Prêmio Bom Gourmet 2018

Sabor Especial

Adega

Conheça a melhor adega de Curitiba eleita pelo Prêmio Bom Gourmet 2018

por Bom Gourmet Publicado em 30/08/2018 às 21h
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RESTAURANTE DURSKI
— Hours-Concours 

Foto: Gerson Lima

Foto: Gerson Lima

Nove vezes vencedor, o restaurante Durski mantém o mérito de melhor adega desde a primeira edição do Prêmio Bom Gourmet, em 2010. Preserva, portanto, o título de hors-concours, concedido àqueles que são campeões por três anos consecutivos. O projeto arquitetônico, assinado pela arquiteta Kethlen Ribas Durski, foi elaborado de modo a comportar mais de 10 mil garrafas. Elas são armazenadas em três ambientes climatizados: um para vinhos de maior rotatividade, outro para os estoques das marcas com maiores quantidades e, por último, uma adega blindada que abriga os vinhos de longa guarda. Atualmente estão disponíveis mais de 2,5 mil rótulos de 25 países, totalizando 100 safras diferentes — a mais antiga delas datada de 1780. Entre os destaques principais estão o francês Château d´Yquem, o vinho branco doce mais famoso do mundo, presente na adega com 76 safras, e também o Romanée Conti, da safra de 2009. Preço: de R$ 65 (português Quinta do Cachão) a R$ 139 mil (francês Romanée Conti).

Votos: Rogéria Dotti, João Manoel Garcia da Costa, Juliano Zanoni, Aurélio Marcos Ribeiro, Guilherme Rodrigues e Rodrigo Linné Neto.

Nova votação
Com o título de hors-concours mantido pelo Restaurante Durski, os jurados que indicaram a adega deste estabelecimento realizaram nova votação.
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LA VARENNE

Foto: divulgação

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Vencedora pelo segundo ano consecutivo, a adega do restaurante conta com 236 rótulos de 24 países, incluindo Marrocos, Peru e Israel. O serviço é primoroso: da seleção das taças Riedel às escolhas do sommelier chef José Vinícius Chupil. Destacase a aquisição recente dos vinhos Bizkaiko Txakolina, do produtor Mendraka, no País Basco Espanha, e o exclusivo italiano Teroldego Foradori Morei Vigneti delle Dolomiti 2010, envelhecido em ânforas de Terracota. Preço: de R$ 88 (português Casa do Salgueiro) a R$ 5,4 mil (Madeira Justino’s Sercial, safra 1940).

Votos: Rogéria Dotti, João Manoel Garcia da Costa, Juliano Zanoni e Aurélio Marcos Ribeiro.


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Indicados

 

Foto: divulgação

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BAR DO VICTOR – SÃO LOURENÇO

Os rótulos são escolhidos para harmonizar com a especialidade da casa, os frutos do mar. Além dos muitos vinhos brancos, há boas opções de tintos. São 180 rótulos, na maioria portugueses, seguido de Nova Zelândia, Chile e Argentina. A cada mês o sommelier seleciona até cinco novos rótulos para a adega, também vendidos em taça. Preço: de R$ 52 (português Santola) a R$ 7,5 mil (francês Domaine Comte Georges de Vogue Musigny Grand Cru ‘Cuvee Vieilles Vignes).

Voto: Andersen Prado.

Confira o serviço completo.

 

Foto: divulgação

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BAROLO TRATTORIA

Especializado em culinária italiana, tem duas adegas climatizadas no mesmo ambiente do salão: uma para 1,2 mil garrafas e outra para 640 unidades. Entre as opções, rótulos brasileiros, espanhóis, portugueses, italianos, argentinos, chilenos, uruguaios e estadunidenses. A estrela da casa é o vinho Barolo, produzido com a uva nebbiolo, que é envelhecido por três anos, dois deles em barris de carvalho ou de castanho. Preço: de R$ 65,90 (chileno Encomenderos Carmenere ou Cabernet) a R$ 989,90 (italiano Vinho Amarone Della Valpolicella Bertani).

Voto: Guilherme Rodrigues.

Confira o serviço completo.

