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Oliver Tree

Corpo de cantor morto em acidente no RJ é repatriado aos EUA

Oliver Tree está entre os seis mortos na colisão de dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes.
Oliver Tree está entre os seis mortos na colisão de dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes. (Foto: Bruce Baker/Wikimedia Commons)

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O corpo do cantor Oliver Tree, morto em um acidente entre dois helicópteros no Rio de Janeiro, foi repatriado para os Estados Unidos. A equipe do artista comunicou que o sepultamento ocorrerá na Califórnia e que o trabalho, agora, será para erguer uma fundação que era seu desejo em vida.

"Oliver está agora de volta à Califórnia, onde finalmente pode descansar. Seu legado continuará vivo por meio de sua fundação/fundo patrimonial chamado “Dr. Oliver Tree’s Extremely Epic Grant For Baby Geniuses” (Bolsa Extremamente Épica do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios), que será lançada em breve. Isso é algo que Oliver havia planejado antes de seu falecimento, escrito em seu testamento. Nós garantiremos que seu desejo se concretize para que mais alegria, amor e arte possam ser espalhados pelo mundo — esse era o seu último desejo", diz a publicação deste domingo (21).

Oliver morreu aos 32 anos, no dia 14 de junho. Ele faria 33 anos na próxima segunda-feira (29) e estava se preparando para uma turnê na Europa. O youtuber argentino Gaspi estava a bordo e também morreu, aos 23 anos. Além deles, morreram os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac, o diretor Lucas Vignale e o produtor Lucas Brito Chaves, conhecido como Lucas Frota.

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Estacionamento da BYD foi alvo da queda dos helicópteros. Explosões geraram coluna de fumaça registrada por moradores e transeuntes. Estacionamento da BYD foi alvo da queda dos helicópteros. Explosões geraram coluna de fumaça registrada por moradores e transeuntes. (Foto: André Coelho/EFE)

O acidente ocorreu no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro. Todos os seis ocupantes das duas aeronaves morreram. A colisão no ar culminou em uma queda em um estacionamento da BYD, causando explosões de carros elétricos.

Agora, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) segue apurando as circunstâncias e causas. No registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o JetRanger de 1999 e o "Esquilo" de 2012 constam como autorizados para voos privados, mas não para taxi aéreo.

O painel do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, alimentado pelo Cenipa, registra 15 acidentes ou incidentes aéreos desde o início do ano, sendo 8 envolvendo helicópteros. As estatísticas mostram que 47,3% das ocorrências são causadas por falha técnica humana, enquanto 33,1% estão relacionados a aspectos psicológicos do piloto.

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