) 3324-8299.

 

***

Rafael Martins, jornalista e guitarrista de bandas como Wandula e Cacique Revenge. rafaelmmartins@gmail.com

Guilherme Caldas, um quadrinista que trabalha com publicidade sem ser publicitário. guilherme@candyland.com.br

Compartilhe

8 recomendações para você