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BOBARDÍ

Localizada na entrada do restaurante, a adega é moderna e segue o estilo arquitetônico do Bobardí: industrial e contemporâneo. Com capacidade para 384 garrafas, tem 130 rótulos entre tintos, brancos, rosés, espumantes e champagnes, todos visíveis pelos grandes vidros. Para servir o vinho em taças, o restaurante conta com a WineStatin, uma máquina de armazenamento de garrafas abertas que funciona com gás argônio 5.0 e pode conservar o vinho em perfeitas condições até 60 dias após aberto. Preço: de R$ 69 (tinto português Artolas Vidigal Wines) a R$ 1.176 (tinto francês Bellevue Grand Cru Saint-Émilion).

Voto: Luciana Veronese.

Confira o serviço completo.

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NOMADE (NOMAA HOTEL)

A aposta nos clássicos internacionais equilibra-se com o garimpo de representantes de parte do território nacional, imperativo na proposta geral do restaurante: valorizar os produtos e os produtores locais. Entre os 129 rótulos, destaques brasileiros como os vinhos da Cave Colinas de Pedra, um túnel ferroviário desativado em Piraquara que se tornou cave de maturação para espumantes, além do Guaspari, Santa Augusta e Thera. Entre os internacionais, rótulos conhecidos como Don Perignon, Antinori, Vega Sicilia, Gaja, Pio Cesare, Olivier Le Flaive, Etienne Guigal. Preço: de R$ 99 (Callia Alta Chardonnay) a R$ 4.345 (Bodegas Veja Sicilia Única).

Voto: Rodrigo Linné Neto.

Confira o serviço completo.

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VINDOURO

A adega climatizada do restaurante tem capacidade para 600 garrafas, além de expositores com capacidade para outras 800. Os vinhos brancos e champagnes são armazenados em geladeiras. O local tem um wine bar para happy hour, onde é possível degustar vinhos da carta. São mais de 350 rótulos diferentes, originários das principais regiões produtoras do mundo. As sugestões do sommelier são o espumante brut da serra Catarinense Santa Augusta, o francês Chateau d´Yquem 2004 e o italiano Antinori Guado al Tasso, da Toscana. Preço: de R$ 80 (chardonnay argentino Las Moras) a R$ 7.510 (francês Sauterne, Châteao d´Yquem, 1989).

Voto: Samuel Z. Milléo Filho. 

Confira o serviço completo.

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Guilherme Rodrigues   
O advogado e colunista de vinhos do Bom Gourmet é membro de importantes confrarias pelo mundo. Viaja muito e conhece o melhor da gastronomia. Há mais de 30 anos escreve sobre o tema.
Luciana Veronese   
É empresária e diretora da Webbertek. Participa ativamente de grupos de empreendedorismo feminino e desde 2015 preside a seção paranaense da Confraria Amigas do Vinho.
Rodrigo Linné Neto   
O advogado participa de confrarias de vinho no Brasil e na Europa. Apaixonado por gastronomia, tem por hábito viajar pelo velho continente para conhecer adegas de restaurantes renomados.
Rogéria Dotti   
Advogada e vice-secretária geral do Instituto Brasileiro de Direito Processual, vê nas receitas e nos vinhos motivos para compartilhar bons momentos. Tem o hábito de viajar para regiões produtoras de vinho para aprender mais sobre o tema.
Andersen Prado   
Jornalista com pós graduação em eventos e enogastronomia. É professor de enologia, preside a Associação Brasileira de Sommelier (SBSPR) e é restaurateur há mais de 30 anos.
Aurélio Marcos Ribeiro   
Médico e professor de Letras Anglo-Portuguesas. Enófilo desde 1990, é formado pela Associação Brasileira de Sommelier.
Juliano Zanoni   
É empresário, produtor rural e membro das confrarias da Ordem do Bebedouro e dos Enófilos da Bairrada. O gosto pelo vinho o motivou a conhecer as principais regiões vitivinícolas do mundo, seus vinhedos e seus produtores.
Samuel Z. Milléo Filho   
O coordenador de comunicação da Ocepar tem na memória a vívida lembrança da mesa cheia de irmãos e do vinho que acompanhava o jantar preparado pela mãe. O gosto pela bebida acompanha uma de suas vocações: cozinhar.
João Manoel Garcia da Costa   
É médico e estudioso do mundo do vinho. Conhece vinícolas de várias regiões. Participa das confrarias dos Cavaleiros da Ordem do bebedouro, dos Enófilos da Bairrada e do Vinho do Porto.

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