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Bom Gourmet Stage: conheça o programa que irá acelerar startups focadas no mercado de food service
| Foto: Engin Akyurt - Unsplash

A maratona do Hack pela Gastronomia chegou ao fim, mas para as três equipes vencedoras – Avocoders, Dendu e Turtle Box – o desafio pode estar apenas começando. Isso porque os três times vencedores do hackathon terão a oportunidade de avançar no desenvolvimento dos produtos no Bom Gourmet Stage, um programa de aceleração por meio da comunicação e mentoria com o objetivo de dar suporte, visibilidade e gerar negócios para startups que estejam desenvolvendo produtos e soluções para a cadeia de food service.

“Durante o Hack, pudemos vivenciar algo muito intenso, que impactou muitas empresas e também atraiu startups que já estão rodando com soluções interessantes. Como temos, pela plataforma Bom Gourmet, este diálogo tanto com o trade quanto com o consumidor, pensamos: por que não gerar estas conexões?”, explica Andréa Sorgenfrei, Head da Pinó, unidade de novos negócios da Gazeta do Povo, responsável pelas marcas Bom Gourmet, GazzConecta e Haus.

Segundo ela, o Bom Gourmet Stage propõe-se a ser esta ponte entre as ideias que estão surgindo nestas startups e o mercado de food service, aproveitando-se do conhecimento das necessidades do público consumidor adquirido no dia a dia do Bom Gourmet.

“Recebemos 41 ideias de startups para compor o Banco de Soluções do Hack pela Gastronomia, além das 29 ideias desenvolvidas pelas equipes na maratona de cinco dias.  Várias pessoas que tiveram acesso a este banco estão impressionadas com a qualidade dos produtos propostos. Tenho certeza de que dali poderá sair grandes soluções para o mercado e nosso papel é facilitar este processo”, reforça Andrea.

Ponte entre ideias e mercado

Na prática, o Bom Gourmet Stages irá selecionar, por meio de uma curadoria de suas próprias equipes de Bom Gourmet e GazzConecta (plataforma de inovação da Pinó) e parceiros, algumas das ideias propostas pelas startups que, junto com as três equipes vencedoras do Hack pela Gastronomia, serão “aceleradas” durante cinco meses. “Nossa ideia é apoiar, por meio de visibilidade, mentorias e consultorias, estas ideias para que elas amadureçam o suficiente para que em fevereiro possamos colocá-las em uma rodada para atrair investidores”, detalha Andréa.

Segundo ela, nestes cinco meses de aceleração as startups terão a oportunidade de construir ou reforçar sua marca, definir seu posicionamento, ter presença no mercado e se conectar com outros atores do ecossistema do food service, além de terem garantidas 12 horas de mentoria com profissionais da área de comunicação, negócios e do mercado de alimentação fora do lar.

Definição das ideias

A escolha das startups que farão parte do programa será feita com base nos pitches enviados ao Banco de Soluções do Hack pela Gastronomia. “Já temos mais de 40 projetos neste banco, mas se alguma startup tiver interesse em participar, ainda dá tempo. Fecharemos a escolha no fim de outubro”, alerta Andrea.

Para enviar seu pitch, basta acessar o link de inscrição e seguir as instruções detalhadas no formulário até o dia 30 de outubro. Depois de enviada, a ideia passará a fazer parte do Banco de Soluções do Hack pela Gastronomia, ou seja, além de ter a possibilidade de participar do Bom Gourmet Stage terá visibilidade para todo o mercado de food service. 

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